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segunda-feira, 10 de abril de 2017

Mercado financeiro espera que Selic caia para 11,25% na quarta-feira

Kelly Oliveira
Instituições financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), esperam que a taxa básica de juros, a Selic, seja reduzida em 1 ponto percentual indo para 11,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para amanhã (11) e quarta-feira (12), em Brasília.

A expectativa consta do boletim Focus, uma publicação elaborada todas as semanas pelo BC com base em projeções de analistas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. O Focus é divulgado às segundas-feiras.

A projeção para a taxa ao final de 2017 foi reduzida de 8,75% ao ano para 8,50% ao ano. Para o fim de 2018, a expectativa segue em 8,50% ao ano.

Com a inflação mais baixa, o BC tem indicado que pode intensificar os cortes na taxa básica de juros. Em fevereiro, o Copom anunciou o quarto corte seguido na taxa. Por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,75 ponto percentual, de 13% ao ano para 12,25% ao ano. Esse foi o segundo corte seguido de 0,75 ponto percentual. A redução da taxa Selic estimula a economia porque juros menores impulsionam a produção e o consumo em um cenário de baixa atividade econômica.

Projeção para a inflação

A estimativa do mercado financeiro para inflação caiu pela quinta vez seguida. Desta vez, a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi levemente ajustada de 4,10% para 4,09%.

A projeção para a inflação este ano está abaixo do centro da meta, que é 4,5%. A meta tem ainda limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a estimativa passou de 4,5% para 4,46%.

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) este ano foi alterada de 0,47% para 0,41%. Para o próximo ano, a estimativa segue em 2,5%.

Fonte: AB




segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Reajuste de tarifas de ônibus passa a valer em São Paulo

Imagem ilustrativa de um coletivo usado em São Paulo
O governo de São Paulo informou que não recebeu notificação da liminar do Tribunal de Justiça de São Paulo que suspendeu na última sexta-feira (6) o reajuste nas tarifas de integração entre ônibus e trilhos em São Paulo. Com isso, o aumento passou a valer para os passageiros na Grande São Paulo desde ontem (8).

A integração foi reajustada de R$ 5,92 para R$ 6,80. Está valendo também a cobrança da taxa de integração nos terminais metropolitanos, que antes era gratuita, e passou a ser cobrada em valores que variam de R$ 1 e R$ 1,65. Os passageiros que ainda têm saldo nos cartões pagam o valor antigo nas catracas, mas quem comprou bilhetes a partir de ontem já pagou o preço reajustado.

Segundo a decisão do juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, manter o preço da tarifa básica do transporte público na capital, que foi congelada em R$ 3,80, mas elevar o preço da integração (ônibus com o metrô ou o trem) é injusta.

"A medida é mais benéfica a quem reside em locais mais centrais e se utiliza apenas do metrô, cuja tarifa básica foi mantida, mas revela-se gravosa a quem reside em locais mais distantes e se utiliza do trem e do metrô, cuja tarifa integrada foi aumentada acima da inflação” disse. Em São Paulo, a administração de ônibus é da prefeitura, enquanto o governo estadual responde pelo Metrô e pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

A Secretaria de Transportes Metropolitanos argumenta que o governo buscou a fórmula que beneficia a maior parte dos usuários do transporte metropolitano e que, ao mesmo tempo, preserva a saúde financeira do sistema, recompondo a inflação do período. O governo afirma que manteve um desconto na integração, embora o percentual tenha caído de 22% para 10,5%.

O governo estadual terá prazo de 20 dias úteis para recorrer da liminar. Assim que for notificada sobre a liminar, a secretaria informou que irá se pronunciar.

Fonte: AB

Maduro aumenta salário mínimo em 50% na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou ness domingo (8) um aumento de 50% no salário mínimo, que sobe para 40.638 bolívares (US$ 60, na taxa oficial mais alta, e US$ 12, na cotação do mercado negro). A informação é da Agência France Press (AFP).

"Para começar o ano, decidi pelo aumento. Seria, se levarmos em conta o aumento que dei em janeiro de 2016, o quinto em um ano", disse Maduro, na primeira transmissão de 2017 de seu programa semanal no canal estatal VTV.

O salário é complementado com um bônus de alimentação de 63.720 bolívares (US$ 93, na taxa oficial). O aumento inclui os aposentados, acrescentou Maduro.

Os aumentos sucessivos decretados pelo governo foram devorados pela inflação, estimada em 475% em 2016 , e pela perda de valor do bolívar frente ao dólar.

Além do alto custo de vida, os venezuelanos sofrem com a escassez de alimentos e remédios.

Para combater o desabastecimento, Maduro anunciou um plano destinado a criar "um sistema de lojas" que venderão produtos básicos a preços subsidiados, controlado pelos comitês locais de Abastecimento e Produção (Clap), organizações municipais que distribuem comida em áreas populares.

Segundo o presidente, as lojas estarão localizadas nas 45 cidades mais povoadas do país.

Fonte: AB

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Janeiro começa com o mínimo de R$ 937 e reajustes salariais de servidores

Marcelo Brandão
O ano de 2016 foi marcante em vários aspectos, com fatos importantes em diversos setores: político, esportivo e econômico. Alguns deles trarão repercussões para o início de 2017. O novo ano começa com a posse de prefeitos e vereadores. No dia 20 de janeiro, é a vez de Donald Trump assumir o lugar de Barack Obama na Presidência dos Estados Unidos. O primeiro mês do ano é marcado também por reajustes salariais de diversas categorias de servidores, além do salário mínimo de R$ 937.

Novo salário mínimo
Na última quinta-feira (29), o governo anunciou o novo valor do salário mínimo. O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão informou que o reajuste – de R$ 880 para R$ 937 – significa um aumento de R$ 38,6 bilhões da massa salarial em 2017. O valor representa 0,62% do Produto Interno Bruto (PIB) e, segundo o governo, terá “efeitos positivos na retomada do consumo e do crescimento econômico ao longo do ano”. O novo salário passa a vigorar a partir de hoje (1º).

Reajustes salariais
O Ministério do Planejamento também anunciou nos últimos dias de 2016 o reajuste de oito categorias, com validade a partir de janeiro. Auditoria-fiscal da Receita Federal; auditoria-fiscal do Trabalho; perito médico previdenciário; carreira de infraestrutura; diplomata; oficial de chancelaria; assistente de chancelaria; e policial civil dos ex-territórios (Amapá, Acre, Rondônia e Roraima) são as categorias contempladas.

O governo frisou que os reajustes concedidos não alteraram a estabilidade das despesas de pessoal. Segundo a pasta do Planejamento, houve “uma queda expressiva” das despesas com pessoal, de 4,6% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de toda riqueza do país) em 2009 para 4,1% na estimativa para 2017.

Outra categoria que terá aumento na remuneração a partir deste mês é a dos profissionais integrantes do Programa Mais Médicos. Com o reajuste,  o valor, chamado de Bolsa Formação, passa de R$ 10.570 para R$ 11.520.

Tarifa telefônica
Se o salário aumenta, algumas despesas também. O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) pode ser cobrado na tarifa de assinatura básica de telefonia. Por 7 votos a 2, seguindo voto do relator, ministro Teori Zavascki, o Supremo entendeu que a assinatura básica faz parte da prestação do serviço de telefonia e, dessa forma, o imposto deve ser cobrado na fatura mensal a partir de janeiro.


Nova CNH
A partir de janeiro, quem tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou fizer a renovação do documento já receberá o novo modelo da carteira.  A CNH trará mais requisitos de segurança.

Produzida por empresas credenciadas, em modelo único, o documento de habilitação terá papel com marca d´água, tintas de variação ótica e fluorescente e imagens secretas. Os itens de controle de segurança incluem ainda mais elementos em relevo e em microimpressão. O fundo do documento também ficará mais amarelado.

As mudanças serão válidas para os documentos expedidos a partir de 2017. Mas os condutores não precisam fazer a troca, pois os documentos atuais serão reconhecidos até a validade ou até que o condutor solicite alguma alteração de dados.

Posse de prefeitos e vereadores
O primeiro dia do ano será de posse de prefeitos e vereadores eleitos em 2016. Em muitos municípios, os eleitores reelegeram os prefeitos, caso das regiões Norte e Nordeste, com 14 de 16 prefeitos de capitais mantidos nos cargos.

Donald Trump
O que a muitos parecia pouco provável no começo da corrida presidencial nos Estados Unidos acabou se confirmando em novembro. O empresário Donald Trump venceu as eleições derrotando a candidata do partido Democrata, Hillary Clinton. A primeira dama do país no governo Bill Clinton (1993-2001) e secretária de Estado no governo de Barack Obama, Hillary, apesar de mais experiente, não conseguiu superar Trump na preferência dos eleitores.

Fonte: AB

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Dólar fecha abaixo de R$ 3,50 pela primeira vez em duas semanas

Wellton Máximo

Sem intervenções do Banco Central, a moeda norte-americana terminou o dia com cotação em queda. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (28) vendido a R$ 3,498, com recuo de R$ 0,027 (-0,76%). A última vez em que a cotação no fechamento ficou abaixo de R$ 3,50 foi no dia 14 (R$ 3,476).

A moeda operou em queda durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 13h, chegou a ser vendida a R$ 3,482. A divisa acumula queda de 2,74% em abril e de 11,4% em 2016.

Como nos últimos dias, o Banco Central não promoveu intervenções para segurar a queda da moeda norte-americana. Desde segunda-feira (25), a autoridade monetária deixou de leiloar contratos de swap cambial reverso, que funcionam como compra de dólares no mercado futuro.

No mercado de ações, o dia foi de realização de lucros. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, caiu 0,3%, para 54.312 pontos, depois de ter fechado a sessão de ontem no maior nível em 11 meses.

Além do clima político interno, o mercado financeiro foi influenciado pela decisão do Banco Central americano de manter os juros básicos dos Estados Unidos entre 0,25% e 0,5% ao ano. No Brasil, o Comitê de Política Monetária manteve a taxa Selic em 14,25% ao ano pela sexta vez seguida.

A combinação de juros mais altos nos países emergentes e juros baixos em economias consolidadas estimula a vinda de capitais estrangeiros para o Brasil. Isso porque os investidores internacionais são atraídos pela diferença de taxas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Índice de Confiança do Consumidor volta a crescer em janeiro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 2,5 pontos entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, atingindo 67,9 pontos. O indicador voltou a crescer, depois de uma queda de 2 pontos em dezembro.

A alta do ICC foi provocada tanto pelo grau de confiança dos consumidores no momento presente quanto pela sua confiança em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual, que mede o momento presente, subiu 1,1 ponto, depois de oito meses em queda.

O Índice de Expectativas, que mede a avaliação dos consumidores em relação ao futuro, avançou 3,4 pontos, atingindo o maior patamar desde agosto de 2015.

Apesar da alta do ICC em relação a dezembro de 2015, houve queda de 13,2% na comparação com janeiro de 2015.

Fonte: AB

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Índice que reajusta aluguéis avança 6,97% em um ano

O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), usado como referência para o reajuste dos aluguéis, variou 6,97% nos últimos 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas. No acumulado de janeiro a julho, o índice variou 5,05%.

No mês de julho, a variação foi 0,69%. No mesmo mês de 2014, houve queda de 0,61%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo apresentou taxa de variação de 0,73%. No mês anterior, a taxa foi 0,41%.

O índice dos bens finais variou 0,46% em julho. Em junho, este grupo de produtos mostrou variação de 0,6%. Contribuiu para o recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 1,8% para 0,96%.

A taxa referente ao grupo bens intermediários variou 0,33%. Em junho, a taxa foi 0,36%. O principal responsável por este movimento foi o item materiais e componentes para a construção, cuja taxa passou de 0,51% para -0,51%.

O grupo matérias-primas brutas variou 1,57%, em julho. Em junho, o índice registrou variação de 0,24%. Os itens que mais contribuíram foram: soja (em grão), que passou de -0,44% para 5,26%; milho em grão, de -4,21% para 2,33%, e aves, de 0,98% para 5,18%. Em sentido oposto, destacam-se minério de ferro, 5,90% para 3,09%; bovinos, de -0,26% para -1,32%, e suínos, de 6,98% para 0,62%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,6%, em julho, ante 0,83%, em junho. Cinco das oito classes de despesa registraram decréscimo: despesas diversas, de (5,47% para 0,52%), educação, leitura e recreação (de 0,82% para -0,07%), transportes (de 0,28% para 0,04%), saúde e cuidados pessoais (de 0,79% para 0,56%) e vestuário (de 0,37% para 0,29%).

Apresentaram acréscimo em suas taxas de variação a habitação, de 0,70% para 0,94%; comunicação, de 0,25% para 0,37%, e alimentação, de 0,98% para 0,99%.

Fonte: AB

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Governo não usará reservas para controlar câmbio, diz ministro

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, disse hoje (27) que o governo não estuda usar as reservas internacionais para fazer caixa ou influenciar a flutuação do câmbio. Segundo o ministro, as reservas de US$ 360 bilhões permitem que o governo tenha autonomia sobre a política econômica do país.

“Não há decisão, nenhum plano de venda de reservas internacionais por parte do governo brasileiro”, disse Barbosa após a reunião de coordenação política desta segunda-feira (27), comandada pela presidenta Dilma Rousseff.

“O volume de reservas dá autonomia ao Estado brasileiro para conduzir sua política econômica sem ter que recorrer aos organismos internacionais e, principalmente, dá à sociedade brasileira a capacidade de suportar flutuações cambiais, sem gerar problemas financeiros e fiscais”, argumentou.

O ministro minimizou a resposta negativa dada pelo mercado à redução na meta de superávit primário, anunciada na última semana, e disse que as taxas cambiais irão se estabilizar. “Temos confiança de que os mercados vão se ajustar, e a taxa de câmbio tende a se estabilizar.”

Barbosa reconheceu que a economia brasileira atravessa dificuldades, mas disse que o governo tem “todo o controle da situação” e os instrumentos para reduzir o endividamento e a inflação e retomar o crescimento.

“Estamos em uma fase de reequilíbrio, de ajustes. Nesta fase há aumento temporário da inflação e retração do ritmo da atividade econômica, com flutuação de alguns preços. Mas a direção está mantida, de reequilíbrio macroeconômico, e principalmente a direção de recuperação do crescimento”, explicou.

Nelson está confiante na aprovação, pelo Congresso Nacional, da redução da meta de superávit primário do setor público para 2105, que caiu de R$ 66,3 bilhões para R$ 8,7 bilhões. A revisão tem que ser ratificada pelo Congresso, que precisará aprovar emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2015 e ao projeto da LDO do próximo ano.

“Enviamos [ao Congresso] o que consideramos as metas adequadas, vamos defender a revisão. Acho que há um clima favorável de recepção da revisão por parte do Congresso”, ponderou Barbosa.

Fonte: AB

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Mesmo com crise, mercado de medicamentos no Brasil movimentará R$ 132,15 bi em 2015

Estudo do IBPT traça completo perfil do segmento de produção, distribuição e comercialização de remédios no País

Com expressivo crescimento registrado nos últimos anos, o mercado de medicamentos no Brasil, incluindo todos os canais de distribuição no atacado, varejo e exportações, movimentou 125,07 bilhões em 2014. A expectativa é de que em 2015, mesmo com a desaceleração econômica, o segmento encerre o ano com 132,15 bilhões. As informações estão no estudo concluído pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT),disponível em http://pharma.ibpt.org.br, que traçou um completo cenário deste mercado no País. Com este crescimento, o Brasil figura entre os seis maiores mercados farmacêuticos do mundo, com perspectiva de subir mais uma ou duas posições até 2018.

“O acesso à informação, a expansão de usuários de planos e de seguros privados de saúde, bem como os aumentos do uso da rede pública, entre outros aspectos, estimularam a procura por atendimento médico, e consequentemente, geraram maior demanda por medicamentos”, afirma o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.

O estudo do IBPT ressalta que o aumento na produção e consumo envolve a crescente participação de mercado dos medicamentos genéricos e dos que não exigem prescrição médica.  “Em 2010, os genéricos representavam 17% das vendas no varejo e em 2014, passaram a equivaler a 25% deste nicho, chegando a um quarto do total de medicamentos consumidos no País”, explica Amaral, enfatizando que atualmente há 103 mil farmácias e drogarias, entre matrizes e filiais, que totalizaram ganhos de R$ 50,83 bilhões  na venda de medicamentos em 2014.

Mercado público
Em relação à distribuição pública de remédios à população, o levantamento aponta que 89,17% de toda a compra governamental se destina aos programas do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais e Municipais da Saúde, enquanto 10,83% são adquiridos por outros órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

“Em 2014, o mercado público movimentou R$ 11,58 bilhões, sendo que o governo federal responde por 63,39% da aquisição desses produtos, seguido dos governos estaduais, com participação de 30,31%; e municipais, com 6,30% das compras de medicamentos”, afirma o diretor de negócios do IBPT, Cristiano Lisboa Yazbek.

Tributação
Mesmo com a desaceleração econômica prevista para 2015, estima-se um crescimento nominal em torno de 5,7% no segmento. A empregabilidade também está em alta no setor, que contratou mais de 596 mil trabalhadores no ano passado para a fabricação e comércio dos produtos de uso humano e veterinário. “A alta carga tributária incidente na produção de medicamentos, também retratada no estudo, resulta em mais de 30% de tributos sobre o preço pago no produto pelo consumidor final, sendo um dos principais obstáculos ao crescimento deste mercado e ao acesso da população à saúde. A redução da carga tributária nos remédios poderia ampliar o consumo, além de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, observa Yazbek.

Fonte: AI

Inflação para as famílias de menor renda cai em junho, diz FGV

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que se refere às famílias de menor renda (de até 2,5 salários) caiu 0,1 ponto percentual em junho: ficou em 0,85%. Em maio a taxa variou 0,95%.

O IPC-C1 foi divulgado hoje (6), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A inflação acumulada para as famílias nesta faixa de renda no primeiro semestre do ano foi 7,21%. A taxa acumulada nos últimos doze meses ficou em 9,52%.

Apesar da queda de junho, o IPC-C1 fechou com variação superior ao Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação das famílias com rendimento de até 33 salários. Em junho, O IPC registrou variação de 0,82%. Na taxa anualizada,o resultado acumulado dos últimos 12 meses,  o IPC-C1 também registrou resultado superior ao IPC acumulado dos últimos 12 meses: 9,52. O resultado é 0,37 ponto percentual superior ao índice das famílias de menor renda.

Os dados da FGV indicam que quatro das oito classes de despesa componentes do IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: saúde e cuidados pessoais (1,54% para 0,64%); alimentação (1,16% para 1,02%); habitação (1,16% para 0,97%); e vestuário (0,81% para 0,32%).

Em contrapartida, os grupos transportes (-0,19% para 0,29%); despesas diversas (1,53% para 2,36%); educação, leitura e recreação (0,36% para 0,77%); e comunicação (-0,30% para 0,37%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Fonte: AB

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Preços ao consumidor avançam na terceira semana do mês

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,58% na terceira semana de novembro, alta de 0,08 ponto percentual em relação à segunda semana do mês. Os dados foram divulgados hoje (24) pela Fundação Getulio Vargas.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa tiveram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição veio do grupo alimentação (0,52% para 0,66%). Nesta classe de despesa, destaca-se o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 6,72% para 8,8%.

Também apresentaram elevação os itens transportes (0,30% para 0,52%), educação, leitura e recreação (0,63% para 0,85%), habitação (0,63% para 0,67%) e despesas diversas (0,22% para 0,28%). Nestas classes de despesa, vale destacar a gasolina (0,45% para 1,05%), excursão e tour (-0,02% para 1,12%), tarifa de eletricidade residencial (1,53% para 2,49%) e serviço religioso e funerário (0,20% para 0,57%).

Apresentaram desaceleração, por sua vez, os grupos vestuário (0,62% para 0,44%), saúde e cuidados pessoais (0,48% para 0,44%) e comunicação (0,23% para 0,21%). Destaque para roupas (0,44% para 0,35%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,68% para 0,27%) e mensalidade de televisão por assinatura (0,13% para -0,05%).

Fonte: AB

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Índice de Confiança da Indústria avança 3,9% na prévia de novembro

O Índice de Confiança da Indústria cresceu 3,9% na prévia de novembro, na comparação com o resultado consolidado de outubro. Segundo pesquisa divulgada hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o avanço foi provocado por uma melhoria da percepção dos empresários da indústria em relação ao momento atual.

O Subíndice da Situação Atual avançou 8,8%, atingindo o maior patamar desde junho deste ano. Por outro lado, a confiança dos empresários em relação ao futuro, medida pelo Subíndice de Expectativas, recuou 0,7%.

O resultado preliminar também mostra que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 1 ponto percentual entre o consolidado de outubro e a prévia de novembro, alcançando 83%. Para a prévia foram consultadas 781 empresas entre os dias 3 e 18 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima quarta-feira (26).

Fonte: AB

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Inflação oficial fica em 0,48% na prévia de outubro

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), registrou uma taxa de 0,48% em outubro deste ano. O resultado é superior ao 0,39% da prévia de setembro e igual à taxa observada na prévia de outubro do ano passado. O dado foi divulgado hoje (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPCA-15 acumula taxas de 5,23% no ano e 6,62% no período de 12 meses. A taxa acumulada no ano supera o teto da meta de inflação do governo federal, que é 6,5%.

O IPCA-15 mede a variação dos preços no mercado varejista. Reflete o aumento do custo de vida da população. O período de coleta de preços, que acontece em estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços, concessionárias de serviços públicos e domicílios (para levantamento de aluguel e condomínio), vai do dia 13 do mês anterior ao dia 13 do mês atual.

Os gastos com alimentos foram os principais responsáveis pela alta da prévia da inflação oficial. O grupo de despesas alimentação teve taxa de inflação de 0,69%, influenciada principalmente pelo aumentos de preços de 2,38% das carnes, de 3,52% da cerveja, de 1,75% do frango e de 1,35% do arroz.

O grupo de despesas habitação também teve influência relevante na prévia da inflação oficial de outubro, com uma taxa de 0,8%. Os consumidores sentiram impacto principalmente da energia elétrica (com alta de preços de 1,28%) e de gás de cozinha (de 2,52%).

O custo com vestuário também subiu (0,7%) na prévia de outubro. Os demais grupos de despesas tiveram as seguintes taxas de inflação: despesas pessoais (0,4%), saúde e cuidados pessoais (0,37%), transportes (0,25%), artigos de residência (0,13%) e educação (0,08%). O grupo comunicação não teve inflação.

Fonte: AB

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Projeção de instituições financeiras para crescimento da economia segue em queda

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, está em queda há 17 semanas seguidas. De acordo com pesquisa feita pelo Banco Central (BC), desta vez, a estimativa caiu de 0,33% para 0,30% de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Para 2015, a projeção caiu de 1,04% para 1,01%.

Para a produção industrial, a estimativa de retração, este ano, passou de 1,98% para 1,94%. No próximo ano, a projeção de expansão é 1,6%, contra 1,5% da semana passada.

A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 6,29% para 6,30%, este ano, e de 6,29% para 6,28%, em 2015.

As estimativas estão acima do centro da meta (4,5%) e abaixo do limite superior (6,5%). É função do BC fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.

Essa taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia.

A projeção das instituições financeiras para a Selic, ao final deste ano, foi mantida no atual patamar de 11% ao ano. Para o final de 2015, a projeção passou de 11,50% para 11,25 % ao ano.

A pesquisa semanal do BC também traz a mediana das expectativas para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que foi alterada de 3,77% para 3,72%, este ano, e de 5,52% para 5,50%, em 2015. Para o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), a estimativa segue 3,67%, este ano, e em 5,50%, em 2015.

A estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi ajustada de 5,49% para 5,47%, este ano, e de 5,25% para 5,27%, em 2015.

A projeção para a cotação do dólar foi ajustada de R$ 2,30 para R$ 2,34, ao final deste ano, e segue em R$ 2,45, ao fim de 2015.

Fonte: AB

terça-feira, 2 de setembro de 2014

IPC-S sobe em cinco capitais na última semana de agosto

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou em cinco das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a penúltima e a última semanas de agosto deste ano. A maior alta foi registrada em Salvador (0,36 ponto percentual). O índice na capital baiana passou de -0,18% na terceira semana de agosto para 0,18% na última semana.

As outras quatro capitais com índices em alta foram: Brasília (0,17 ponto percentual, ao passar de 0,09% para 0,26%), Recife (0,14 ponto percentual, ao passar de -0,19% para -0,05%), Rio de Janeiro (0,08 ponto percentual, ao passar de 0,26% para 0,34%) e Belo Horizonte (0,02 ponto percentual, ao passar de 0,12% para 0,14%).

Em São Paulo, a deflação de 0,15% foi mantida nos dois períodos. Porto Alegre foi a única capital que registrou queda na taxa do IPC-S: 0,1 ponto percentual, ao passar de 0,36% para 0,26%. A média nacional do IPC-S, divulgada ontem (1°), ficou em 0,12% na última semana de agosto, 0,06 ponto percentual a mais do que na semana anterior.

Fonte: AB

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Confiança da indústria volta a cair pela oitava vez seguida

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), apresenta queda de 1,2% entre julho e agosto ao atingir 83,4 pontos. Foi o oitavo recuo seguido e o mais baixo nível de avaliação desde abril de 2009 (82,2 pontos). No entanto, a intensidade da queda diminuiu ante as três últimas pesquisas - com -3,2%, -3,9% e -5,1%.

A Sondagem da Indústria de Transformação indica pessimismo maior em relação ao momento presente. O Índice da Situação Atual (ISA) foi negativo em 3,6%, com 82,7 pontos, o menor nível desde março de 2009 (78,5). O Índice de Expectativas (IE) aumentou 1,4%, ao alcançar 84,1 pontos.

O superintendente adjunto de Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo Jr., adverte que os empresários ainda se mantêm cautelosos quanto aos negócios em médio prazo. “A ligeira melhora das expectativas é insuficiente para sinalizar uma efetiva inversão da tendência negativa observada no ano. As previsões tornaram-se mais favoráveis para a produção, com a normalização do número de dias úteis após o fim da Copa, mas, no horizonte de seis meses, o pessimismo continua aumentando”, destaca ele em nota.

O indicador de situação atual dos negócios mostra queda de 7,1% entre julho e agosto, com 78,8 pontos, o menor nível desde abril de 2009 (76,8). Para 8,1% dos consultados, a situação atual é boa ante 10,8% que tinham essa avaliação na apuração passada. Paralelamente, cresceu de 26% para 29,3% os que consideram o ambiente fraco para os negócios.

A proporção de empresas com projeção de aumento da produção teve leve crescimento, ao passar de 27,6% para 27,8%. E a parcela que prevê queda diminuiu de 20,8% para 16,1%. Na sondagem sobre os que esperam melhora para os seis meses seguintes, o percentual teve elevação de 25,6% para 30%, mas também aumentou a parcela dos que apontam piora (de 20,2% para 26,5%).

A pesquisa mostra ainda que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou estável em 83,2%, mas esse é o menor patamar desde outubro de 2009 (82,6%). As consultas foram feitas em 1.176 empresas entre os últimos dias 4 e 22.

Fonte: AB

Inadimplência das empresas atinge maior nível para meses de julho

O número de empresas que deixaram de pagar dívidas cresceu 12,9% em julho na comparação com junho – maior avanço para um mês desde o início da pesquisa em 2000. Quando comparado com julho do ano passado houve alta de 11,4%. No acumulado do ano, o índice registrou alta (6,9%), de acordo com números divulgados hoje (27) pela Serasa Experian.

Os títulos protestados e os cheques sem fundos foram os principais responsáveis pela alta do indicador em julho, com variações positivas de 39,5% e 23,1% e contribuições de 8,6 pontos percentuais e 3,7 pontos percentuais, respectivamente. As dívidas não bancárias (de cartões de crédito e com financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviço) também apresentaram crescimento de 2,7%, com contribuição de 1,1 ponto percentual.

As dívidas com os bancos tiveram queda de 1,8% e contribuíram para que o índice não subisse ainda mais em julho de 2014.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a Copa do Mundo resultou em muitos feriados e paralisações, especialmente durante a fase da disputa de grupos, e reduziu a base de comparação mensal (junho), o que impulsionou os registros de inadimplência em julho.

“Por outro lado, a estagnação da economia, prejudicando a geração de caixa das empresas, a elevação do custo financeiro tendo em vista os juros mais altos neste ano em relação aos vigentes no ano passado e o avanço dos salários acima do crescimento da produtividade vêm proporcionando maiores dificuldades às empresas para honrar seus compromissos financeiros”, informa a instituição.

Fonte: AB

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Produção industrial cai em junho, aponta CNI

A produção industrial registrou queda em junho, ficando em 39,6 pontos, contra 48,4 pontos em maio deste ano e 46 pontos no mesmo mês de 2013. O patamar é o menor desde o início da medição do índice, em 2010. O dado está na Sondagem Industrial divulgada hoje (18) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Além do recuo na atividade, a pesquisa aponta redução no número de empregados e na utilização da capacidade instalada e elevação nos estoques. Para a CNI, houve influência da Copa do Mundo, mas outros fatores também contribuíram para as quedas. A CNI avalia que há aprofundamento de um quadro negativo.

O número de empregados na indústria em junho ficou em 45,2 pontos, contra 46,8 em maio e 48,1 em junho do ano passado. A metodologia da CNI trabalha com uma linha divisória de 50 pontos. Quando indicadores como produção e emprego se afastam desse patamar, o cenário é negativo. A utilização da capacidade instalada, por sua vez, atingiu 68% contra 71% no último mês e 72% no mesmo período de 2013. O resultado também foi o menor desde o início da série mensal do índice.

“O que nos chamou bastante a atenção foi a intensidade da queda [da produção]. O indicador ficou bem abaixo da linha divisória, com queda intensa e disseminada pela indústria. No número de empregados, a leitura é semelhante”, avaliou Marcelo Azevedo, economista da CNI. Segundo ele, há temor de que o cenário cause um impacto global. “A transmissão dessa dificuldade da indústria, via emprego, vai se passando para a economia como um todo”, comenta.

Para Renato da Fonseca, gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, “a Copa do Mundo teve seu efeito na demanda [pela produção industrial], mas o desempenho da indústria vem dando sinais de deterioração durante todo o ano”. Segundo ele, não é possível definir quanto o desempenho ruim é relacionado ao Mundial, que teve vários feriados e cujo incremento na demanda beneficiou somente alguns setores.

“Certamente, [a CNI] não esperava uma queda forte como esta, ou os estoques não estariam crescendo. A indústria começou 2014 esperando um ano melhor. Em junho, fica difícil separar o que é efeito da Copa e o que é um acirramento natural [das dificuldades que a indústria já enfrentava]”.

A Sondagem Industrial de junho mostrou que os estoques efetivos da indústria em relação aos planejados cresceram. Em junho deste ano, o indicador somou 52,1 pontos, contra 51 em maio e 51,4 em junho do último ano. De acordo com a entidade, o índice é o maior desde julho de 2012.

Como principais problemas enfrentados pela indústria no segundo trimestre, os empresários ouvidos para a pesquisa apontaram a elevada carga tributária (citada por 54,5%), a falta de demanda (40,7%), a competição acirrada no mercado (31,3%), o custo da matéria-prima (25,4%) e a falta de trabalhador qualificado (22,6%).

Apesar dos resultados ruins, a expectativa com relação à alta na demanda para os próximos seis meses ficou moderada, em 55,2 pontos. Já a expectativa de quantidade exportada para o período ficou em 49,7 pontos.

Fonte: AB

terça-feira, 24 de junho de 2014

Inflação semanal recua em cinco das sete capitais pesquisadas, constata FGV

A inflação de junho medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) recuou em cinco das sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), com três delas apresentando taxas inferiores à média nacional de 0,34% - um recuo de 0,2 ponto percentual em relação aos 0,36% do IPC-S da semana imediatamente anterior.

Segundo o levantamento do Ibre, entre a semana encerrada em 15 de junho e a de 22 de junho, a menor variação do IPC-S foi verificada mais uma vez em Belo Horizonte, onde a taxa caiu de 0,16% para 0,1%; seguida de Porto Alegre (de 0,2% para 0,16%).

Maior parque fabril do país, São Paulo também apresentou resultado abaixo da média nacional (0,34%). Na capital paulista a taxa passou de 0,3% para 0,28%. Também recuaram, embora acima da média nacional, os índices no Recife (de 0,7% para 0,53%) e em Brasília (de 0,5% para 0,49%).

A maior alta do IPC-S foi registrada em Salvador, onde a taxa ficou estável entre uma semana e outra em 0,62%. No Rio de Janeiro, único capital a registrar alta de preços entre uma semana e outra, a inflação medida pelo IPC-S subiu de 0,33% para 0,4%.

Fonte: AB

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Receita libera lote de restituições do IR retidas na malha fina

A Receita Federal libera da malha fina um lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2013. A consulta será disponibilizada hoje (8), a partir das 9h. Além das declarações de 2013, saíram da malha declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2012, 2011, 2010, 2009 e 2008.

Ao todo serão R$ 159,9 milhões para 73.581 contribuintes, que vão ser depositados no próximo dia 15. Parte dos recursos foi liberada prioritariamente para contribuintes idosos, com deficiência física ou mental ou moléstia grave, como determina a lei.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na internet, ou ligar para o Receitafone 146. O ógão disponibiliza ainda, para  pessoas físicas, aplicativo para tablets e smarthphones que facilita a consulta a declarações do IR e à situação cadastral do CPF.

Os montantes de restituição para cada exercício e a respectiva taxa Selic aplicada podem ser acompanhados na tabela a seguir:


A Receita informou que, caso o valor não seja creditado, o contribuinte pode contactar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio dos telefones 4004-0001 (capitais) e 0800-729-0001 (demais localidades) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em qualquer banco.

Fonte: AB