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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Movimento gay consegue impedir cristãos de exercer sua profissão

Casos aumentam no Canadá, EUA e Inglaterra

Uma intensa luta está acontecendo na área das profissões, imagine só, no Canadá. A liberdade religiosa dos cristãos está em constante rota de colisão com os chamados “direitos de igualdade” de grupos LGBT.

Em 24 de abril, as maiores províncias do Canadá decidiram não admitir para cargos públicos profissionais graduados na Universidade cristã Trinity Western. O motivo é a exigência da escola para que alunos (e professores) voluntariamente assinem no momento da admissão ou contratação, uma declaração se opondo ao casamento homossexual.

Com isso, as províncias da Nova Escócia e Columbia Britânica forçaram os novos advogados formados na Trinity Western a ingressar com um pedido na Suprema Corte do Canadá. Os alunos da universidade afirmam que a mudança na opinião pública nos últimos anos e a legalização do casamento gay têm gerado preconceito contra quem se opõe.

Com o casamento homossexual legalizado no país, os cristãos canadenses estão enfrentando acusações constantes de intolerância. Os líderes de grupos LGBT exigem que a Trinity acabe com a “cláusula discriminatória” que impediria o ingresso de alunos gays.

A instituição cristã alega que isso põe em risco a liberdade religiosa garantida pela constituição.  Mesmo sendo uma escola particular fundada e dirigida por uma instituição religiosa, a tendência é que a Suprema Corte os obrigue a mudar de ideia.

Este novo “embate” entre a liberdade religiosa e os chamados direitos de igualdade chama atenção por ser realizado abertamente em um país como o Canadá.

O ativista gay Joe Arvay deixou claro que “ninguém está pedindo que os estudantes ou professores que são religiosos abandonem suas crenças”, mas quer o fim de práticas que considera homofóbicas e que perpetuam o “discurso de ódio”.

Alguns anos atrás, seria absurdo dizer que os cristãos que acreditam no casamento tradicional heterossexual são semelhantes aos racistas. Hoje, sua postura incita o debate sobre a discriminação contra outros grupos, colocando os gays na mesma categoria que pessoas com deficiência ou as minorias raciais.

Outras instituições de ensino cristãs do país se preparam para o que consideram “efeito dominó”. Elas temem que em breve enfrentarão também limitações nas oportunidades de emprego dos seus graduados.

Em outros países, como no vizinho Estados Unidos, questões profissionais relacionados com a fé têm chegado até os tribunais. Nos últimos meses, dois casos chamaram atenção. Uma panificadora foi condenada a pagar indenização por ter se recusado a fazer um bolo de casamento para um casal gay.

Um estúdio de fotografia que se recusou a fazer as fotos do casamento de duas mulheres chegou até a Suprema Corte.

Já na Inglaterra, um casal cristão, dono de uma pousada, foi obrigado a pagar indenização a um casal homossexual por ter se negado a alugar um quarto para eles. No momento, outros casos similares aguardam pela decisão da justiça.

Fonte: GP / Com informações Frontpage Mag

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Parada do Orgulho LGBT será financiada com dinheiro público

Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal investirão milhões para promover evento gay

Segundo informação do colunista Lauro Jardim do Radar Online da Veja, a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo deste ano será patrocinada mais uma vez com dinheiro público.

Os gastos com o evento gay serão custeados pela Petrobras, Caixa Econômica e Governo Federal. No ano passado, o custo do evento foi de 2,2 milhões de reais.

A Petrobras teria destinado 200 000 reais e a Caixa 50 000 mil reais para apoiar a Parada LGBT.

Em 2012 a Marcha para Jesus do Rio de Janeiro, comandada pelo pastor Silas Malafaia, teve o apoio da prefeitura que investiu cerca de 2,48 milhões de reais no evento evangélico. Na época Malafaia devolveu uma grande parte deste montante aos cofres públicos, R$ 410 mil. Foi a primeira vez que a prefeitura ajudou financeiramente na organização de um evento evangélico na cidade.

Na época Malafaia informou que a Associação Vitória em Cristo, presidida por ele, também colaborou financeiramente com o evento. Apesar de concordar com a ajuda financeira a Parada Gay, Malafaia foi irônico: “Quero ver parada gay devolver algum dinheiro de evento”, disse.

Os valores exorbitantes investidos pelo Governo para promover o evento gay em São Paulo tem sido duramente criticado. O ativista cristão Júlio Severo chegou a denunciar em um dossiê os gastos públicos do Governo Federal para a organização deste tipo de evento.

Fonte: GP

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Após derrota no PL 122, Jean Wyllys dispara contra cristãos e diz que igrejas fabricam “estelionatários e predadores sexuais”

Após a derrota política sofrida com o “sepultamento” do PL 122, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys atacou cristãos em geral e particularmente os católicos e a igreja romana.

No Twitter, citando publicações de outros usuários que divergem dos princípios que ele defende, Wyllys passou a ridicularizar as expressões de ideias que não o agradavam.

Comentando a publicação de um católico que afirmou que os ativistas gays iriam “implantar a cultura gay no inferno”, o deputado ex-BBB disparou: “O bom é que esses ‘cristãos’ nem conjugam burrice com má fé e ódio, né? Que bom que eles entendem a mensagem de Jesus, né? Nessas horas, só a ironia pode responder a essa estupidez e desamor!”, escreveu.

Na sequência, após responder vários internautas contrários a ele com o mesmo tom de sarcasmo e ironia, chamando-os de imbecis, o deputado federal confrontou os católicos contrários à prática homossexual com escândalos recorrentes entre clérigos da Igreja.

“Gritar e levantar o terço contra o abuso sexual praticado por padres contra meninas e meninos, esses ‘católicos’ não fazem, né? Será que os católicos homofóbicos não são capazes de respeitar a dignidade e os direitos dos gays, lésbicas e transexuais católicos?”, escreveu.

Jean Wyllys, dizendo adorar “debochar dos imbecis”, abriu o leque de sua bateria e passou a disparar contra os cristãos como um todo, dizendo que as igrejas haviam se tornado mentoras de criminosos: “As escolas não podem virar ‘fábricas de homossexuais’, mas as igrejas podem ser fábricas de estelionatários e predadores sexuais, né?”, disse ele, rebatendo as críticas ao Plano Nacional de Educação (PNE), que contém artigos polêmicos no que se refere à implantação de políticas públicas que preguem maior tolerância à homossexualidade.

Fonte: GM

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Jean Wyllys estaria com medo de não ser reeleito devido a estratégia do pastor Silas Malafaia - Entenda

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys estaria preocupado com uma suposta estratégia do pastor Silas Malafaia para impedir sua reeleição no próximo ano.

Como em 2010 Wyllys obteve pouco mais de 13 mil votos e foi eleito apenas pelo coeficiente eleitoral, sendo carregado pela expressiva votação de Chico Alencar, agora sua equipe estaria preocupada com a possível candidatura do pastor assembleiano Jefferson Barros.

De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, da Veja, Wyllys desconfia que a filiação do pastor Barros em abril deste ano seria parte de uma estratégia de Malafaia para tirá-lo da Câmara dos Deputados na próxima legislatura.

Com o apoio dos evangélicos, Jefferson Barros poderia ter votação superior à de Wyllys, e caso Chico Alencar repita seu desempenho nas urnas, o pastor tomaria o lugar do ativista gay e ex-BBB.

Fonte: GM

sábado, 10 de agosto de 2013

Pastor Marco Feliciano afirma que foi hostilizado por ativistas gays em avião em pleno voo: “Querem respeito, mas não respeitam”

O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) publicou um relato em seu Twitter de um assédio sofrido por ele durante um voo entre Brasília e São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 09 de agosto

Segundo o deputado federal, ao identificarem sua presença na aeronave, alguns ativistas gays passaram a hostilizá-lo com xingamentos e com a música “Robocop Gay”, dos Mamonas Assassinas. Feliciano afirmou ainda que os passageiros interviram na situação e o defenderam, mas com o tamanho do tumulto, o comandante da aeronave ameaçou retornar à capital federal.

“Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da Azul Linhas Aéreas e o apoio da Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos. Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, dois vieram à minha poltrona gritando, cantando musica bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias. Como não reagi tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”, escreveu o pastor.

Uma internauta que afirmou estar no mesmo voo que o pastor, disse que a maioria dos passageiros era homossexual: “Praticamente 70% dos passageiros do arco-íris… Não foi dessa vez, Feliciano kkkk”, escreveu a usuária Danyzinhaa_25. Um assessor de Feliciano identificado como Bauer confirmou que o piloto considerou retornar a Brasília: “Pastor Marco Feliciano foi hostilizado por gays dentro do avião. Comandante ameaçou retornar. Como cristão, perdoou os anormais”, escreveu.

Outro assessor do deputado, o cantor Roberto Marinho, relatou o episódio de forma mais detalhada em seu Twitter. Segundo Marinho, a Polícia Federal iria deter os ativistas gays, porém Marco Feliciano resolveu não dar queixa.

“Impressionante a falta de vergonha de alguns gays hoje no voo 5019 da Azul. Hostilizaram a Marco Feliciano e a mim com palavrões. Sentamos e ficamos quietos, aí depois da decolagem, 2 deles vieram a nossa poltrona e cantaram a música Robocop Gay dançando, rebolando. Um deles com a câmera na mão filmava, enquanto o outro esfregava o bumbum no meu braço, e também o órgão genital, rebolando e cantando. Tentaram várias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Ouve tumulto. Até que alguns passageiros pediram a retirada deles e que voltassem pros seus lugares. O comandante ameaçou voltar à Brasília se repetisse. Durante todo tempo eu e Marco Feliciano ficamos parados sem reagir a nada. Eu tremia, suava, fiquei indignado com tamanha barbaridade. Chegando em Guarulhos, eles tornaram a desrespeitar e se preparavam para de novo nos afrontar, mas a Policia Federal estava aguardando. O agente federal nos pediu para identificar os arruaceiros e os levar detido, mas Marco Feliciano não quis prestar queixa e liberou eles. Entramos numa van separada pela Azul, viemos para uma sala reservada aqui no aeroporto de Guarulhos. Detalhe: isso não foi a primeira vez. Muitos questionam nossa atitude de não reagir, mas bem sabemos que nossa luta não é contra carne ou sangue… Em 2014 vamos vencer nas urnas”, escreveu Marinho.

O pastor Marco Feliciano tornou-se alvo dos ativistas gays ao ter suas declarações a respeito da homossexualidade repercutidas. A exposição do deputado se tornou maior depois que ele foi eleito para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

Como presidente da CDHM, Feliciano levou à votação o projeto conhecido como “cura gay”, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), que visava a derrubada da proibição do Conselho Federal de Psicologia aos profissionais da área de atenderem homossexuais que buscassem ajuda para reorientação sexual.

Fonte: GM

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Conhecida como a psicóloga que motivou projeto de “cura gay”, Marisa Lobo afirma: “ex-gays existem e precisam ser respeitados”


Essa semana, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) recolocou em pauta de votação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o polêmico projeto apelidado pela mídia de “cura gay”. O projeto, proposto em 2011 pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO), havia sido engavetado pela comissão, e agora foi colocado de novo em discussão pelo deputado.

A psicóloga Marisa Lobo, que é vista como o pivô do projeto, falou sobre a retomada das discussões a respeito da proposta de Campos, e comentou sobre a determinação do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que o projeto visa derrubar, e hoje proíbe que os profissionais de psicologia recebam pacientes que busquem tratamento ou orientação em busca de mudar sua orientação homossexual.

- Eu tive coragem de dizer, como psicóloga, que quem manda na terapia é o paciente e que deve estar em primeiro lugar o desejo dele. Se o desejo dele é de mudar sua condição, opção ou orientação, não sendo doença, o que eu sei que não é e não trato como tal, trato como uma condição humana, eu vou ajudá-lo a mudar – explicou Marisa Lobo, em entrevista ao Jornal Zero Hora.

- E está uma confusão tão grande que a própria resolução diz que tenho que atender o desejo do paciente, ainda que seja para mudar sua condição, orientação ou opção. Eles estão deixando claro que se o paciente quiser mudar sua opção, eu tenho que atendê-lo – completa a psicóloga, que diz ainda que a resolução é contraditória, além de classificá-la como “uma usurpação de poder” e “cerceamento de direito”.

Marisa Lobo comentou ainda que o projeto havia esbarrado no preconceito, por causa da militância da LGBT, mas afirmou que esse talvez não fosse o melhor momento para retomar a decisão, explicando que isso pode motivar uma perseguição religiosa por parte de ativistas gays.

Porém, a psicóloga defende que a discussão proposta pelo projeto é importante, porque trata da dignidade daquelas pessoas que decidiram abandonar a homossexualidade.

- Ao mesmo tempo em que ela [a resolução] diz que é para dar dignidade ao homossexual ela está tirando a dignidade do sujeito que não quer mais ser homossexual – afirma Marisa Lobo.

- O que está acontecendo é que a psicologia é militante da LGBT, e ela não poderia. Quem fiscaliza o Conselho? Ninguém. Então, o Congresso vai fiscalizar – completou.

Ressaltando a importância que vê em reconhecer os direitos dos “ex-gays”, a psicóloga disse ainda estar lutando nesse sentido junto à ONU, através de um relatório no qual relata a existência de tal grupo de pessoas, e pede o reconhecimento dos direitos humanos deles.

- Estou fazendo um relatório provando a existência de ex-gays, tudo registrado em cartório. Tenho quase cem casos, quando chegar em cem, eu vou levar para a ONU, que está me esperando. Vou exigir que essas pessoas sejam reconhecidas, porque assim como os gays têm seus direitos e devem ser respeitados, os ex-gays também existem, estamos cometendo uma injustiça. Se ele deixou de ser gay, é um direito humano dele. – afirmou.

Site Hackeado
Alvo constante de críticas e ataques ideológicos de ativistas gays, Marisa Lobo comentou também nessa semana que teve o seu site hackeado, e que os invasores colocaram imagens de demônios com a mensagem: “somos uma legião, não perdoamos, e não esqueceremos”, segundo o The Christian Post

- Hoje estou muito revoltada e cansada, hackearam meu site www.psicologiacrista.com.br. Estes dias foi meu e-mail da globo.com, entraram no meu face já 3 vezes – informou em seu Facebook.

A psicóloga disse ainda que iria denunciar o ataque virtual à delegacia especializada, e declarou que os ataques que tem sofrido estão prejudicando todo o seu trabalho.

- Vou à delegacia de crimes virtuais, mas é tão cansativo tudo isso, é tanta pressão, que confesso, tenho me sentido como Elias, e querendo sumir deste mundo. Os ataques vêm de todos os lados, e não tenho condições financeiras para estar me defendendo, blindando meus sites, e contratando advogados, meu trabalho tem sido muito prejudicado – desabafou.

- Se alguém se alegra com minha desgraça, pode comemorar, estou no fundo do poço, mas não comemore muito, pois ainda tenho a visão do alto – completou a psicóloga, pelo Twitter.

Fonte: GM

quinta-feira, 25 de abril de 2013

“Marco Feliciano não é homofóbico”, afirma decorador, que é homossexual e amigo pessoal do pastor


As declarações de Marco Feliciano (PSC-SP) sobre a homossexualidade, consideradas preconceituosas por militantes do movimento LGBT, foram comentadas por um amigo do pastor, que é o responsável por fazer a decoração de sua casa e organizar suas festas familiares.

Aluísio Antônio de Souza, de 35 anos, é homossexual assumido e foi citado pelo pastor em diversas entrevistas como uma das pessoas com quem ele se relaciona e que isso provaria que ele não é homofóbico.

O decorador concedeu uma entrevista ao site MSN, e afirmou que não crê que o deputado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) seja homofóbico: “Não, não acredito nisso. Se ele fosse uma pessoa homofóbica e racista, da forma como as pessoas estão falando, ele não me aceitaria na casa dele, da forma como ele aceita. Eu não teria o contato que tenho com a família. Ele sempre me respeitou, minha opção sexual e minha religião. Eu também não sou da religião dele”, disse Souza.

Apesar da relação respeitosa, o decorador afirmou que as declarações polêmicas do pastor o incomodaram: “Olha, às vezes um pouco, mas não necessariamente tanto. Porque são declarações que ele às vezes fez, mas que não souberam interpretar. Ele não é homofóbico. Se ele fosse, aí, sim, incomodariam. Mas, pela amizade que a gente tem, o contato que eu tenho com ele, nunca deixou transparecer isso para mim”, ressaltou.

Já o vice-presidente nacional do PSC, pastor Everaldo Dias Pereira, afirmou à revista Veja que está na hora da sociedade deixar Marco Feliciano trabalhar e avaliar seu desempenho como presidente da CDHM: “Vamos experimentar o contrário: vamos deixar o Feliciano trabalhar. Se ele tiver uma atuação que não seja condizente, nós do partido seremos os primeiros a tomar atitude”, disse.

Pereira, que é um dos nomes mais cotados pelo PSC para disputar a presidência da República em 2014, disse que as declarações feitas pelo pastor Feliciano não foram adequadas, mas mesmo assim ele continua tendo direito a se expressar: “Ele fez declarações inconvenientes, mas, graças a Deus, estamos em um estado democrático e o direito de opinião ainda não é crime no Brasil. O histórico do deputado não é homofóbico nem racista”, ressaltou.

Entretanto, uma das declarações polêmicas do pastor numa pregação antiga, não foi bem recebida por uma pessoa em particular. A viúva do piloto que conduzia o voo que vitimou a banda Mamonas Assassinas afirmou que o pastor foi “infeliz” em suas palavras, quando disse que o acidente havia sido resultado da justiça de Deus.

“Sou moradora de Orlândia há 43 anos, tenho uma filha de 20 anos e uma de 18 e sou conhecida na cidade, como ele é. Foi uma atitude, uma pregação infeliz [...] Neste momento, eu consigo sentir dó, pena de um comentário que chegou a me perturbar, como perturbou às minhas filhas. Mas a gente têm de ser superior nessa hora. Quando o vídeo foi colocado na internet, nos machucou, nos feriu. Porque ele nos conhece, conhece minhas filhas, e sabia que aquela pregação infeliz e inútil nos machucaria”, afirmou, em entrevista ao Estadão.

Fonte: GM

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ativistas gays invadem igreja evangélica e se beijam durante culto; Foto gera revolta no Facebook


O pastor Marco Feliciano continua sendo alvo de protestos por causa da sua permanência na Comissão de Direitos Humanos. As manifestações, em sua maioria liderada por ativistas gays, acontecem inclusive em igrejas pelas quais Feliciano passa.

Parte dos protestos contra o parlamentar, uma foto que mostra duas mulheres se beijando dentro de uma igreja evangélica em Belém durante uma visita do deputado tem causado polêmica entre apoiadores e críticos do parlamentar.

A foto, que começou a circular nas redes sociais no domingo, foi tirada no interior Centro de Convenções no final da pregação do pastor Marco Feliciano, quando os repórteres invadiram a frente do palco para fotografias.

Apoiadores de Feliciano manifestaram indignação com o beijo homossexual dentro da igreja, classificado por eles como um ato de desrespeito.

- Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam… estamos em guerra! – escreveu um apoiador do pastor ao republicar a imagem, segundo o Terra.

Porém, a imagem motivou também novas declarações contra Marco Feliciano, sendo republicada também como forma de protesto contra o deputado.

- Parabéns às duas garotas que foram lá demostrar o amor que uma sente pela outra, que é o mesmo que Jesus prega em toda a Bíblia, não o ódio que é pregado por alguns, como Feliciano – escreveu um crítico do parlamentar.

Feliciano foi criticado também pelo grupo Aliança Cristã Evangélica, que emitiu nota repudiando as declarações feitas pelo deputado, sobretudo suas interpretações teológicas acerca do continente africano.

- Vem a público para repudiar o uso inadequado das Escrituras Sagradas, a Bíblia, juntamente com as interpretações e afirmações daí decorrentes, especificamente as feitas quanto a supostas maldições existentes sobre africanos e negros. Afirmações desta natureza são fruto de leitura mal feita de parágrafos bíblicos, tomados fora do seu contexto literário e teológico, que acabam por colaborar com os interesses de justificar pensamentos e práticas abusivas, contrárias ao espírito da Palavra de Deus, cujo foco está na Justiça, na Libertação e na promoção da Vida e Dignidade Humana – diz a nota.

Essa semana, o deputado ainda prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), negando ter cometido estelionato contra uma produtora de eventos do Rio Grande do Sul. Ele foi acusado de ter recebido R$ 13,3 mil (em valores atualizados) para participar de evento religioso em 2008 e não ter comparecido.

Fonte: O Verbo

terça-feira, 9 de abril de 2013

Pastor Marco Feliciano desabafa, pede “coragem” à Igreja para lutar por liberdade de expressão e diz que “não sabe bater, só apanhar”


O pastor Marco Feliciano ilustrou, durante o 12º Congresso Profético Internacional no dia 28 de março na Bahia, a mudança que a eleição para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) causou em sua rotina, dizendo que sente-se como se estivesse numa praia, sentado, com água de coco gelada e num piscar de olhos, fosse transportado para o meio do oceano, num barco pequeno, sem remo.

Nesse vídeo, Feliciano desabafa sobre sua situação e diz que já perguntou para Deus o porquê de ter sido eleito para a CDHM, e menciona que recebeu mais de 100 mil manifestações de apoio pelas redes sociais, de pessoas dizendo que iriam orar por ele. No entanto, Feliciano pontua que já se questionou se esse apoio não seria covardia, pois orar por ele seria “fácil”, mas ele gostaria de ver a igreja nas ruas, lutando pela liberdade de expressão.

Marco Feliciano afirmou que aprendeu a respeitar seus adversários do movimento homossexual por sua “coragem”, e citou como exemplo um episódio recente em que estava pregando para cinco mil pessoas num evento evangélico, e no meio da mensagem, quatro ativistas gays se levantaram com cartazes de protesto contra ele.

Feliciano disse ainda estar “passando dificuldades” e que devido à impossibilidade de cumprir sua agenda na íntegra, ficou sem recursos para pagar o programa de TV que mantém na CNT, e disse que a direção da emissora “ficou com pena” e permitiu que ele continuasse com o programa pelos próximos três meses, na expectativa que a situação melhore.

O pastor voltou a citar o exemplo de Martin Luther King, também pastor evangélico e ativista dos direitos humanos, que há 45 anos foi morto nos Estados Unidos por lutar pelos direitos civis igualitários, e parafraseou King dizendo que “o que me preocupa não é o grito dos maus, é o silêncio dos bons”.

Confira o depoimento de Marco Feliciano no vídeo abaixo:



Bater e apanhar
Na noite do dia 04 de abril, o pastor Marco Feliciano pregou em um culto na Igreja Batista Avivamento Profético, no bairro Ribeira, em Salvador, e afirmou que está acostumado a sofrer pressão, mas não sabe pressionar.

“Pense em um homem que não sabe bater, mas sabe apanhar. Eu sempre suportei o peso, desde criança enfrentei”, afirmou durante sua pregação, de acordo com informações do G1.

O culto foi marcado por protestos de ativistas gays e manifestações de apoio ao pastor por parte dos fiéis da igreja.

No Twitter, o pastor publicou uma foto de uma homenagem recebida por ele da Federação Brasileira de Defesa dos Direitos Humanos, outorgando-o com um certificado de Defensor dos Direitos Humanos reconhecido pela Assembleia Geral das Nações Unidas. O pastor afirmou ter ficado “emocionado” com a homenagem e glorificou a Deus pelo gesto.

Fonte: GM

segunda-feira, 25 de março de 2013

Psicóloga Marisa Lobo escreve carta aberta ao deputado e ativista gay Jean Wyllys: “O senhor não debate, o senhor ofende”


A psicóloga cristã Marisa Lobo escreveu uma carta aberta ao deputado federal e ativista gay Jean Wyllys, onde critica o parlamentar por ameaças de processo que ela afirma estar sofrendo por se opor às suas ideias. Marisa Lobo afirmou também estar movendo um processo contra o deputado, e afirma que a ação de Wyllys contra ela é motivada por uma mentira.

- Cansada de ser Ameaçada de processo por uma mentira inventada pelo dep @JeanWyllys resolvi mover um processo contra o mesmo de (denunciação caluniosa) assédio moral e calúnia e difamação – escreveu a psicóloga em sua página no Facebook, junto de uma foto em que aparece ao lado de seus advogados.

- Foto dos meus advogados criminalistas (voluntários) que ao ver a vergonha das ameaças que sofro deste cidadão, resolveram pegar minha causa: Dr.Otoniel Oliveira e Dr.Hélio Anjos Ortiz. em reunião escolhendo os ataques de pessoas movidas pela indução das besteiras que diz esse deputado. no vemos então na justiça. Minhas provas segundo Criminalista estão claras. vamos ver as suas (sic) – completou.

Na carta ao deputado, Marisa Lobo afirma que Jean Wyllys se utiliza de palavras desrespeitosas para se referir a ela, o que não condiz com a imagem de um deputado, cargo que ela afirma ter sido alcançado pelo parlamentar por sorte.

Ela diz ainda que as acusações de Wyllys contra ela tem um forte impacto negativo na vida de sua família, e afirma ter provas da falta de tolerância da do deputado, que ela afirma agir por “infantilidade e falta de entendimento de que existam pessoas que são diferentes” dele.

Marisa Lobo afirma ainda que sua luta é pela democracia, e finaliza dizendo que Jean Wyllys deve aprender a respeitar e a se dar o respeito.

Leia a carta na íntegra:

Ao me deparar com as acusações e palavras desrespeitosas do deputado senhor Jean Wyllys se referindo à minha pessoa fiquei muito decepcionada, pois a ofensiva é de um ditador e não condiz com a imagem de um deputado. Aí pensei: não foi a nação que o elegeu foi a “sorte”, talvez por isso não respeite o cargo que ocupa e nem o povo, pois este não votou no mesmo, como prova seus poucos 13 mil votos, é o que penso.

Talvez por não ter tido ainda uma esposa, como o meu marido, não tenha a compreensão de como suas palavras dirigidas a mim podem ofender um marido, e talvez por ainda não ter filhos não saiba avaliar como os meus filhos se sentiram e se sentem com as mentiras que o senhor diz e inventa da mãe deles.

Sr. Jean Wyllys, faço questão, por respeito ao público, falar o seu nome. Porque não tenho o que temer nem a pretensão de manipular ou de arregimentar, nem de deixar situações mal explicadas com intuito de implantar uma dúvida ou uma confusão intelectual na cabeça das pessoas. Sou honesta intelectualmente.

As palavras do deputado sim são caluniosas e desonestas em sua intenção. Duras de ouvir, como mulher e como profissional. O senhor não debate; o senhor ofende, pratica assédio moral e bullying, uma mostra aparente de sua intolerância e de sua falta de limites. Mas o que mais me impressiona é a manipulação dos fatos e a “cara de pau”, me perdoe a expressão, de imputar crimes, calúnias e difamação às pessoas. Lei existe para todos em igualdade, e as leis estão a serviço da verdade, não a seu serviço, deputado. O senhor pratica abuso de autoridade, ou é folgado porque acredita que a imunidade parlamentar possa te autorizar a ofender pessoas e sujar o nome delas por simples orgulho, descaso e ódio? Ou divertimento? Penso ser infantilidade e falta de entendimento de que existam pessoas que são diferentes do senhor, que pensam e sentem diferente.

Eu e milhares de pessoas divulgamos o vídeo a que se refere, e em nem um momento o achei criminoso pois veicula imagens mostrando suas falas agressivas contra cristãos, contra nossa fé, e contra aqueles que se opõem às suas lutas, que nem sempre são legítimas. Alguém tem que ter a coragem, deputado, de te dizer isso. Diferente por exemplo da manipulação daquele programa CQC, onde o senhor perverteu sua fala e implantou maldosamente na mídia que “psicólogos Cristãos praticam tortura”. E isso tenho registrado em ata notarial com meus advogados, isso sim foi grave. Ou quando o senhor atribuiu a notícia de uma violência a homossexual à minha pessoa e à pessoa do pastor Silas Malafaia, induzindo claramente e atribuindo de forma criminosa um crime, uma culpa.

O que tenho a meu favor contra seu discurso de ódio e suas mentiras atribuídas a mim é, por exemplo, uma audiência pública do dia 27/11 em que o senhor participou. A gravação prova que tentei ser imparcial e lutar pelos direitos de todos (homossexuais, evangélicos, ex-gays… Enfim, pessoas humanas), e me pergunto: Quem manipulou com requintes de crueldade as informações? Quem induziu ao erro?

O senhor não me assusta com seus discursos de processo, acredito na justiça. A própria internet prova com datas quem disse e falou o que. E, deputado, não me arrependo de nenhuma palavra que disse do senhor, pois minha luta não é contra o senhor, é contra as suas estrapolações enquanto parlamentar.

Nessa guerra toda, conforme a ultima audiência que participei, ficou claro a minha honestidade. Mas, infelizmente, na sua tentativa de “dar show”, “causar” e atrapalhar os trabalhos, não ouviu uma só palavra, apenas deturpou o momento como sempre e não percebeu como tentei equilibrar e promover a paz. Mas acho que o senhor deseja mesmo é guerra, o que é uma pena. Mas dá ibope né, deputado?

Com suas palavras duras e mentirosas somente confirmei minhas suspeitas: o senhor precisa mais de orações e de alguém que freie suas motivações, pois está agindo como um ditador, travestido de idealista e protetor dos direitos humanos. Pois se fosse sensato dialogaria, como o deputado Marco Feliciano propôs ao senhor. Saiba que está criando uma guerra santa, manipulando pessoas, ações, pensamentos e falas. Sem remorso, sem culpa e sem se importar a quem está ferindo, está dando tiros para todos os lados para ver se consegue acertar em alguém. Vai conseguir, e está conseguindo, machucar muitas pessoas inocentes contradizendo sua luta.

Não se preocupe comigo deputado, sou pequena. O que tenho é minha profissão, que o senhor com suas mentiras e falas maldosas tenta destruir. É desumano o que o senhor faz comigo, eu apenas exerço meu direito de expressão e de professar minha fé; o que o senhor diz de mim é mentiroso. O senhor me usa como bode expiatório porque quer mostrar serviço. Sei que é uma ação orquestrada, que pode me prejudicar como já o fez com suas mentiras e manipulação de fatos, como faz em seu tuites, seu site e suas entrevistas. Tenta sempre me veicular ao curandeirismo, fato que a justiça já está ciente que foi manipulação de pessoas como o senhor, e que em tempo certo responderão por isso.

Em nenhum momento faltei com o respeito com sua pessoa, não usei palavras de baixo calão me referindo a quem quer que seja. Mas sim, contradigo e me oponho a algumas de suas falas por considera-las mentirosas e manipuladoras.

O senhor fala tanto em discurso de ódio, mas só vejo ódio em seus discursos; a não ser quando está em programas de TV, onde faz tipo na frente das câmeras. Me perdoe se estou interpretando errado, mas é o que me parece; são suas atitudes que me levam a acreditar na sua falsidade social, suas palavras são a prova de seu ódio. Eu não odeio o senhor, mas confesso que tenho pedido a Deus para perdoá-lo e conseguir entender suas agressões, pois me parece que o senhor não tolera alguém que se oporem às suas ideias e não aceita o contraditório, fato lamentável para um parlamentar que tem a obrigação de primar pela liberdade de expressão e pela democracia.

Saiba, querido, que não somos deuses nem imortais, e um mandato dura apenas quatro anos. Não temos sempre razão, dialogar é a melhor opção, e devemos ouvir as razões do outro; precisamos muitas vezes sermos frustrados sim, para nos tornarmos seres humanos melhores.

Você pode enganar as pessoas, mas não a todas elas por muito tempo. Uma hora a verdade aparece, e espero por ela. Quanto ao processo que diz estar movendo contra mim: continue, talvez essa seja a chance de provar que o senhor me persegue. Pois eu sou povo, você é o deputado e deveria respeitar o cidadão e dar-se ao respeito.

Marisa Lobo.
Uma cidadã que exerce seu direito à democracia, de se opor aos desmandos de qualquer parlamentar. Tenho o direito ao contraditório.

Fonte: GM

Grupo missionário inicia campanha de oração pelo deputado e ativista gay Jean Wyllys


Alvo de muitas críticas feitas por cristãos, sobretudo devido às suas polêmicas declarações sobre os evangélicos, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys é agora tema de uma campanha de oração promovida por um ministério cristão.

O grupo de missões urbanas intitulado “Ctrl-S” iniciou na última semana uma campanha de oração pela vida do deputado.

Em sua página no Facebook, o grupo missionário incentiva seus seguidores e apoiadores a dedicarem 3 minutos de seu dia orando pela vida do parlamentar. De acordo com os organizadores da campanha, o objetivo é substituir as constantes críticas contra Jean Wyllys por tempo dedicado a orar por ele.

- Movimento de Evangelismo & Intercessão Ctrl-S Missão Urbana esta Orando pela vida dele, nos ajude, Ore! esta pode ser a atitude mais nobre que você pode ter, em vez de critica-lo – publicou o grupo em sua página.Os apoiadores da campanha ressaltam ainda que o objetivo da campanha não é pedir que Wyllys deixe de atuar como representante político, mas sim que Deus se manifeste na vida dele, causando transformação.

- Não estamos orando pela saída do Jean Wyllys do congresso, mas sim para Deus se manifestar na vida dele – afirma o grupo, que completa coma pergunta: – Você acredita que o espirito santo pode mudar a vida do Deputado Jean wyllys?

Através da página do grupo no Facebook, centenas de pessoas afirmaram aderido à campanha de oração, e dizem estar orando pela vida do deputado.

Fonte: GM

sexta-feira, 22 de março de 2013

Pastor Rob Bell se diz favorável ao casamento gay

O polêmico líder da igreja Mars Hill Bible Church, o pastor Rob Bell declarou que é a favor do casamento entre duas pessoas do mesmo sexo como forma de proteger a fidelidade. Segundo informações do Christian Post a declaração do pastor foi feita em um fórum promovido pela igreja inclusiva Grace Cathedral, em São Francisco, Califórnia.

“Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem […] este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam”, falou Rob Bill no fórum.

Recentemente o pastor lançou o livro Love Wins (O Amor Vence) e foi muito criticado por diversos pastores, incluindo John Piper, Matt Carter, Joshua Harris e o também polêmico Mark Driscoll, por fazer apologia ao universalismo, tese que sustenta a ideia de que todos serão salvos, mesmo que não creiam em Cristo.

Muitas falas de Bell tem sido interpretada como uma tendência à pregação do teísmo aberto, crença que sugere a não soberania de Deus e que por isso, não há porque acreditar que Ele não sabe do futuro, e também ao liberalismo, que consiste em negar a literalidade dos milagres, o nascimento virginal de Cristo e a salvação através de Jesus.

O missionário brasileiro, Leonardo Gonçalves, escreveu no site Púlpito Cristão um comentário em que lamenta a tendência de grandes líderes de se inclinarem à uma teologia relativa: “É triste ver este e outros pregadores abraçando o relativismo moral, o liberalismo teológico e a agenda gay, mas devemos lembrar que a Bíblia é clara quanto ao homossexualismo”.

Leonardo citou várias passagens bíblicas condenando Rob Bell, como: Levítico 18:22 –‘Com homem não te deitarás como se fosse mulher; é abominação’ –, e Romanos 1:26, 27 – ‘Pelo que Deus abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram seu uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.

Fonte: GM

Jean Willys em entrevista polêmica acusa pastores da violência contra gays e se diz eleito pela força dos orixás. Assista sem cortes


Circula nas redes sociais evangélicas um vídeo com trechos de uma entrevista concedida no ano passado pelo ativista e deputado Jean Willys entremeados por palavras de ordem, música funesta e edição sensacionalista. O material original é parte do programa Sem Censura exibido no canal Brasil.

As declarações do ativista são, de fato, polêmicas e fortes. Da mesma forma, são igualmente graves os fatos relatados acerca de crimes de ódio.

Willys defende as suas convicções, obviamente, muito diferentes das crenças da maioria dos evangélicos. O ativista vai adiante e apresenta uma opinião acerca do papel da psicologia na questão homossexual tão panfletária de sua causa quanto são as opiniões que combate e mostra que o equilíbrio e a tolerância que tanto preconiza também estão distantes do seu discurso.

Contudo, entendendo que é fundamental avaliar toda a entrevista a fim de pesar a gravidade das declarações, no contexto em que foram feitas, bem como, rebater generalizações, Genizah oferece aos seus leitores a versão integral, sem cortes e sem montagem, do programa.

Um dos aspectos mais polêmicos da entrevista é a surpreendente revelação do entrevistado  acerca da sua religiosidade, o que provoca estranhamento diante do seu discurso habitual.

A participação de Jean Willys se inicia aos vinte minutos e quinze segundos do vídeo (20:15). As declarações polêmicas estão logo adiante e seguem até os quarenta e tantos minutos. Assista, reflita e comente:



Fonte: Genizah

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Ativista gay confessa tentativa de assassinar funcionários de uma organização cristã nos EUA


Na última quarta feira, o ativista gay Floyd Lee Corkins confessou ter sido autor de uma tentativa de matar funcionários cristãos no prédio do Family Research Council (FRC), em Washington DC, no ano passado.

Corkins era voluntário em um Centro da Comunidade LGBT de Washington DC e, segundo o The Christian Post, confessou ter aberto fogo no prédio da organização familiar em agosto, como resposta ao apoio que o presidente da rede de restaurantes Chick-fill-A, Dan Cathy, declarou ao casamento tradicional. Segundo Corkins, seu objetivo era “matar o maior número possível e esfregar sanduíches Chick-fill-A em seus rostos depois de mortos”.

As afirmações de Dan Cathy contra o casamento homossexual intensificaram as discussões sobre a questão homossexual e provocou a ira de ativistas que defendem a causa LGBT no país. As discussões levarão o lobby gay nos Estados Unidos a classificarem FRC como um “grupo de ódio” devido à sua posição sobre o matrimônio e por ter defendido o presidente da Chick fill-A.

Grupos conservadores dos Estados Unidos afirmam que tal classificação motivou o ataque de Corkins, já que a Southern Poverty Law Center (SPLC), uma organização não governamental que defende os direitos civis, foi a responsável por incluir a FRC na lista dos grupos de ódio, por sua forte oposição ao casamento gay.

Floyd Lee Corkins pode pegar até 70 anos de prisão por seus crimes, sendo 30 anos pelo ato de terrorismo com arma contra civis, uma pena de 10 anos por ter sido declarado culpado de transportar uma arma para fora do estado da Virgínia para Washington DC e outra uma pena de 30 anos, agressão com intenção de matar.

Fonte: GM

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Transexual diz estudar teologia para se tornar a primeira reverenda do Brasil; Igrejas inclusivas tem crescido no país


As igrejas inclusivas, onde homossexuais, bissexuais e transexuais são aceitos de maneira aberta, tem crescido no Brasil de forma significativa.

No Brasil, atualmente existem aproximadamente 40 denominações com essa abordagem, sendo lideradas por homossexuais assumidos.

De acordo com informações do Yahoo!, a motivação dos fundadores dessas igrejas é oriunda de uma reação à rejeição do comportamento homossexual nas igrejas tradicionais.

O reverendo Nancy Wilson, líder da Igreja Cristã Metropolitana (ICM) afirma que os frequentadores das igrejas inclusivas não são apenas gays: “Hoje não só atraímos homossexuais como também quem diz: ‘Sou solidário a vocês na busca por mais compreensão religiosa’”.

Na ICM, a transexual Alexya Lucas Salvador afirma ter encontrado espaço para conviver e praticar sua fé: “Eu percebi que eu podia ter uma igreja onde podia ser eu mesma. [...] Me alegro por que posso dizer ‘venham, aqui tem uma casa para vocês’”, disse.

Alexya afirma estar estudando teologia para ser a primeira reverenda transexual do Brasil: “As igrejas cristãs vão ter de se abrir para a homossexualidade, para a transexualidade. Eu sei que eu não vou ver isso, mas estou fazendo parte deste processo”, acredita.

Uma das mais conhecidas igrejas inclusivas do Brasil é a Comunidade Cidade de Refúgio, fundada pela pastora Lana Holder.

A estratégia da denominação para atrair novos frequentadores se passa por reproduzir o ambiente que comumente é frequentado por seu público-alvo: as baladas.

Lana explica que nas festas “EletroGospel” realizadas na Cidade de Refúgio, bebidas alcoolicas não são permitidas: “O objetivo é que todos se divirtam com moderação. Somos cristãos e, portanto, contra qualquer promiscuidade”, pontua.

A expansão dessa modalidade de denominações tem preocupado a Igreja Católica, que assume postura abertamente contrária ao homossexualismo. Na visão de Bento XVI, a prática homossexual ameaça a família.

“Não há como negar a crise que ameaça a família em seus fundamentos – especialmente no mundo ocidental”, disse o Papa, ressaltando que o casamento entre homem e mulher é “o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana”.

Confira no vídeo abaixo, a reportagem do Yahoo! sobre o crescimento das igrejas inclusivas:

Fonte: GM


Fonte: GM

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Evangélicos fazem campanha contra Projeto de Lei de Jean Wyllys para legalizar a prostituição - #ForaPLGabriela


O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), conhecido por ser um militante ativista das causas homossexuais, protocolou junto à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 4.211/12, batizada de lei Gabriela Leite, que visa à regulamentação da atividade de profissionais do sexo. A lei, que se aprovada irá regulamentar a prostituição e torná-la profissão, tem sido combatida por diversos setores da sociedade, principalmente pelos evangélicos.

Um dos opositores do projeto é a feminista Renata Moreno, membro da direção executiva nacional da Marcha Mundial de Mulheres, que afirma que a regulamentação pode levar à “legitimação e naturalização de um modelo de sexualidade opressor e que deve ser mais discutido”.

- Somos críticas a essa visão de que é preciso regulamentar a prostituição. Precisamos fazer um debate amplo sobre o que isso significa, e a Copa é um momento oportuno para isso. Mas precisamos discutir a prostituição não só no âmbito das cidades que vão receber a competição, mas também a prostituição nas rodovias, nas construções de hidrelétricas e nos rincões do país – declarou Renata Moreno, segundo O Estado de Minas.

Os evangélicos também estão se opondo fortemente ao projeto de legalização da prostituição, e divulgado massivamente nas redes sociais uma petição pública contra o projeto de lei. Com o uso da tag #ForaPLGabriela, a petição online contra o projeto Wyllys está sendo divulgada por um grande número de pessoas, entre as quais personalidades conhecidas nacionalmente, como o Deputado Federal Marco Feliciano.

O deputado estadual e pastor, Carlos Henrique (PRB) também se manifestou contra o projeto proposto por Jean Wyllys. De acordo com o deputado sua oposição ao projeto é motivada por questões sociológicas e não propriamente religiosas, por se tratar de uma atividade diretamente ligada ao tráfico de drogas e de mulheres.

- Acho que seria temerário legalizar uma profissão como esta, ligada ao submundo do tráfico de drogas e de mulheres. O Estado precisa de fato dar algum amparo e algum acompanhamento. Essas pessoas não devem ser marginalizadas e abandonadas pelo Estado. Mas não acredito que a legalização seja a saída – afirma o deputado.

Apresentada no congresso em meados de 2012, a PL 4.211/12 foi trazida à discussão devido à insistência de Wyllys para que ele tramite antes da Copa do Mundo e da Olímpiada.

- O projeto é urgente, sobretudo às vésperas dos grandes eventos (…) e não vamos ser ingênuos de achar que os turistas não vão demandar por esse serviço sexual. Então, as prostitutas têm de ter um ambiente seguro para prestar esse serviço – afirmou, em entrevista ao iG.

Essa declaração do deputado causou ainda mais protestos por parte dos opositores da PL, segundo os quais a proposta de Wyllys serviria apenas para transformar o Brasil em um destino para o turismo sexual.

Apesar da manifestação de representantes de diversos setores da sociedade, o deputado tem buscado defender o projeto afirmado que seus opositores são “a bancada conservadora que reúne evangélicos fundamentalistas, católicos fundamentalistas e conservadores laicos, que não são católicos nem evangélicos, mas são conservadores, hipócritas, moralistas”.

O deputado afirmou ainda que a proposta deve ter mais chances de ser aprovada no Congresso do que a da criminalização da homofobia, pois a prostituição é um serviço utilizado por muitos de seus colegas parlamentares.

- As prostitutas, embora estigmatizadas e marginalizadas, são uma categoria menos odiada que os homossexuais. E tem outro fator, eu diria que 60% da população masculina do Congresso Nacional faz uso dos serviços das prostitutas, então acho que esses caras vão querer fazer uso desse serviço em ambientes mais seguros – declarou Wyllys.

Fonte: GM

domingo, 9 de dezembro de 2012

Jean Wyllys chama evangélicos de “fundamentalistas” e “analfabetos funcionais” e causa furor nas redes sociais


O deputado federal Jean Wyllys causou furor nas redes sociais ontem, ao comentar as críticas que recebe de pessoas contrárias à sua linha de atuação no Congresso Nacional, em defesa das propostas de ativistas gays.

Em uma publicação no Twitter, Wyllys reclamou das menções a ele em tweets enviados por evangélicos que discordam de sua postura, e classificou estes de fundamentalistas e analfabetos funcionais: “Confesso que o mais difícil, nos tweets dos fundamentalistas, é ter de ler a redação típica de um analfabeto funcional… É dose!”.

A publicação foi imediatamente respondida por diversos usuários, incluindo a psicóloga Marisa Lobo, que tem se colocado como uma das principais opositoras às iniciativas de Jean Wyllys: “Vergonha alheia: agora o deputado desequilibrado, boca suja, se fazendo de vítima, acusando todos nós de fundamentalistas religiosos, imbecis , e analfabetos funcionais”, protestou.

Marisa Lobo foi seguida por diversos usuários, que criticaram a postura do deputado e sua conduta: “Aquele bigbrotherzinho Jean Wyllys virou o pior da política brasileira! Fora cristofobia”, escreveu o usuário Alexander Dominguez.

Foram feitas menções à eleição do deputado Wyllys, que conseguiu o mandato pelo quociente eleitoral de seu partido. Nas eleições de 2010, o ex-big brother conseguiu apenas 13 mil votos, mas ainda assim, foi eleito, devido à grande quantidade de votos obtidas pelo seu partido, o Psol. “13 mil votos… Piada… Por causa dele foi reaberto o debate sobre o quociente eleitoral”, criticou Leandro Vaz.

A suposta homofobia de cristãos, que discordam dos princípios defendidos pelo movimento homossexual, foi comparada por um dos usuários com as perseguições religiosas pelo internauta Thiago Polêmico:”105.000 cristãos morrendo por ano, resultado de perseguição. Cristianofobia? Por que não fazem uma lei a favor dos cristãos?”

Em meio a tantos protestos, Wyllys publicou outro tweet, questionando se os protestos contra ele eram justos: “Eu mereço essa gente que dissemina ódio aos homossexuais e às religiões de matriz africana e que não quer oposição a essa estupidez?”.

Fonte: GM