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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Movimento gay consegue impedir cristãos de exercer sua profissão

Casos aumentam no Canadá, EUA e Inglaterra

Uma intensa luta está acontecendo na área das profissões, imagine só, no Canadá. A liberdade religiosa dos cristãos está em constante rota de colisão com os chamados “direitos de igualdade” de grupos LGBT.

Em 24 de abril, as maiores províncias do Canadá decidiram não admitir para cargos públicos profissionais graduados na Universidade cristã Trinity Western. O motivo é a exigência da escola para que alunos (e professores) voluntariamente assinem no momento da admissão ou contratação, uma declaração se opondo ao casamento homossexual.

Com isso, as províncias da Nova Escócia e Columbia Britânica forçaram os novos advogados formados na Trinity Western a ingressar com um pedido na Suprema Corte do Canadá. Os alunos da universidade afirmam que a mudança na opinião pública nos últimos anos e a legalização do casamento gay têm gerado preconceito contra quem se opõe.

Com o casamento homossexual legalizado no país, os cristãos canadenses estão enfrentando acusações constantes de intolerância. Os líderes de grupos LGBT exigem que a Trinity acabe com a “cláusula discriminatória” que impediria o ingresso de alunos gays.

A instituição cristã alega que isso põe em risco a liberdade religiosa garantida pela constituição.  Mesmo sendo uma escola particular fundada e dirigida por uma instituição religiosa, a tendência é que a Suprema Corte os obrigue a mudar de ideia.

Este novo “embate” entre a liberdade religiosa e os chamados direitos de igualdade chama atenção por ser realizado abertamente em um país como o Canadá.

O ativista gay Joe Arvay deixou claro que “ninguém está pedindo que os estudantes ou professores que são religiosos abandonem suas crenças”, mas quer o fim de práticas que considera homofóbicas e que perpetuam o “discurso de ódio”.

Alguns anos atrás, seria absurdo dizer que os cristãos que acreditam no casamento tradicional heterossexual são semelhantes aos racistas. Hoje, sua postura incita o debate sobre a discriminação contra outros grupos, colocando os gays na mesma categoria que pessoas com deficiência ou as minorias raciais.

Outras instituições de ensino cristãs do país se preparam para o que consideram “efeito dominó”. Elas temem que em breve enfrentarão também limitações nas oportunidades de emprego dos seus graduados.

Em outros países, como no vizinho Estados Unidos, questões profissionais relacionados com a fé têm chegado até os tribunais. Nos últimos meses, dois casos chamaram atenção. Uma panificadora foi condenada a pagar indenização por ter se recusado a fazer um bolo de casamento para um casal gay.

Um estúdio de fotografia que se recusou a fazer as fotos do casamento de duas mulheres chegou até a Suprema Corte.

Já na Inglaterra, um casal cristão, dono de uma pousada, foi obrigado a pagar indenização a um casal homossexual por ter se negado a alugar um quarto para eles. No momento, outros casos similares aguardam pela decisão da justiça.

Fonte: GP / Com informações Frontpage Mag

sábado, 24 de maio de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Padre Fábio de Melo afirma ser favorável ao casamento gay como garantia de “direitos civis” a homossexuais

Em meio às polêmicas que o Vaticano atravessa com denúncias da existência de um lobby gay na sede da Igreja Católica, o padre cantor Fábio de Mello expressou sua opinião pessoal a respeito do casamento gay e se mostrou favorável à união de pessoas do mesmo sexo.

Durante uma entrevista concedida por ele ao programa Altas Horas, da TV Globo, Fábio de Melo foi questionado sobre o assunto, e disse que a seu ver, a Igreja não deve interferir nesse assunto.

“A gente precisa dividir bem a questão. Uma é a questão religiosa, o posicionamento das religiões, que têm todo o direito de não aceitar, de não ser a favor. É um direito de cada religião. Se você faz parte daquela religião, daquela instituição, você vai submeter-se à regra. Só que há também a questão civil, que não podemos interferir, que não é religiosa,que é o direito de suas pessoas reconhecer uma sociedade que existe entre elas”, afirmou o padre.

Além de cantor, o padre Fábio de Melo é escritor e professor universitário, com pós-graduação em educação, e enfatizou a necessidade de diferenciar os princípios religiosos dos direitos civis.

“Acredito que o esclarecimento que precisamos ter, como líderes religiosos, é justamente a distinção. Se você quiser, pode chamar isso de casamento ou não, mas de uma união que esteja civilmente amparada, para que as pessoas possam garantir direitos que não religiosos. São duas coisas diferentes”, pontuou.

Assista o Vídeo:



Fonte: GM

sábado, 18 de janeiro de 2014

Pastoras lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha se casam em cerimônia religiosa e rebatem críticas: “Fariseus”

As pastoras lésbicas Lanna Holder e Rosania Rocha, líderes da igreja inclusiva Comunidade Cidade de Refúgio, comemoraram 10 anos de relacionamento e realizaram a cerimônia religiosa de casamento num castelo de estilo medieval em Mauá, interior de São Paulo.

A cerimônia foi realizada em dezembro, com a presença de amigos da dupla, familiares e frequentadores da igreja que Lanna e Rosania fundaram.

A pastora Eddy, responsável pela filial da Cidade de Refúgio em Londrina, no Paraná, celebrou a cerimônia. “Foi tudo lindo e perfeito. Receber a Rosania como minha esposa, sob a benção de Deus, foi uma emoção indescritível. Ela estava linda. Vê-la naquele vestido divino em um castelo, reforçaram o que eu já sabia: Ela é uma rainha!”, comentou Lanna Holder.

O pai da pastora Lanna Holder, presente na cerimônia, pediu a palavra para dar sua aprovação ao casamento de sua filha com Rosania Rocha, de acordo com informações do site Mix Brasil.

Lanna e Rosania prestaram homenagens uma à outra. Uma retrospectiva da história das duas juntas foi lida por Lanna, que cantou a música “Intensidade”, composta por ela exclusivamente para Rosania, que cantou a música “Linda Demais”, do grupo secular Roupa Nova.

“Mantivemos a tradição de não ver o vestido antes da cerimônia e quando eu vi, achei que não ia aguentar. Chorei muito”, afirmou Rosania Rocha. O local escolhido para a lua de mel foi Paris, e a viagem foi paga com uma “vaquinha” entre amigos, de acordo com a Veja SP.

No Twitter, Lanna e Rosania atacaram os críticos de sua união classificando-os de cães e fariseus: “Ual! O latido foi grande na terra por aqui hem fariseus? Ainda assim, sem hipocrisia consigo amá-los.que Deus lhes ajudem”, escreveu Rosania

Ual! O latido foi grande na terra por aqui hem fariseus? Ainda assim, sem hipocrisia consigo ama-los.que Deus lhes ajudem.

— rosania rocha (@RosaniaRocha) 9 janeiro 2014

























Fonte: GM

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Após derrota no PL 122, Jean Wyllys dispara contra cristãos e diz que igrejas fabricam “estelionatários e predadores sexuais”

Após a derrota política sofrida com o “sepultamento” do PL 122, o deputado federal e ativista gay Jean Wyllys atacou cristãos em geral e particularmente os católicos e a igreja romana.

No Twitter, citando publicações de outros usuários que divergem dos princípios que ele defende, Wyllys passou a ridicularizar as expressões de ideias que não o agradavam.

Comentando a publicação de um católico que afirmou que os ativistas gays iriam “implantar a cultura gay no inferno”, o deputado ex-BBB disparou: “O bom é que esses ‘cristãos’ nem conjugam burrice com má fé e ódio, né? Que bom que eles entendem a mensagem de Jesus, né? Nessas horas, só a ironia pode responder a essa estupidez e desamor!”, escreveu.

Na sequência, após responder vários internautas contrários a ele com o mesmo tom de sarcasmo e ironia, chamando-os de imbecis, o deputado federal confrontou os católicos contrários à prática homossexual com escândalos recorrentes entre clérigos da Igreja.

“Gritar e levantar o terço contra o abuso sexual praticado por padres contra meninas e meninos, esses ‘católicos’ não fazem, né? Será que os católicos homofóbicos não são capazes de respeitar a dignidade e os direitos dos gays, lésbicas e transexuais católicos?”, escreveu.

Jean Wyllys, dizendo adorar “debochar dos imbecis”, abriu o leque de sua bateria e passou a disparar contra os cristãos como um todo, dizendo que as igrejas haviam se tornado mentoras de criminosos: “As escolas não podem virar ‘fábricas de homossexuais’, mas as igrejas podem ser fábricas de estelionatários e predadores sexuais, né?”, disse ele, rebatendo as críticas ao Plano Nacional de Educação (PNE), que contém artigos polêmicos no que se refere à implantação de políticas públicas que preguem maior tolerância à homossexualidade.

Fonte: GM

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Deputado evangélico Anderson Ferreira usa brecha no regimento da Câmara e anuncia nova versão do projeto apelidado de “cura gay”

Na tarde dessa quarta-feira (03), o deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) protocolou na Câmara um projeto de lei com teor idêntico à proposta do anteriormente feita pelo deputado João Campos (PSDB-GO) e que ficou conhecida como “cura gay”. O PDC 234/2011, de autoria de Campos foi arquivado nessa terça feira (02) a pedido do próprio autor.

Evangélico, Ferreira afirma que existe uma “brecha” no regimento da Câmara que permitiria que a proposta voltasse à votação. As regras da Câmara impedem que proposta igual seja reapresentada no mesmo ano, “salvo deliberação do plenário”.

- Existe essa brecha no regimento, que deixa a decisão para o plenário. Se a Mesa Diretora não deixar o texto tramitar, vou recorrer para o plenário – explicou Ferreira, afirmando ainda que, se a Mesa Diretora decidir barrar a tramitação da proposta, irá recorrer para que o plenário da Casa tome a decisão final.

Anderson Ferreira justificou sua iniciativa afirmando que o projeto proposto por João Campos foi “rotulado pejorativamente pela mídia” como preconceituoso, segundo o G1.

- Tentaram sepultar o projeto ontem [terça]. Mas, na verdade, a decisão do Conselho Federal de Psicologia de proibir o atendimento de homossexuais que procuram psicólogos é um lixo, foi legislar. Restringe a autonomia do psicólogo – argumentou o deputado.

O deputado federal e pastor Marco Feliciano, considerado um dos maiores defensores do PDC 234/2011, comentou, através do Twitter, a reapresentação do projeto, enfatizando que essa manobra política não é de sua autoria, e classificando a atitude de Ferreira como “inapropriada”.

- Gostaria de informar q a reapresentação do PDC 234 apelidado de ‘cura gay’ não é de minha iniciativa e neste momento é inapropriada. Regimentalmente como ele ñ foi arquivado, poderá ser reapresentado no próximo ano. Em conversa com o @depjoaocampos só voltaria em 2015 – afirmou Marco Feliciano pela rede social.

- A iniciativa é do dep @federalanserson a quem respeito muito, todavia acredito q o presidente não aceitará o projeto. E faço aqui este comentário pq a imprensa cita a matéria e ao invés de colocar só a foto do deputado q reapresentou o PDC colocam a minha – completou Feliciano, enfatizando não ter nenhuma relação com a reapresentação do projeto.
O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys também comentou a reapresentação do projeto, afirmando ter sido uma “busca por holofotes” de Anderson Ferreira, mas que acabou como um “tiro no pé”.

- O presidente da Câmara, Henrique Alves, acabou de garantir que projeto de “cura gay”, nessa legislatura, não entrará em pauta. Ou seja, o deputado que representou o projeto de “cura gay”, jogado ontem no lixo, para ganhar holofotes acabou dando um tiro no pé… – declarou o deputado, em publicações no Twitter.

- A maioria da sociedade já se colocou contra essa estupidez chamada “cura gay” e a Câmara não tem outra saída que não ouvi-la. Ou seja, nada a temer; só a fazer: esquecer o medo e continuar lutando! Abraços a tod@s! – finalizou Wyllys.

Fonte: GM

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Pastor Silas Malafaia participa da Marcha para Jesus em São Paulo, e afirma que passeata LGBT foi “fiasco do ativismo gay”

Na tarde desse sábado o pastor Silas Malaia esteve na Marcha para Jesus de são Paulo, evento organizado pela igreja Renascer em Cristo. Durante seu discurso no evento, o líder religioso criticou o que ele classifica como tentativas de calar o povo evangélico, e afirmou que tal povo tem direito de influenciar na sociedade, assim como qualquer outro segmento social.

- Quero mandar um recado aqui, para quem pensa que a gente não é cidadão: Nós somos o povo evangélico como segmento social, cidadãos dessa pátria, e querendo o diabo ou não, nós vamos influenciar – declarou Malafaia, dizendo ainda que “o Estado é laico, mas não é ateu”.

O pastor falou ainda sobre a polêmica em torno do PDC 234/11, que ficou conhecido como projeto da “cura gay”.

- Os ativistas gays plantaram na imprensa uma mentira, uma safadeza de cura gay. Eu sou psicólogo e eu não conheço na psicologia a palavra cura. (…) Nós evangélicos não falamos de cura gay, isso é conversa fiada – afirmou Malafaia, que ainda criticou a política nacional, afirmando que precisamos de menos roubalheira e mais governo.

Antes de sua participação no evento evangélico, Malafaia ironizou o número de pessoas nas manifestações do Dia Mundial do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Pelo Twitter, Malafaia classificou o a passeata LGBT, que segundo o jornal O Globo reuniu mil pessoas no centro do Rio de Janeiro, de “fiasco do ativismo gay”.

- No dia do orgulho LGBT meia dúzia de gente no RJ na Av Rio Branco.a sociedade ñ apóia, apenas a imprensa parcial q anuncia antes e depois – afirmou o líder evangélico.

- Se eu sou ativista gay ficava com vergonha de um fiasco desse nível .a imprensa anuncia antes, durante e depois.vejam as fotos Nos jornais – completou Malafaia.

Veja os vídeos da participação de Silas Malafaia na Marcha para Jesus em São Paulo:

Fonte: GM

“A terapia psicológica é de fundamental importância para quem quer deixar a homossexualidade”, atesta Joide Miranda

Líderes religiosos, incluindo um ex-travesti, reafirmam a importância e necessidade da orientação psicológica para ex-gays

O pastor e ex-travesti Joide Miranda afirmou que a terapia psicológica é fundamental para ajudar quem quer deixar o estado da homossexualidade.  Em debate no Programa de Rádio da ANAJURE, ocorrido na noite desta quinta-feira (27), ele ressaltou que as sessões com a psicóloga foram de extrema necessidade em seu processo pessoal de volta ao padrão natural e normal de heterossexualidade. O programa abordou o tema  “Como superar a prática da homossexualidade”, e contou também com a presença do reverendo Alberto Thieme, criador do projeto ajudagay.org.

Abordando fatos de seu testemunho pessoal, Miranda reassaltou que a função da terapia não é obrigar ninguém a mudar sua orientação sexual, e sim fornecer apoio emocional a quem já optou por voltar à sua orientação sexual original. Ele ainda revelou que a demanda de pessoas que não estão satisfeitas com sua opção sexual é muito grande. Ele próprio atende gays de todo o mundo que buscam ajuda e o exemplo de quem um dia deixou a prática. “Por que não ajudar essas pessoas que estão desesperadas e querem deixar o estado da homossexualidade?”, questionou.

O líder religioso, ex-gay, enfatizou que ninguém nasce homossexual. “Isso é uma mentira que está sendo pregada pela mídia neste dias”, destacou.

Deserto
Miranda contou que sua maior batalha foi travada no nível mental. “Minha mente era totalmente pervertida, mas depois que eu comecei a ser evangelizado, eu deixei todas as minhas amizades, pois naquele momento elas só iam me prejudicar. Passei a buscar coisas novas, vieram muitos conflitos e noites mal dormidas, foi uma luta muito grande no meu interior”, revelou.

Segundo ele, tem que haver uma renúncia, para que a pessoa tenha sua mente transformada. “Se você tinha um natureza pecaminosa, tem que lutar para que essa natureza nova sobrepuje a velha. Não é um processo fácil, é uma trajetória pelo deserto, tem que pagar o preço.” Mas ele ressaltou que a vitória vem com a luta depois de passar pelo “vale”.

Ele voltou a falar da extrema importância que teve com o apoio de uma profissional de psicologia. “Meu interior estava todo bagunçado. Eu colocava meus sentimentos para fora, e a Dra. Rosalba me ajudou a resgatar minha verdadeira identidade”, atesta.

Ele contou que enquanto estava na prática homossexual tinha uma vida abastada e gozava de fama e prestígio como travesti na Europa. Revelou também que alternava momentos de aparente alegria com depressão, pela perspectiva sombria dos anos vindouros, a exemplo de seus amigos mais velhos.  “Eu vivia momentos alegres, hoje tenho uma felicidade plena”, revelou.

O reverendo Alberto Thieme, que fundou instituições e orfanatos que abrigavam crianças de rua explicou que atualmente também trabalha com homossexuais. Coordena atualmente o projeto ajudagay.org, que surgiu com a necessidade de atender aos pedidos de diversos homossexuais que manifestavam querer deixar a prática.

PDC 234/2011
O Projeto de Decreto Legislativo 234/2011, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos, presidida pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP). Entre outros pontos, permite que psicólogos atendam homossexuais que expressem sua vontade de deixar a prática.

O PL propõe a suspensão da validade de dois artigos de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia, em vigor desde 1999. Um dos trechos da Resolução nº 1/99 que o deputado quer suprimir é o parágrafo único do Artigo 3º, que estabelece que psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades. Além desse trecho, propõe a suspensão do Artigo 4º, que proíbe a manifestação pública que reforcem “preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais”.

Segundo o reverendo Thieme, depois de 1999, seus ministérios passaram a sofrer restrições com a resolução do Conselho Federal de Psiciologia. “Então as instituições hoje estão sofrendo por não poder contar com a ajuda desse profissionais que colaboram e muito no suporte psicológico aos que necessitam”, descreve o reverendo Thieme.

O projeto já ajudou 68 pessoas em oito meses de existência. Quem quiser participar e receber ajuda deve entrar no blog www.defesahetero.org ou enviar email para o email: defesa_hetero@yahoo.com .

Fonte: AI







Sobre a ANAJURE

A Associação Nacional dos Juristas Evangélicos - ANAJURE foi fundada com a missão de constituir-se uma entidade de promoção e defesa das liberdades civis fundamentais – em especial a liberdade religiosa e de expressão. Empenhada na defesa dos deveres e direitos humanos fundamentais, em especial o princípio da dignidade da pessoa humana, sua atuação está pautada nos pilares do Cristianismo e do Estado Democrático de Direito.

Em seu corpo diretivo constam nomes do mais alto gabarito da cena jurídica nacional. Cada região brasileira está representada por meio de juristas, procuradores, juízes e desembargadores, entre outros, que integram o Conselho Diretivo e Consultivo da associação.

Com domicílio na cidade de Campina Grande, Paraíba, possui seu escritório de representação em Brasília – DF.

sábado, 29 de junho de 2013

Pesquisas indicam que casos de homofobia triplicaram

O registro de casos de violência por homofobia indica que no ano passado triplicou o atendimento na rede pública.

E o atendimento na rede pública deverá ser obrigatório. Para a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, a diminuição da violência requer ação conjunta de setores como: saúde, segurança pública, justiça, educação e assistência social.

O relatório sobre Violência Homofóbica indica que 3.084 denúncias e 9.982 violações de direitos humanos registradas em 2012. No ano passado foram 1.159 denúncias de violência e 6.809 violações de direito. Também obteve crescimento de 183% no registro de violência por homofobia, de 1.713 para 4.851.

“Este é um instrumento fundamental para o enfrentamento à violação e promoção de direitos”, destacou o coordenador-geral de Promoção dos Direitos LGBT, Gustavo Bernardes.
Em 2012 as denuncias mais comuns foram; violência psicológica, discriminação e violência física. Diferente de 2011, onde as denúncias em sua grande maioria partiram das vítimas, no ano passado em mais de 71% dos casos, foram terceiros que nem sequer conheciam as vítimas os autores das denúncias.

Como essa é a segunda edição do “Relatório Sobre Violência Homofóbica”, a comparação dos dados sobre as agressões contra a população LGBT é inédita no País. “Este é um instrumentos fundamental para o enfrentamento à violação e promoção dos direitos LGBT”, destacou coordenador-geral de Promoção dos Direitos LGBT, Gustavo Bernardes.

Entre 15 e 29 anos (61,6%), são os que mais sofreram alguma violência, e mais da metade dos agressores conheciam a vítima. Com base em dados do Disque Direitos Humanos, Central de Atendimento à Mulher e 136 da Ouvidoria do Ministério da Saúde se chegou a estes números.

Fonte: O Verbo

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Promotor de Justiça cancela casamento gay em Santa Catarina

Henrique Limongi, promotor de justiça, cancelou casamento gay em Florianópolis nesta semana. Na habilitação de casamento, a autoridade escreveu que só prestigia união estável ou entidade familiar, se esta for entre um homem e uma mulher.

Embora argumentasse sobre a lei em vigor, a autoridade foi contra a resolução do Conselho Nacional de Justiça que autoriza os cartórios e o Ministério Público a aceitarem o casamento homoafetivo.

O casamento estava marcado para o dia 22 de julho, Leandro Aparecido Gomes e o companheiro já gastaram cerca de R$ 10 mil, mas em uma semana receberam do cartório a notícia do cancelamento do casamento.  ”Estamos super chateados, inclusive tínhamos tudo marcado até viagem de lua de mel. É uma programação de uma vida inteira, para em pouco tempo ser totalmente desmanchado” relata Leandro.

A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) de Santa Catarina autorizou a partir de 29 de abril deste ano a formalização da união civil entre pessoas do mesmo sexo. Agora casais homoafetivos podem realizar união em cartórios de registro civil. Leandro diz que não consegue dormir há três dias.

“Estou muito triste. A gente já vive junto há três anos, a gente já tem uma relação. O que queremos é só concretizar um sonho. Um direito que foi conquistado, que é da gente. Só isso que a gente quer”, conta. No estado de Santa Catarina já foram registrados 44 casamentos em 12 municípios, inclusive em Florianópolis.

“Para acabar com esse problema e discussão, precisaríamos que o Congresso Nacional fizesse seu trabalho e autorizasse por lei o casamento entre pessoas do mesmo sexo” explica o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Santa Catarina (Anoreg/SC), Otavio Guilherme Margarida.

Fonte: O Verbo

terça-feira, 4 de junho de 2013

Parada gay reuniu 220 mil pessoas, diz Datafolha; Pastor Silas Malafaia ironiza: “Sobrevivem de mentira e jornalismo tendencioso”

O pastor Silas Malafaia criticou a realização da Parada Gay em São Paulo e as motivações políticas dos ativistas gays, dizendo que há manipulação de dados a respeito do número de participantes no evento.

Os organizadores do evento anunciaram que eram esperados 4 milhões de participantes, e ao final do evento, alegaram que devido à chuva, 3 milhões haviam comparecido. A Polícia Militar não realizou a medição de público no evento.

O número divulgado pelos organizadores, no entanto, apresenta uma diferença substancial em relação à medição de público realizada pelo Datafolha. Pelo segundo ano consecutivo, o instituto aplicou uma metodologia desenvolvida exclusivamente para aferir a quantidade de participantes em grandes eventos e manifestações públicas.

De acordo com a Folha de S. Paulo, o público deste ano na Parada Gay foi 220 mil pessoas em média, 18,5% menor do que o de 2012, que havia sido de aproximadamente 270 mil pessoas.

No Twitter, o pastor Silas Malafaia ironizou o baixo público do evento e criticou veículos de comunicação, em especial os ligados às Organizações Globo, que superdimensionaram a quantidade de participantes.

“Parada Gay: Rede Globo, rádio Globo e CBN no sábado falaram que a parada ia ter mais de 3 milhões de pessoas. O que aconteceu? Fiasco. Tem mais… Jornal O Globo, às 19h disse que a Parada Gay tinha 400 mil pessoas. Se você acessar agora o número aumentou para 600 mil. Que vergonha! Ativistas gays só conseguem sobreviver da mentira e jornalismo tendencioso. Ano passado, o datafolha mediu o público da parada: 270 mil pessoas [...] Aí pessoal, do jeito que aumentam a cada hora o número da Parada Gay, talvez amanhã ao meio- dia chegue a 3 milhões”.

Confira o infográfico da Folha de S. Paulo com a medição realizada da Parada Gay:

Click na imagem para ampliar.

Fonte: GM

quinta-feira, 23 de maio de 2013

PSC entra com recurso para sustar a decisão do CNJ sobre o casamento gay

Nesta terça-feira (21) o Partido Social Cristão (PSC) entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga os cartórios de todo o Brasil a celebrar a união entre pessoas do mesmo sexo.

O tema foi proposto pelo presidente do conselho, ministro Joaquim Barbosa, e aprovado por 14 votos a 1 durante uma sessão do CNJ e causa polêmica por não ter sido debatido no Congresso.

Em 2011, o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu, em decisão unânime, a equiparação da união homossexual à heterossexual. Com isso, casais gays de todo o país têm diversos direitos assegurados.

Ao entrar com o mandado de segurança, o partido diz que a decisão não tem validade por não ter passado pelo processo dentro do Poder Legislativo. “O CNJ não tem legitimidade para normatizar o tratamento legal das uniões estáveis constituídas por pessoas de mesmo sexo, sem a existência de legislação”, diz trecho do recurso.

O PSC chegou a dizer no documento que o ministro Joaquim Barbosa, presidente do CNJ e do STF, agiu com “abuso de poder” para impedir que o tema passasse pelos parlamentares.

No documento do PSC entregue ao STF, o partido se posiciona como cristão e diz que “é totalmente contrário à união entre pessoas do mesmo sexo e sempre se posicionará neste sentido no Congresso”.

Fonte: O Verbo

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Casais homoafetivos já podem registrar casamento civil nos cartórios do Rio de Janeiro


Rio de Janeiro – Foi publicado hoje (20), no Diário de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o Aviso 632/2013, do corregedor-geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Valmir de Oliveira Silva, que determina aos cartórios que façam o registro de casamento entre pessoas do mesmo sexo sem a necessidade de análise por um juiz.

A norma proíbe que os pedidos sejam negados em função da identidade de sexo do casal, conforme determina a Resolução 175 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Na semana passada, casais homoafetivos ainda enfrentavam dificuldades para conseguir o registro de casamento civil, mesmo com a decisão do CNJ, que determina o registro de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo nos cartórios de todo o Brasil.

Agora, com a publicação da norma da Corregedoria-Geral de Justiça que reafirma a decisão nacional tomada na semana passada, a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpen-RJ) informa que procederá de acordo com a resolução do CNJ.

A decisão do CNJ está baseada no julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou inconstitucional a distinção do tratamento legal às uniões estáveis homoafetivas, e ainda na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que julgou não haver obstáculos legais à celebração de casamento de pessoas do mesmo sexo.

Fonte: AB

domingo, 19 de maio de 2013

Resolução da Justiça que obriga todos os cartórios realizarem casamento gay é repudiada por líderes políticos e religiosos


A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obrigou cartórios de todo o país a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, e entrou em vigor nesta quinta-feira, tem causado polêmica e sido motivo de rejeição por líderes de vários setores da sociedade.

O senador Magno Malta se posicionou contra a decisão do Conselho durante o seminário “Os Desafios da Sociedade Pós-Moderna Pela Valorização da Vida e Fortalecimento da Família”, evento no qual o parlamentar discursou afirmando que a medida desrespeita o Poder Legislativo.

- O CNJ cuspiu, rasgou e violou o Código Civil Brasileiro e ainda vilipendiou o Congresso Nacional – afirmou Magno Malta.

De acordo com sua assessoria de imprensa, após o concorrido evento que lotou o auditório Petrônio Portela, no Senado Federal, com convidados de diversos setores mobilizados da sociedade, usou o plenário para demonstrar a indignação com o que classificou com uma interferência do CNJ no poder legislativo, e prometeu entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade – ADIN – no Supremo Tribunal de Justiça contra a ingerência no legislativo.

- Vou sustar esta resolução que entrou no afogadilho de uma reunião no CNJ. Passou dos limites – completou o senador.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) também se manifestou a respeito do tema, afirmando se tratar de um ato contra a constituição e em prol de uma parcela da sociedade que busca privilégios, e não igualdade.

- O Judiciário, a exemplo do Supremo, tem avançado sobre a Constituição. Está bem claro na Constituição aqui: a união familiar é um homem e uma mulher. (…) Essas decisões aí só vêm a cada vez mais solapar a unidade familiar, os valores familiares: vai jogar tudo isso por terra – afirmou o deputado, que disse também que a resolução “é o prolongamento de decisões que não caberiam a eles”.

De acordo com o Terra, Bolsonaro também disse que usará seu poder como parlamentar para continuar lutando e pregando contra a decisão, defendendo a parcela da sociedade que é representada por ele.

- Eu sou parlamentar para pregar o que eu bem entender. Se eu achar que jornalista tem que ir para o pau de arara, eu posso falar! Eu posso ir buscar assinaturas para a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) nesse sentido. Eu posso falar a besteira que eu quiser! Por isso que eu tenho imunidade, é para falar, dar opiniões, representar uma parte da sociedade – afirmou.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), também comentou a decisão do CNJ. Em nota, a entidade afirmou que “o matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural”.

- As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos filhos. – ressalta a nota.

A CNBB ressalta também que a decisão do CNJ causa confusão entre as competências dos poderes do estado, por mostrar o poder Jurídico atuando em uma esfera que cabe ao Legislativo.

- Com essa Resolução, o exercício de controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis – completa a nota da CNBB.

Fonte: GM

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Conhecida como a psicóloga que motivou projeto de “cura gay”, Marisa Lobo afirma: “ex-gays existem e precisam ser respeitados”


Essa semana, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC-SP) recolocou em pauta de votação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o polêmico projeto apelidado pela mídia de “cura gay”. O projeto, proposto em 2011 pelo deputado federal João Campos (PSDB-GO), havia sido engavetado pela comissão, e agora foi colocado de novo em discussão pelo deputado.

A psicóloga Marisa Lobo, que é vista como o pivô do projeto, falou sobre a retomada das discussões a respeito da proposta de Campos, e comentou sobre a determinação do Conselho Federal de Psicologia (CFP) que o projeto visa derrubar, e hoje proíbe que os profissionais de psicologia recebam pacientes que busquem tratamento ou orientação em busca de mudar sua orientação homossexual.

- Eu tive coragem de dizer, como psicóloga, que quem manda na terapia é o paciente e que deve estar em primeiro lugar o desejo dele. Se o desejo dele é de mudar sua condição, opção ou orientação, não sendo doença, o que eu sei que não é e não trato como tal, trato como uma condição humana, eu vou ajudá-lo a mudar – explicou Marisa Lobo, em entrevista ao Jornal Zero Hora.

- E está uma confusão tão grande que a própria resolução diz que tenho que atender o desejo do paciente, ainda que seja para mudar sua condição, orientação ou opção. Eles estão deixando claro que se o paciente quiser mudar sua opção, eu tenho que atendê-lo – completa a psicóloga, que diz ainda que a resolução é contraditória, além de classificá-la como “uma usurpação de poder” e “cerceamento de direito”.

Marisa Lobo comentou ainda que o projeto havia esbarrado no preconceito, por causa da militância da LGBT, mas afirmou que esse talvez não fosse o melhor momento para retomar a decisão, explicando que isso pode motivar uma perseguição religiosa por parte de ativistas gays.

Porém, a psicóloga defende que a discussão proposta pelo projeto é importante, porque trata da dignidade daquelas pessoas que decidiram abandonar a homossexualidade.

- Ao mesmo tempo em que ela [a resolução] diz que é para dar dignidade ao homossexual ela está tirando a dignidade do sujeito que não quer mais ser homossexual – afirma Marisa Lobo.

- O que está acontecendo é que a psicologia é militante da LGBT, e ela não poderia. Quem fiscaliza o Conselho? Ninguém. Então, o Congresso vai fiscalizar – completou.

Ressaltando a importância que vê em reconhecer os direitos dos “ex-gays”, a psicóloga disse ainda estar lutando nesse sentido junto à ONU, através de um relatório no qual relata a existência de tal grupo de pessoas, e pede o reconhecimento dos direitos humanos deles.

- Estou fazendo um relatório provando a existência de ex-gays, tudo registrado em cartório. Tenho quase cem casos, quando chegar em cem, eu vou levar para a ONU, que está me esperando. Vou exigir que essas pessoas sejam reconhecidas, porque assim como os gays têm seus direitos e devem ser respeitados, os ex-gays também existem, estamos cometendo uma injustiça. Se ele deixou de ser gay, é um direito humano dele. – afirmou.

Site Hackeado
Alvo constante de críticas e ataques ideológicos de ativistas gays, Marisa Lobo comentou também nessa semana que teve o seu site hackeado, e que os invasores colocaram imagens de demônios com a mensagem: “somos uma legião, não perdoamos, e não esqueceremos”, segundo o The Christian Post

- Hoje estou muito revoltada e cansada, hackearam meu site www.psicologiacrista.com.br. Estes dias foi meu e-mail da globo.com, entraram no meu face já 3 vezes – informou em seu Facebook.

A psicóloga disse ainda que iria denunciar o ataque virtual à delegacia especializada, e declarou que os ataques que tem sofrido estão prejudicando todo o seu trabalho.

- Vou à delegacia de crimes virtuais, mas é tão cansativo tudo isso, é tanta pressão, que confesso, tenho me sentido como Elias, e querendo sumir deste mundo. Os ataques vêm de todos os lados, e não tenho condições financeiras para estar me defendendo, blindando meus sites, e contratando advogados, meu trabalho tem sido muito prejudicado – desabafou.

- Se alguém se alegra com minha desgraça, pode comemorar, estou no fundo do poço, mas não comemore muito, pois ainda tenho a visão do alto – completou a psicóloga, pelo Twitter.

Fonte: GM

sábado, 4 de maio de 2013

Lana Holder, pastora homossexual diz que fez de tudo para deixar a prática e hoje é líder de uma igreja inclusiva


Lanna Holder, líder de uma igreja evangélica inclusiva que aceita homossexuais, participou juntamente com sua parceira, Rosania Rocha, de uma entrevista ao site Vírgula Lifestyle, onde elas falaram de como foi que criaram a Comunidade Cidade Refúgio, e comentaram sobre a visão da homossexualidade de alguns líderes evangélicos.

Com o passar do tempo, Lanna se tornou uma missionária conhecida no Brasil por pregar testemunhando a cura da homossexualidade, porém ela afirma que ainda tinha desejo por mulheres. “Eu nunca vivenciei nenhum processo de cura, mesmo assim segui numa busca constante para deixar de ser lésbica”, disse.

“Fiz tudo o que a igreja mandou fazer para deixar de ser lésbica: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo. Depois de tudo, minha orientação sexual não mudou e então cheguei à conclusão de que fazia parte da minha natureza”, completou Lanna.

Sua parceira, Rosania também falou com a reportagem comentando que Lanna foi sua primeira experiência homossexual. Hoje elas vivem casadas e acreditam que a orientação sexual não é algo condenado por Deus.

Sobre a diferença entre a Cidade Refúgio e outras igrejas evangélicas, Lanna explica que elas não interpretam os versículos bíblicos que condenam a homossexualidade da forma como as outras igrejas, incluindo a Católica, interpretam.

“A Bíblia do gay é a mesma do hétero, a única diferença é que interpretamos diferente a questão da homossexualidade”, disse.

Durante a entrevista o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o pastor Silas Malafaia foi citado sendo um dos pastores mais polêmicos quando se trata de homossexualidade. Lanna lamenta a forma que o pastor tem se declarado e ressalta que isso tem afastando homossexuais da igreja.

“Ele tem um discurso prepotente de dono da verdade e usa de muita ira para se referir aos gays. Lamentamos muito isso, porque o Silas Malafaia afasta todos os gays da igreja, pois eles acabam achando que todos os pastores pensam dessa forma”, disse ela, afirmando que o pastor deve “pregar a palavra de Deus e parar de fazer polêmicas”.

Outro pastor evangélico citado foi o presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), o deputado Marco Feliciano, que Rosania afirma que tudo que ele está fazendo é para ganhar holofotes. “A única coisa que temos a dizer ao Feliciano é: “cresça”! Ele é uma pessoa narcisista e tudo o que ele faz é para ganhar holofotes. Infelizmente ele está conseguindo isso da pior maneira possível”, exclamou.

Fonte: O Verbo

quinta-feira, 25 de abril de 2013

“Marco Feliciano não é homofóbico”, afirma decorador, que é homossexual e amigo pessoal do pastor


As declarações de Marco Feliciano (PSC-SP) sobre a homossexualidade, consideradas preconceituosas por militantes do movimento LGBT, foram comentadas por um amigo do pastor, que é o responsável por fazer a decoração de sua casa e organizar suas festas familiares.

Aluísio Antônio de Souza, de 35 anos, é homossexual assumido e foi citado pelo pastor em diversas entrevistas como uma das pessoas com quem ele se relaciona e que isso provaria que ele não é homofóbico.

O decorador concedeu uma entrevista ao site MSN, e afirmou que não crê que o deputado presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) seja homofóbico: “Não, não acredito nisso. Se ele fosse uma pessoa homofóbica e racista, da forma como as pessoas estão falando, ele não me aceitaria na casa dele, da forma como ele aceita. Eu não teria o contato que tenho com a família. Ele sempre me respeitou, minha opção sexual e minha religião. Eu também não sou da religião dele”, disse Souza.

Apesar da relação respeitosa, o decorador afirmou que as declarações polêmicas do pastor o incomodaram: “Olha, às vezes um pouco, mas não necessariamente tanto. Porque são declarações que ele às vezes fez, mas que não souberam interpretar. Ele não é homofóbico. Se ele fosse, aí, sim, incomodariam. Mas, pela amizade que a gente tem, o contato que eu tenho com ele, nunca deixou transparecer isso para mim”, ressaltou.

Já o vice-presidente nacional do PSC, pastor Everaldo Dias Pereira, afirmou à revista Veja que está na hora da sociedade deixar Marco Feliciano trabalhar e avaliar seu desempenho como presidente da CDHM: “Vamos experimentar o contrário: vamos deixar o Feliciano trabalhar. Se ele tiver uma atuação que não seja condizente, nós do partido seremos os primeiros a tomar atitude”, disse.

Pereira, que é um dos nomes mais cotados pelo PSC para disputar a presidência da República em 2014, disse que as declarações feitas pelo pastor Feliciano não foram adequadas, mas mesmo assim ele continua tendo direito a se expressar: “Ele fez declarações inconvenientes, mas, graças a Deus, estamos em um estado democrático e o direito de opinião ainda não é crime no Brasil. O histórico do deputado não é homofóbico nem racista”, ressaltou.

Entretanto, uma das declarações polêmicas do pastor numa pregação antiga, não foi bem recebida por uma pessoa em particular. A viúva do piloto que conduzia o voo que vitimou a banda Mamonas Assassinas afirmou que o pastor foi “infeliz” em suas palavras, quando disse que o acidente havia sido resultado da justiça de Deus.

“Sou moradora de Orlândia há 43 anos, tenho uma filha de 20 anos e uma de 18 e sou conhecida na cidade, como ele é. Foi uma atitude, uma pregação infeliz [...] Neste momento, eu consigo sentir dó, pena de um comentário que chegou a me perturbar, como perturbou às minhas filhas. Mas a gente têm de ser superior nessa hora. Quando o vídeo foi colocado na internet, nos machucou, nos feriu. Porque ele nos conhece, conhece minhas filhas, e sabia que aquela pregação infeliz e inútil nos machucaria”, afirmou, em entrevista ao Estadão.

Fonte: GM

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Evangélicos protestam na Câmara contra deputados mensaleiros do PT e pastor Silas Malafaia ironiza: “Será que o ativismo gay aprenderá com a gente?”


Os deputados José Genoíno e João Paulo Cunha, ambos do PT de São Paulo, se tornaram alvo de um protesto silencioso de evangélicos, que pedem a saída dos dois da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

O protesto, realizado hoje durante uma reunião da CCJ na Câmara, se deve ao fato de que ambos foram condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no processo do mensalão.

No total, cerca de 40 evangélicos compareceram à reunião, segurando cartazes com frases como “Fora dep. Genoíno” e “Fora dep. João Paulo Cunha”, além de dizeres “a favor da vida” e “Sim à família”.

No grupo, haviam fiéis e pastores da Assembleia de Deus do Gama, cidade satélite de Brasília. Anteriormente, o mesmo grupo já compareceu a reuniões da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) para se manifestar em apoio ao pastor Marco Feliciano (PSC-SP).

O deputado João Paulo Cunha não estava presente à reunião, e José Genoíno afirmou aos jornalistas que não se importava com a manifestação: “Não respondo a provocação”, disse, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

O pastor Silas Malafaia, escreveu em seu site, um comentário sobre o caso, dizendo que os evangélicos deram “uma aula de democracia e civilidade”, pois protestaram de forma tranquila, exercendo seu direito: “Nenhuma gritaria, nenhum palavrão, nenhum cartaz com ofensas morais. Na verdade nenhuma palavra dita, apenas cartazes com dizeres civilizados”.

Malafaia questionou ainda se os ativistas tomariam esse protesto como exemplo: “Será que o ativismo gay aprenderá com a gente? Pois nos chamam de fundamentalistas e antidemocráticos. É para rir, hahaha. Espero que a sociedade veja quem são os verdadeiros intolerantes”.

Já o colunista da Veja Reinaldo Azevedo além de comparar as manifestações questionou a divulgação da mídia para a manifestação dos evangélicos. Para ele se os jornais e televisões não noticiarem o protesto na primeira página “é sinal de que, entre o protesto democrático e as falanges fascistoides, os jornais escolheram a segunda alternativa, e aí é hora de você escolher melhor os jornais [e televisões]“, ponderou.

“Eu não estou igualando as duas situações porque igualáveis elas não são. José Genoino foi condenado em última instância por corrupção ativa e formação de quadrilha. João Paulo Cunha foi condenado em última instância por corrupção ativa, peculato e lavagem de dinheiro. Feliciano não foi condenado por nada até agora, em instância nenhuma. Concorde-se ou não com o que ele pensa, e eu não concordo, sua presença numa comissão não é afronta nenhuma à democracia. As de João Paulo e Genoino são um escárnio.” – Reinaldo Azevedo

Fonte: GM

terça-feira, 16 de abril de 2013

Pastor Marco Feliciano participa do Programa do Ratinho: “Não tem um pai de família se manifestando contra mim”

O deputado e pastor Marco Feliciano participou nessa segundo feira (15) do “Programa do Ratinho”. O atual presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara estiveram no programa para discutir as polêmicas em torno de sua permanência na comissão. No programa, Feliciano respondeu a perguntas feitas pelo apresentador e, principalmente, a questionamentos enviados pelo público do programa através do Twitter.

A presença do pastor no programa foi amplamente divulgada pelas redes sociais.

- #MarcoFelicianoNoRatinho ao vivo no Ratinho, já estamos ligados. Larga a novela povo!!!! mande perguntas o programa é ao vivo @ratinhodosbt – escreveu a psicóloga Marisa Lobo, no Twitter e no Facebook.

Antes de chamar Feliciano para ser entrevistado, Ratinho afirmou ter chamado também os opositores do parlamentar para participar do programa, mas disse que nenhum deles havia respondido ao convite.

-Parece que gostam de aparecer só naqueles 30 segundos da Globo – afirmou o apresentador que afirmou que entrevistaria o deputado, e não o pastor, ressaltando também que seu programa está aberto para receber qualquer um que quiser manifestar sua opinião sobre a polêmica em torno da Comissão.

- Todas as vezes que me citam, citam o pastor. Sempre rotulando como se um pastor fosse iletrado e intolerante – afirmou Feliciano logo ao entrar no programa, explicando que seus opositores usam sua religião como forma de diminuí-lo.

Logo no início da entrevista, Ratinho comentou que ninguém nunca havia comentado sobre a comissão antes da polêmica em torno da presença do evangélico na comissão. Ao questionar o parlamentar sobre o porquê do surgimento de tal polêmica, a resposta de Feliciano foi de que ele incomodou grupos ligados ao movimento LGBT, que tinham a comissão como seu “quartel general”, e a usavam unicamente para defender seus interesses.

- Eu sempre bati de frente com algumas coisas que esse grupo defende – justificou o pastor, afirmando que é a favor dos direitos dos homossexuais, mas não de privilégios para os mesmos.

- Direitos sim, privilégios não – declarou.

Ao falar sobre as manifestações contrárias ao parlamentar, o programa mostrou uma série de imagens de protestos contra ele, e também contra seu partido, o PSC. Feliciano comentou tais manifestações afirmando que as mesmas não tem participação de “pais de família”, e que seriam esses pais de família as pessoas que ele representa e defende.

- Não tem um pai de família se manifestando contra mim, porque um pai de família tem que estar trabalhando para alimentar sua família – destacou.

Feliciano afirmou ainda que muitos dos protestos feitos contra ele desrespeitam sua família, citando manifestantes que tiraram a roupa em torno de seu carro no qual ele carregava duas crianças. Ele citou também protestos feitos em frente e até mesmo dentro de igrejas evangélicas usando até mesmo “rituais de feitiçaria”.

Questionado se quem segue a palavra de Deus poderia incitar o ódio, Feliciano respondeu que ódio é o que fazem contra ele, tolhido de seu direito ir ao shopping com sua família, ou até mesmo a um culto sem ser perseguido.

Feliciano reafirmou também que não irá renunciar ao cargo, e afirmou ter sido eleito legitimamente ao congresso e escolhido da mesma forma para presidir a Comissão.

- Estou firme inabalável como os Montes de Sião – respondeu, sobre sua permanência na Comissão. Ele afirmou ainda que se saísse abalaria a confiança do Congresso Nacional, pois “qualquer grupinho [de manifestantes] comprado com 2 mil reais” manipularia as comissões.

Comentando sobre a possibilidade de a polêmica em torno de sua permanência no cargo ser uma forma de desviar a atenção de questões maiores, o deputado confirmou ter dito que renunciaria em troca da saída dos deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e José Genoíno (PT-SP), condenados no julgamento do mensalão, da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania), mas ressalta que os líderes petistas “não aceitaram a proposta”.

Outro assunto comentado pelos espectadores foi o apoio que os opositores do deputado têm recebido da classe artística, ao que Feliciano respondeu que não pauta seus atos pela vida desregrada e fantasiosa destes.

- Eu não sou pautado pela vida dos artistas. A maioria dos artistas vive em uma vida de faz de conta. (…) existem artistas que trocam de família como quem troca de roupa – afirmou.

Ainda sobre seus opositores, o parlamentar destacou que são poucos os políticos que se manifestaram abertamente contra ele, listado os nomes de seus principais algozes.

- Dos 513 são só 4 deputados: Jean Wyllys, Erika Kokay e Domingos Dutra e mais um ou dois deputados que estão lá.

Outro questionamento que sempre é apresentado ao deputado, e que também foi levantado no programa foi sobre suas polêmicas afirmações, feitas pelo Twitter, de que a África seria um continente amaldiçoado. De acordo com Feliciano tais afirmações foram retiradas de seu contexto para alimentar uma imagem negativa de sua pessoa.

- Não se pode julgar um homem por 140 caracteres. (…) Pinçaram isso para me acusar de racista – se defendeu, afirmando que tais declarações foram retiradas de seu contexto para serem divulgadas, mostrando assim uma interpretação equivocada de sua visão teológica.

- Existe uma tendência a desmerecer aquilo que eu falo, até porque a mídia me apresenta como um vilão e como se o Brasil inteiro estivesse contra mim – completou.

Ao fim do programa, o apresentador Ratinho ressaltou a Feliciano que, apesar das oposições, existem gays que o apoiam.

- As pessoas de bem, as pessoas coerentes, elas fazem isso – respondeu Marco Feliciano.

Ratinho ressaltou por várias vezes ter chamado o deputado e ativista gay Jean Wyllys, principal opositor de Feliciano, para participar do programa, mas disse nunca ter tido uma resposta do parlamentar.

Assista a entrevista na íntegra:

Fonte: GM

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ativistas gays invadem igreja evangélica e se beijam durante culto; Foto gera revolta no Facebook


O pastor Marco Feliciano continua sendo alvo de protestos por causa da sua permanência na Comissão de Direitos Humanos. As manifestações, em sua maioria liderada por ativistas gays, acontecem inclusive em igrejas pelas quais Feliciano passa.

Parte dos protestos contra o parlamentar, uma foto que mostra duas mulheres se beijando dentro de uma igreja evangélica em Belém durante uma visita do deputado tem causado polêmica entre apoiadores e críticos do parlamentar.

A foto, que começou a circular nas redes sociais no domingo, foi tirada no interior Centro de Convenções no final da pregação do pastor Marco Feliciano, quando os repórteres invadiram a frente do palco para fotografias.

Apoiadores de Feliciano manifestaram indignação com o beijo homossexual dentro da igreja, classificado por eles como um ato de desrespeito.

- Vejam o absurdo, os ativistas gays realmente não merecem nenhum respeito! O local de culto é protegido por nossa constituição federal, mesmo assim eles não respeitam… estamos em guerra! – escreveu um apoiador do pastor ao republicar a imagem, segundo o Terra.

Porém, a imagem motivou também novas declarações contra Marco Feliciano, sendo republicada também como forma de protesto contra o deputado.

- Parabéns às duas garotas que foram lá demostrar o amor que uma sente pela outra, que é o mesmo que Jesus prega em toda a Bíblia, não o ódio que é pregado por alguns, como Feliciano – escreveu um crítico do parlamentar.

Feliciano foi criticado também pelo grupo Aliança Cristã Evangélica, que emitiu nota repudiando as declarações feitas pelo deputado, sobretudo suas interpretações teológicas acerca do continente africano.

- Vem a público para repudiar o uso inadequado das Escrituras Sagradas, a Bíblia, juntamente com as interpretações e afirmações daí decorrentes, especificamente as feitas quanto a supostas maldições existentes sobre africanos e negros. Afirmações desta natureza são fruto de leitura mal feita de parágrafos bíblicos, tomados fora do seu contexto literário e teológico, que acabam por colaborar com os interesses de justificar pensamentos e práticas abusivas, contrárias ao espírito da Palavra de Deus, cujo foco está na Justiça, na Libertação e na promoção da Vida e Dignidade Humana – diz a nota.

Essa semana, o deputado ainda prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal (STF), negando ter cometido estelionato contra uma produtora de eventos do Rio Grande do Sul. Ele foi acusado de ter recebido R$ 13,3 mil (em valores atualizados) para participar de evento religioso em 2008 e não ter comparecido.

Fonte: O Verbo