A senadora Marta Suplicy disse neste domingo, antes do início da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) em São Paulo, que algumas mudanças devem ser feitas no Projeto de Lei (PL) 122, que criminaliza a homofobia. Segundo ela, a ideia é repensar o nome do projeto para fazer com que seu conteúdo seja aprovado.
“Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores ao projeto, mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do PL 122, sem o número 122″, disse.
Segundo a senadora, a mudança do nome ajudaria a tirar a “imagem demonizada” que foi associada ao projeto. “O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado. O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto. No conteúdo, a senadora explicou que a principal mudança prevista será no texto do Artigo 20 do PL. “Antes era bem complexo. Conseguimos um meio termo”, disse.
Para que o projeto seja aprovado, ela acredita que a luta não deve se concentrar na tentativa de convencer a bancada religiosa a mudar suas convicções, mas em atrair uma parte do Congresso Nacional que ainda não se manifestou sobre o PL 122. “É essa parcela do Congresso Nacional que tem que ser conquistada”. A aprovação do projeto de lei é o principal tema da 15ª Parada do Orgulho LGBT que ocorreu hoje na avenida Paulista, em São Paulo.
Fonte: Terra / Via: Gospel Mais
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Cardeal lamenta desrespeito aos santos católicos em Parada Gay
O Arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, classificou como “infeliz, debochada e desrespeitosa” a colocação de cartazes com imagens de santos católicos em postes da Avenida Paulista, durante a “Parada Gay”, realizada neste domingo, 26. Para o arcebispo, o “uso instrumentalizado” das imagens por parte da organização do evento “ofende o sentimento da Igreja Católica”.
“A associação das imagens de santos para essas manifestações da Parada Gay, a meu ver, foi infeliz e desrespeitosa. É uma forma debochada de usar imagens de santos, que para nós merecem todo respeito. Vamos refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas. Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar”, disse Dom Odilo.
Para o cardeal, a organização do evento pregou os cartazes “provavelmente” para atingir a Igreja Católica. “Porque a Igreja tem manifestado sua convicção sobre essa questão e a defende publicamente.”
O arcebispo também voltou a manifestar posição contrária ao slogan escolhido pela organização da parada, “Amai-vos uns aos outros” (parte de versículo do Evangelho de São João). “Jesus recomenda ‘Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei’. O uso de somente parte dessa recomendação, fora de contexto, em uma Parada Gay, é novamente um uso incorreto, instrumentalização da palavra de Jesus”, salientou Dom Odilo.
Fonte: O Verbo
“A associação das imagens de santos para essas manifestações da Parada Gay, a meu ver, foi infeliz e desrespeitosa. É uma forma debochada de usar imagens de santos, que para nós merecem todo respeito. Vamos refletir sobre medidas cabíveis para proteger nossos símbolos e convicções religiosas. Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar”, disse Dom Odilo.
Para o cardeal, a organização do evento pregou os cartazes “provavelmente” para atingir a Igreja Católica. “Porque a Igreja tem manifestado sua convicção sobre essa questão e a defende publicamente.”
O arcebispo também voltou a manifestar posição contrária ao slogan escolhido pela organização da parada, “Amai-vos uns aos outros” (parte de versículo do Evangelho de São João). “Jesus recomenda ‘Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei’. O uso de somente parte dessa recomendação, fora de contexto, em uma Parada Gay, é novamente um uso incorreto, instrumentalização da palavra de Jesus”, salientou Dom Odilo.
Fonte: O Verbo
terça-feira, 28 de junho de 2011
Mary Mary premiadas em Los Angeles como Melhor Artista Gospel de 2011
A dupla Mary Mary é, sem dúvida alguma, sinônimo de qualidade, criatividade e muito talento. E neste último domingo (26), a dupla conquistou mais um prêmio em sua carreira já repleta de premiações e reconhecimento por parte da crítica, do mercado e do público.
Em uma grande festa realizada no Shrine Auditorium em Los Angeles, EUA, foram premiados os mais importantes artistas do cenário da música negra norte americana, o BET Awards 2011 concedeu o prêmio de Melhor Artista Gospel no ano de 2011 para Mary Mary. A premiação que foi televisionada ao vivo, contou ainda com a apresentação da dupla juntamente com Donnie McClurkin e Deitrick Hadon, interpretando a canção “Thank You Lord”.
No mês passado, Mary Mary lançaram mais um álbum, o aclamado “Something Big”. No Brasil, este produto será lançado no mês de julho. Ainda falando de Brasil, há uma possibilidade da dupla aparecer por aqui ainda em 2011. No entanto, uma mini-turnê em 2012 é praticamente confirmada. Vamos aguardar!
Fonte: Assessoria de Imprensa Sony Music
Após audiência, Marcelo Aguiar cobra medidas urgentes para diminuir consumo do álcool
Um dos autores do requerimento que promoveu audiência pública para discutir a relação entre o consumo de álcool e os acidentes de trânsito na Comissão Especial sobre Bebidas Alcoólicas, nesta terça-feira (28/06), o deputado federal Marcelo Aguiar (PSC/SP), cobrou medidas urgentes para acabar com o problema. O debate foi proposto também pelo relator da comissão, deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), que afirmou que o papel da Comissão é fazer valer as políticas públicas já existentes.
Para Marcelo Aguiar, o problema é mais sério. “Essa já é a terceira audiência que convoco, como um dos autores, para discutir o problema e para mim está claro que é preciso investir em novas políticas públicas que coíbam o uso excessivo de álcool, com isso, os acidentes de trânsito causados pelo consumo de bebidas alcóolicas iriam diminuir com certeza”, acredita Marcelo Aguiar.
Com base em declarações feitas pelo diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Orlando Moreira da Silva, o deputado concluiu que os efeitos benéficos da Lei Seca, aprovada há 3 anos, já são mais amenos do que deveriam. “O que percebemos é que os acidentes causados pelo uso do álcool atingiram os mesmos níveis de um ano antes da aplicação da Lei. Isso é preocupante”, reclamou.
Orlando Silva explicou que “O problema não está na qualidade das vias e rodovias”. Silva citou pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) segundo a qual 66% dos acidentes são causados pelo motorista com excesso de velocidade, ultrapassagens em local proibido e embriaguez. “É no condutor que devemos concentrar nossas ações”, destacou o diretor. Segundo estudos, que são antigos, o Brasil já está em 5º lugar no ranking mundial em número de mortes no trânsito e mais de 40 mil brasileiros morreram em acidentes comente em 2010.
Também presente na audiência, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Mauro Augusto Ribeiro, defendeu a importância de combater a “tolerância cultural” que existe atualmente em relação ao consumo de bebidas alcoólicas. Segundo ele, está provado que o consumo de álcool é o maior fator de risco para acidentes de trânsito e envolve principalmente os jovens brasileiros. “A concentração segura de álcool no sangue é zero”, disse. Ribeiro elogiou a Lei Seca (11.705/08), que, de acordo com ele, reduziu em 1/3 os índices de desrespeito às normas de trânsito, mas ressaltou que a norma precisa agora de melhores condições para ser aplicada. “A fiscalização, o controle social e o preço da bebida ainda são baixos. Todos esses fatores juntos estimulam o consumo de álcool”, explicou. Para o representante da Abramet, o combate ao álcool é um assunto tão importante que deveria ser liderado pela Presidência da República, entre as medidas que deveriam ser tomadas, na opinião da Abramet, está coibir a venda de bebidas em postos, informatizar a rede de atendimento nos hospitais e Detrans e aumentar a idade limite para venda de bebidas a 21 anos.
A major médica do Grupamento de Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, Vilany Mendes Felix, que representou o Comandante-Geral da Corporação, defendeu maior rigor na aplicação da Lei Seca (11.705/08). “Se não fiscalizar, não adianta, porque a população vai beber”, declarou. Segundo ela, o índice de vítimas de acidentes de trânsito no DF caiu logo que a lei entrou em vigor, mas agora já está voltando aos números de antes. Vilany também criticou, com veemência, a comercialização de bebidas alcoólicas em postos de combustível. “É como se o Corpo de Bombeiros vendesse fogos de artifícios e balões e depois tivesse que ir apagar o fogo causado por eles”, comparou. A médica apresentou imagens chocantes, como a de uma grávida segurando uma garrafa de cerveja usada em uma publicidade da marca Schincariol.
O deputado Marcelo Aguiar concorda que é preciso lutar para coibir a venda de bebidas para pessoas a cada dia mais jovens e criar políticas públicas mais duras contra as marcar que abusam nas propagandas como foi o caso da Schincariol. “Ainda que seja publicidade de cerveja sem álcool, em sua composição ainda existe 0,5% de álcool. A marca exagerou ao passar a informação de que é aceitável e saudável vender bebida alcoólica para uma grávida. Precisamos lutar contra isso e o Congresso é o local ideal para isso”, acredita Marcelo Aguiar.
Ainda segundo a major Vilany, 58.5% das vítimas de acidentes morrem in loco, 45% das vítimas alcoolizadas são homens contra 11% que são mulheres. O Corpo de Bombeiros ainda sofre com a dificuldade de chegar nos locais de acidentes e na hora de entregar as vítimas as hospitais. Segundo ela, é necessário tornar obrigatório o exame de alcoolemia e notificação compulsória de todo acidentado, sem burocracia, como forma de tratamento mesmo, para evitar o uso de medicamentos que possam piorar o quadro da vítima. A especialista revelou, ainda, que jovens de 11 a 15 tem consumido muito álcool, motivados por pais e mães em suas casas. Além disso, a industria da bebida tem aberto estabelecimentos em troca de apoio aos comerciantes como freezers e pintura de fachadas
“Estamos notando, com essas audiências, que há muito a ser feito ainda. O envolvimento das crianças no universo do álcool é muito preocupante e precisamos combatê-lo”, afirmou Marcelo Aguiar.
O diretor do Hospital de Base de Brasília, Julival Fagundes Ribeiro, não pôde comparecer ao encontro. A comissão especial criada pela Câmara para analisar as causas e consequências do consumo abusivo de álcool promoverá, nesta quinta-feira (30/06), seu 1º seminário regional, o evento acontecerá na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, às 14 horas. A comissão vai realizar seminários nas cinco regiões do País para ouvir especialistas em alcoolismo e representantes da sociedade, de maneira geral, sobre formas de combater o consumo abusivo do álcool.
Fonte: Assessoria de Imprensa / Foto: Júnior Santos
Para Marcelo Aguiar, o problema é mais sério. “Essa já é a terceira audiência que convoco, como um dos autores, para discutir o problema e para mim está claro que é preciso investir em novas políticas públicas que coíbam o uso excessivo de álcool, com isso, os acidentes de trânsito causados pelo consumo de bebidas alcóolicas iriam diminuir com certeza”, acredita Marcelo Aguiar.
Com base em declarações feitas pelo diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Orlando Moreira da Silva, o deputado concluiu que os efeitos benéficos da Lei Seca, aprovada há 3 anos, já são mais amenos do que deveriam. “O que percebemos é que os acidentes causados pelo uso do álcool atingiram os mesmos níveis de um ano antes da aplicação da Lei. Isso é preocupante”, reclamou.
Orlando Silva explicou que “O problema não está na qualidade das vias e rodovias”. Silva citou pesquisa da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) segundo a qual 66% dos acidentes são causados pelo motorista com excesso de velocidade, ultrapassagens em local proibido e embriaguez. “É no condutor que devemos concentrar nossas ações”, destacou o diretor. Segundo estudos, que são antigos, o Brasil já está em 5º lugar no ranking mundial em número de mortes no trânsito e mais de 40 mil brasileiros morreram em acidentes comente em 2010.
Também presente na audiência, o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), Mauro Augusto Ribeiro, defendeu a importância de combater a “tolerância cultural” que existe atualmente em relação ao consumo de bebidas alcoólicas. Segundo ele, está provado que o consumo de álcool é o maior fator de risco para acidentes de trânsito e envolve principalmente os jovens brasileiros. “A concentração segura de álcool no sangue é zero”, disse. Ribeiro elogiou a Lei Seca (11.705/08), que, de acordo com ele, reduziu em 1/3 os índices de desrespeito às normas de trânsito, mas ressaltou que a norma precisa agora de melhores condições para ser aplicada. “A fiscalização, o controle social e o preço da bebida ainda são baixos. Todos esses fatores juntos estimulam o consumo de álcool”, explicou. Para o representante da Abramet, o combate ao álcool é um assunto tão importante que deveria ser liderado pela Presidência da República, entre as medidas que deveriam ser tomadas, na opinião da Abramet, está coibir a venda de bebidas em postos, informatizar a rede de atendimento nos hospitais e Detrans e aumentar a idade limite para venda de bebidas a 21 anos.
A major médica do Grupamento de Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, Vilany Mendes Felix, que representou o Comandante-Geral da Corporação, defendeu maior rigor na aplicação da Lei Seca (11.705/08). “Se não fiscalizar, não adianta, porque a população vai beber”, declarou. Segundo ela, o índice de vítimas de acidentes de trânsito no DF caiu logo que a lei entrou em vigor, mas agora já está voltando aos números de antes. Vilany também criticou, com veemência, a comercialização de bebidas alcoólicas em postos de combustível. “É como se o Corpo de Bombeiros vendesse fogos de artifícios e balões e depois tivesse que ir apagar o fogo causado por eles”, comparou. A médica apresentou imagens chocantes, como a de uma grávida segurando uma garrafa de cerveja usada em uma publicidade da marca Schincariol.
O deputado Marcelo Aguiar concorda que é preciso lutar para coibir a venda de bebidas para pessoas a cada dia mais jovens e criar políticas públicas mais duras contra as marcar que abusam nas propagandas como foi o caso da Schincariol. “Ainda que seja publicidade de cerveja sem álcool, em sua composição ainda existe 0,5% de álcool. A marca exagerou ao passar a informação de que é aceitável e saudável vender bebida alcoólica para uma grávida. Precisamos lutar contra isso e o Congresso é o local ideal para isso”, acredita Marcelo Aguiar.
Ainda segundo a major Vilany, 58.5% das vítimas de acidentes morrem in loco, 45% das vítimas alcoolizadas são homens contra 11% que são mulheres. O Corpo de Bombeiros ainda sofre com a dificuldade de chegar nos locais de acidentes e na hora de entregar as vítimas as hospitais. Segundo ela, é necessário tornar obrigatório o exame de alcoolemia e notificação compulsória de todo acidentado, sem burocracia, como forma de tratamento mesmo, para evitar o uso de medicamentos que possam piorar o quadro da vítima. A especialista revelou, ainda, que jovens de 11 a 15 tem consumido muito álcool, motivados por pais e mães em suas casas. Além disso, a industria da bebida tem aberto estabelecimentos em troca de apoio aos comerciantes como freezers e pintura de fachadas
“Estamos notando, com essas audiências, que há muito a ser feito ainda. O envolvimento das crianças no universo do álcool é muito preocupante e precisamos combatê-lo”, afirmou Marcelo Aguiar.
O diretor do Hospital de Base de Brasília, Julival Fagundes Ribeiro, não pôde comparecer ao encontro. A comissão especial criada pela Câmara para analisar as causas e consequências do consumo abusivo de álcool promoverá, nesta quinta-feira (30/06), seu 1º seminário regional, o evento acontecerá na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, às 14 horas. A comissão vai realizar seminários nas cinco regiões do País para ouvir especialistas em alcoolismo e representantes da sociedade, de maneira geral, sobre formas de combater o consumo abusivo do álcool.
Fonte: Assessoria de Imprensa / Foto: Júnior Santos
Goleiro Kleber Grund deixa o Clube Operário e busca nova equipe
Em uma conversa informal com o diretor do Clube Operário, Sr. Bruno Branquinho, ficou decidido por ambas as partes que o goleiro Kleber Grund não renovaria seu vinculo com a equipe portuguesa.
"Foi um projeto maravilhoso, em que todos os objetivos que foram traçados, nós conquistamos. Infelizmente não houve acordo, mas são coisas do futsal. Agora é descansar e focar em novos objetivos, visto que estou livre para negociar com outras equipes, já existem alguns projetos em andamento, os quais, sem dúvidas, estão me deixando muito feliz”, disse Kleber Grund.
O arqueiro esteve no futsal português por dois anos, atingindo alto nível de rendimento no Boticas e no próprio Operário, em que ajudou o grupo a conquistar o tão sonhado acesso à primeira divisão após 17 jogos sem perder ou sequer empatar.
Na temporada 2009/2010, K1 foi eleito o melhor do primeiro turno, ficando na frente de goleiros consagrados como João Benedito (Sporting) e Bebé (Benfica), ambos da seleção portuguesa - segundo pesquisa popular do site SCN.
Fonte: Assessoria de Imprensa
"Foi um projeto maravilhoso, em que todos os objetivos que foram traçados, nós conquistamos. Infelizmente não houve acordo, mas são coisas do futsal. Agora é descansar e focar em novos objetivos, visto que estou livre para negociar com outras equipes, já existem alguns projetos em andamento, os quais, sem dúvidas, estão me deixando muito feliz”, disse Kleber Grund.
O arqueiro esteve no futsal português por dois anos, atingindo alto nível de rendimento no Boticas e no próprio Operário, em que ajudou o grupo a conquistar o tão sonhado acesso à primeira divisão após 17 jogos sem perder ou sequer empatar.
Na temporada 2009/2010, K1 foi eleito o melhor do primeiro turno, ficando na frente de goleiros consagrados como João Benedito (Sporting) e Bebé (Benfica), ambos da seleção portuguesa - segundo pesquisa popular do site SCN.
Fonte: Assessoria de Imprensa
RÁDIO NOTÍCIAS - Descoberta nova camada pré-sal na bacia de Campos, no estado do Rio
O óleo encontrado a uma profundidade de quase sete mil metros, a 190 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, é considerado de boa qualidade. O anúncio foi feito pelo consórcio formado pela Petrobras e as empresas Repsol Sinopec e Statoil.
Click e Ouça a Notícia:
Deputado Marcelo Aguiar participou da abertura e encerramento da Marcha para Jesus em São Paulo
São Paulo esteve tomada por evangélicos e adoradores ao senhor. Na última quinta-feira (23/06) de junho, aconteceu na cidade paulista a 19ª edição da Marcha para Jesus. O evento reuniu mais de cinco milhões de pessoas e teve a participação do cantor e deputado federal Marcelo Aguiar que participou do evento desde sua abertura, cantando no trio-elétrico que impulsionava a Marcha, ao lado de lideres e bandas gospel, até o encerramento onde foi o responsável por fechar as 12 horas de programação com 2 grandes sucessos de seu repertório.
Durante a caminhada, a multidão foi embalada por dez trio-elétricos que saíram da estação Tiradentes do Metrô em direção à praça dos Heróis da Força Expedicionária Brasileira, onde aconteceram as apresentações das mais de 30 bandas que se revezavam no palco. "O local ficou pequeno para esse público maravilhoso, hoje temos aqui milhões de pessoas de forma organizada. Isso mostra que a Marcha hoje é um dos principais eventos que acontecem no calendário da cidade, e também é fruto de uma Lei Federal de incentivo. Por isso podemos comemorar", comentou Marcelo.
A Marcha contou com a presença de representantes de todas as denominações evangélicas e outros segmentos cristãos. Além do público rotativo de 5 milhões de pessoas, segundo dados da organização, a
Marcha também foi marcada pela presenças de lideranças evangélicas como o pastor Silas Malafaia, Pr. Jabes de Alencar, entre outros, e lideranças políticas como os senadores Marcelo Crivella e Magno Malta, as deputadas Lauriete e Keiko Ota entre outros parlamentares.
Ao lado do deputado Marcelo Aguiar, o Pr. Silas Malafaia, e em seguida o senador Magno Malta, levantaram mais uma vez a bandeira em defesa da família, lembrando das conquistas alcançadas nas últimas semanas no Congresso Nacional, e convocando o povo para união em prol dos próximos desafios. "Nesses seis primeiros meses tivemos trabalhos em Brasília que foram muito importantes para o povo cristão, um deles foi a conquista em relação ao kit anti-homofobia que seria distribuído nas
escolas e que, com o apoio de todos os deputados evangélicos e cristãos, conseguimos conscientizar a presidente Dilma, e paralisar a produção do material", afirmou Marcelo Aguiar.
A Marcha contou com a presença do prefeito da cidade de São Paulo, Giberto Kassab, que reconheceu o trabalho feito pelo grupo religioso. "Esse ano, como nos anos anteriores, procuramos dar mais conforto e segurança para os participantes. Quero cumprimentar os organizadores, o apóstolo Estevam Hernandes, o deputado Marcelo Aguiar e toda a equipe que participou da organização dessa Marcha, que ao longo de 19 anos tem sido feita com muita organização, pacificidade, sentimento cívico e com isso temos a Marcha um dos grandes eventos da Cidade de São Paulo", finalizou.
No encerramento da Marcha, o apóstolo Estevam Hernandes, presidente do evento no Brasil, convidou o deputado Marcelo Aguiar á frente do palco e agradeceu publicamente pelo seu empenho na realização do evento. "O Marcelo batalhou incansavelmente para que o evento acontecesse com toda excelência, quero agradecer a ele por seu empenho". Após a homenagem, o cantor finalizou o evento cantando o grande sucesso "Me dá o poder de Filho" e em seguida entoou a música "Eu tenho um Pacto
com Deus", single do seu mais recente trabalho lançado pela Sony Music, o CD "Somente Deus".
Fonte: Assessoria de Imprensa
Suzano realiza a 5ª Conferência Municipal de Saúde no sábado
Neste sábado (2/7) será realizada em Suzano a 5ª Conferência Municipal de Saúde. Com o tema “O SUS é meu, é seu, é de todos nós! O que mudou e o que precisa melhorar?”, a conferência em Suzano é preparatória às etapas regional e nacional, que este ano traz como tema central "Todos usam o SUS! SUS na seguridade social, política pública, patrimônio do povo brasileiro".
O prefeito Marcelo Candido, a secretária de Saúde, Célia Pereira Bortoletto, um representante de usuário e outro do segmento trabalhador farão a abertura do evento no Teatro Municipal Dr. Armando de Ré.
Em seguida, os participantes serão conduzidos para a Emef Antonio Marques Figueira (Rua Sarah Cooper, 27 – Jd. Santa Helena), onde está programada a leitura e aprovação do regimento, exposição do tema central da 14ª Conferência Nacional por um representante do Ministério da Saúde e a discussão nos grupos.
Mobilização
Para contribuir na mobilização e informação da Conferência Municipal de Saúde, uma comissão do Conselho Municipal de Saúde organizou três pré-conferências na cidade. Cerca de 200 pessoas, entre gestores, trabalhadores/as e usuários/as participaram das pré-conferências nos distritos Centro, Boa Vista e Palmeiras, para se apropriar do funcionamento da etapa municipal à 14ª Conferência Nacional de Saúde, que este ano terá como tema central: “Todos usam o SUS! SUS na seguridade social, política pública, patrimônio do povo brasileiro”.
A dinâmica adotada no município na fase preparatória será a mesma da Conferência Municipal, onde em grupos de trabalhos divididos pelos eixos: “Acesso e Acolhimento com Qualidade – Um desafio para o SUS”; “política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade”; “participação da comunidade e controle social”; e “gestão do SUS, que inclui desde o financiamento, o Pacto pela Saúde, educação permanente e modelos”, a população de toda a cidade poderá participar, debater e propor.
Nas pré-conferências, 27 candidatos do segmento usuário se candidataram a delegados/as e 24 do segmento trabalhador. Também cerca de 70 propostas foram elaboradas nos grupos de trabalho. Todas elas serão debatidas na Conferência Municipal de Saúde, onde serão eleitos delegados/as que representarão o município nas fases seguintes do processo de participação na saúde pública.
Programação
5ª Conferência Municipal de Saúde
2/7 – sábado
Teatro Municipal Dr. Armando de Ré
8h – Credenciamento
9h - Momento Cultural
9h15 - Abertura Oficial
Prefeito Marcelo Candido
Secretária Municipal de Saúde, Célia Cristina Pereira Bortoletto
Representante de trabalhadores(as)
Representante de usuários(as)
10h – Regimento: Leitura, discussão e aprovação
10h30 – Exposição “O SUS é meu, é seu é de todos nós. O que mudou e o que precisa melhorar?”
Representante do Ministério da Saúde
11h às 12h30 – Grupos de Trabalho
12h30 às 13h30 – Almoço
13h30 – Plenária Final
16h – Eleição de Delegados(as)
Fonte: Secretaria de Comunicação
Padre e freira condenados por pedofilia em Santa Catarina
O padre Marcos César Andreiv foi condenado a 10 anos e meio em regime fechado pelo crime de pedofilia.
Em 2009, a mãe de uma menina suspeitou do abuso porque ela se recusava a ir à creche que fica próxima à igreja onde o pároco era… pároco.
A mãe procurou a polícia e, pra ela, a garota contou que o padre a tocava em suas partes pudentas e dizia para ela não contar a ninguém porque senão “o anjinho levaria sua mãe pra sempre”. A menina teria dito também que o padre tirava a roupa quando ambos estavam a sós.
De acordo com relatórios médicos, a garota estava emocionalmente abalada por causa do abuso.
As acusações de pedofilia contra o padre Marcos César Andreiv, ligado à Igreja Católica do rito ucraniano, em Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina, renderam uma condenação de 10 anos e seis meses de prisão ao religioso. A sentença foi assinada nesta sexta-feira (24) pelo juiz Rodrigo Rodrigues.
O padre estava preso preventivamente desde outubro do ano passado, acusado de abusar de uma menina de quatro anos. Ele não terá o direito de recorrer em liberdade. Na mesma sentença, o juiz também condenou a freira Josiane Kelniar à mesma pena. Mas ela terá o direito de responder em liberdade. A freira foi denunciada por ajudar o padre a praticar os atos de pedofilia.
O caso veio à tona quando a mãe da menina desconfiou que a filha estivesse sendo molestada. Em depoimento à polícia, a criança disse que era tocada nas partes íntimas e que o padre a orientava a não contar nada ” porque o anjinho a levaria”.
Um relatório psicológico confirmou que a menina foi vítima de abuso. Ainda no decorrer da investigação, a Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Civil.
— O que se pretende é evitar que o indiciado cometa novos crimes contra outras crianças. Conforme indicam as provas indiciárias, o acusado aproveitou-se de sua profissão de sacerdote para praticar os delitos de cunho sexual — escreveu o juiz Rodrigo Rodrigues, na época.
Antes de se entregar, o padre Marcos Andreiv deixou Canoinhas e chegou a passar algumas semanas como foragido no Paraná. Durante o processo, a defesa do padre alegou “constrangimento ilegal” na prisão por falta de prova da autoria do crime.
A reportagem tentou falar com o advogado Ivo Fiorentin, que defende o padre e a freira no caso. Mas ele
não foi encontrado para atender os telefonemas em casa e no escritório. Procurado no celular, o filho dele atendeu a ligação e informou que Ivo havia se retirado para uma fazenda e estava incomunicável.
Fonte: O Barriga Verde / Folha Gospel / Via O Verbo
Em 2009, a mãe de uma menina suspeitou do abuso porque ela se recusava a ir à creche que fica próxima à igreja onde o pároco era… pároco.
A mãe procurou a polícia e, pra ela, a garota contou que o padre a tocava em suas partes pudentas e dizia para ela não contar a ninguém porque senão “o anjinho levaria sua mãe pra sempre”. A menina teria dito também que o padre tirava a roupa quando ambos estavam a sós.
De acordo com relatórios médicos, a garota estava emocionalmente abalada por causa do abuso.
As acusações de pedofilia contra o padre Marcos César Andreiv, ligado à Igreja Católica do rito ucraniano, em Canoinhas, no Planalto Norte de Santa Catarina, renderam uma condenação de 10 anos e seis meses de prisão ao religioso. A sentença foi assinada nesta sexta-feira (24) pelo juiz Rodrigo Rodrigues.
O padre estava preso preventivamente desde outubro do ano passado, acusado de abusar de uma menina de quatro anos. Ele não terá o direito de recorrer em liberdade. Na mesma sentença, o juiz também condenou a freira Josiane Kelniar à mesma pena. Mas ela terá o direito de responder em liberdade. A freira foi denunciada por ajudar o padre a praticar os atos de pedofilia.
O caso veio à tona quando a mãe da menina desconfiou que a filha estivesse sendo molestada. Em depoimento à polícia, a criança disse que era tocada nas partes íntimas e que o padre a orientava a não contar nada ” porque o anjinho a levaria”.
Um relatório psicológico confirmou que a menina foi vítima de abuso. Ainda no decorrer da investigação, a Justiça aceitou o pedido de prisão preventiva feito pela Polícia Civil.
— O que se pretende é evitar que o indiciado cometa novos crimes contra outras crianças. Conforme indicam as provas indiciárias, o acusado aproveitou-se de sua profissão de sacerdote para praticar os delitos de cunho sexual — escreveu o juiz Rodrigo Rodrigues, na época.
Antes de se entregar, o padre Marcos Andreiv deixou Canoinhas e chegou a passar algumas semanas como foragido no Paraná. Durante o processo, a defesa do padre alegou “constrangimento ilegal” na prisão por falta de prova da autoria do crime.
A reportagem tentou falar com o advogado Ivo Fiorentin, que defende o padre e a freira no caso. Mas ele
não foi encontrado para atender os telefonemas em casa e no escritório. Procurado no celular, o filho dele atendeu a ligação e informou que Ivo havia se retirado para uma fazenda e estava incomunicável.
Fonte: O Barriga Verde / Folha Gospel / Via O Verbo
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Projeto ´Dia do Orgulho Hétero` espera ser votado em SP
Autor propõe reflexão: ´os gays querem direitos ou privilégios?`
A Câmara Municipal de São Paulo terminou as sessões extraordinárias da última quarta-feira (22) sem votar o projeto de lei 294/2005, do vereador do DEM, Carlos Apolinário (foto), que institui, no município, o Dia do Orgulho Heterossexual. O projeto foi incluído entre os itens a serem apreciados pela manhã, mas sofreu obstrução durante todo o dia. Caso fosse aprovado, demandaria apenas a sanção do prefeito Gilberto Kassab para que entrasse em vigor.
A proposta foi para a lista de projetos a serem apreciados nas próximas sessões. Porém, sua inclusão na ordem de itens prioritários dependerá de novo acordo.
O texto propõe que a data deverá ser comemorada todo terceiro domingo do mês de dezembro. Segundo autor do projeto, o dia foi escolhido aleatoriamente, sem razão especial, mas estabelece no projeto que ele passe a constar no calendário oficial do município.
O vereador enfatiza que agora está nas mãos da Prefeitura de São Paulo “conscientizar e estimular a população a resguardar a moral e os bons costumes”.
Carlos Apolinário afirmou ainda que a decisão de apresentar o projeto não tem vínculo com sua atuação religiosa. “Não misturo as coisas. Aqui eu sou o vereador Carlos Apolinário. A Assembleia de Deus é algo coisa particular.”
Apolinário explica que a lei não é contra a comunidade LGBT. “Hoje se fazem dezenas de leis favoráveis aos gays. Esse meu projeto é muito mais para fazer uma reflexão. Será que os gays querem direitos ou privilégios?”, afirmou.
O vereador também reforçou a contradição de a Parada LGBT ser mantida na Paulista, enquanto a Marcha para Jesus foi deslocada da avenida. “Tiraram Jesus da Paulista e deixaram os gays. Eu acho que está errado. Se não pode a Marcha para Jesus, não pode também a Parada Gay.”
Fonte: G1 / Via: CPAD News
Sebrae quer atender mais de 50 mil pessoas na 3ª Semana do Empreendedor Individual
O Serviço de Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promove, em todo o país, a 3ª Semana do Empreendedor Individual. O objetivo é incentivar a formalização de profissionais que trabalham por conta própria e capacitar quem já é registrado. A mobilização vai até o próximo sábado (2), com a expectativa de atender mais de 50 mil empreendedores e formalizar mais de 40 mil em seis dias.
No dia 1º de julho, o programa Empreendedor Individual completa dois anos. Desde que foi criado, cerca de 1,2 milhão de trabalhadores autônomos e empreendedores foram formalizados em todo o Brasil. A maioria dos registros processados está relacionada aos setores de serviços e comércio.
O governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz, participou da abertura do evento na cidade de Ceilândia. Na ocasião, ele destacou a importância da formalização do negócio. “O empreendedor individual não pode ter receio de se formalizar. Assim é possível ter cobertura previdenciária e acesso ao crédito, além da oportunidade de o empreendimento crescer. Com isso, podemos garantir a cidadania, e o crescimento da economia brasileira”, disse o governador.
Andréia Carvalho, empreendedora individual, abriu em março do ano passado a Boutique Móvel. Ela transformou uma van em uma loja e percorre todo o DF vendendo roupas e acessórios. Andréia só saiu da informalidade cinco meses após o início da empreitada. “A formalização abriu muitas portas. A gente buscou a legalização para ter o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica [CNPJ] e assim conseguir fazer compras como atacadista e”, completou.
O gerente da Unidade de Orientação Empresarial do Sebrae no DF, Stefano Portuguez, destaca que a formalização vai além de legalizar um negócio. “A formalização consegue também aumentar a autoestima do cidadão. Eles passam a entender que trabalhar como empreendedor individual pode mudar a sua estrutura de trabalho e, que eles podem crescer na vida empresarial”, ressaltou Stefano.
Diene Ambrósio trabalha como manicure, cabeleireira e depiladora há 16 anos e disse que nunca havia pensado em como será a sua aposentadoria. “Aqui pude ter mais conhecimento do meu negócio e agora vou contribuir para o INSS [Instituto Nacional de Seguridade Social] para cuidar da minha aposentadoria porque vai chegar o dia em que eu não vou mais conseguir trabalhar”, disse Diene, que já sonha abrir um pequeno salão na garagem de sua casa.
No ano passado, o Sebrae promoveu duas edições da Semana do Empreendedor Individual, nos meses de outubro e novembro. Na primeira, foram registrados cerca de 47 mil atendimentos e na segunda, 28 mil.
Fonte: Agência Brasil
Fabinho: ‘Fiquei feliz por ter ajudado meus companheiros’
Atuar em um grande clássico e jogar bem, era tudo o que Fabinho, fixo do São Caetano/Corinthians/Unip, precisava para ganhar ritmo de jogo e continuar ajudando seus companheiros dentro de quadra.
Neste sábado (24), em mais um duelo válido pela primeira fase do Campeonato Estadual, Fabinho entrou na partida contra o Santos/Cortiana e deu conta do recado na goleada por 4 x 1, em plena Arena Santos.
Após o Derby, o atleta diz que ficou muito feliz e satisfeito por ter entrado e ajudado à equipe em mais esta vitória.
Fabinho e sua equipe voltam às quadras nesta segunda-feira (27), pela Liga Nacional, contra a ADC Intelli, às 19h15, no Ginásio do Parque São Jorge (zona leste de SP).
Leia mais: www.fabinhofixo.blogspot.com
Fonte: Assessoria de Imprensa
Pr Silas Malafaia esclarece, que não tem pretensão de ocupar cargo público
No dia da Marcha Para Jesus, que aconteceu dia 21 de junho agora, onde o pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, participou e se manifestou mais uma vez sobre a questão dos homossexuais, conforme reportagem do Jornal Folha de São Paulo, declarou o seguinte: "o STF (Supremo Tribunal Federal) rasgou a Constituição ao permitir a união entre homossexuais e liberar a Marcha da Maconha.
"Se governador, prefeito e presidente for contra a família, não vai ter o nosso voto. Se amanhã alguém quiser fazer a marcha a favor da pedofilia, vai pode fazer", disse Malafaia. "Não estamos querendo fundar o Estado evangélico", reiterou.
Bastou para que pelas redes sociais, e principalmente no Twitter, fosse lançada sua candidatura a presidência da república, onde até um cartaz simples apareceu na Marcha.
Diante disto, o JORNAL EVANGÉLICO, entrou em contato com o Pr. Silas Malafaia, que declarou.
Não tenho pretensão alguma de ocupar cargo político. Esse boato surgiu durante a Marcha para Jesus em São Paulo, na última quinta-feira, 23 de junho. No meio da multidão, alguém exibiu um cartaz em que sugeria a minha candidatura para presidente da República. A pessoa que fez isto tem de fazer humor.
É uma piada. O pastor que entra na política deixa de atender o todo para ser parte.
Cai número de acidentes e mortes em estradas de São Paulo no feriado
O feriado de Corpus Christi este ano foi menos violento nas estradas de São Paulo do que o do ano passado. Segundo balanço divulgado hoje (27) pela Polícia Militar Rodoviária paulista, nos quatro dias do feriado houve menos acidentes e menos mortes do que no mesmo período de 2010.
Neste ano, 35 pessoas morreram em 1.302 acidentes registrados nas estradas estaduais. No ano passado, morreram 53 pessoas, em 1.256 acidentes.
O número de feridos, entretanto, aumentou de um ano para o outro. Em 2010, no mesmo feriado, foram 586 pessoas. Neste ano, o número chegou a 721.
Ainda de acordo com a Polícia Militar Rodoviária, 19.980 autuações foram feitas pelos agentes durante o fim de semana prolongado. Ao todo, foram apreendidos 1.497 veículos e 250 carteiras de habilitação.
Fonte: Agência Brasil
Neste ano, 35 pessoas morreram em 1.302 acidentes registrados nas estradas estaduais. No ano passado, morreram 53 pessoas, em 1.256 acidentes.
O número de feridos, entretanto, aumentou de um ano para o outro. Em 2010, no mesmo feriado, foram 586 pessoas. Neste ano, o número chegou a 721.
Ainda de acordo com a Polícia Militar Rodoviária, 19.980 autuações foram feitas pelos agentes durante o fim de semana prolongado. Ao todo, foram apreendidos 1.497 veículos e 250 carteiras de habilitação.
Fonte: Agência Brasil
domingo, 26 de junho de 2011
Veja alguns vídeos da missionária Lanna Holder, onde em testemunho ela afirmou que deixou o lesbianismo, e agora celebrando a ceia com sua nova companheira homoafetiva cantora Rosania
Neste vídeo, o qual foi feito em sua nova igreja Comunidade Cidade do Refúgio, mostra em um Culto de Santa Ceia, as pastora Lanna Holder e sua companheira homoafetiva, pastora e cantora Rosania.
Já neste vídeo, Lanna Holder prega em um culto realizado na igreja Ministério Internacional Geração Apostólica, postado pelo canal TVFiladélfia, em julho de 2010, onde em sua pregação, até pastores caem no chão na hora da pregação.
Neste vídeo, ela grávida, prega e testemunha, onde afirma estar livre do lesbianismo, curada espiritualmente e apresenta o marido.
Já neste um dos mais recentes, feito nesta semana, diz em entrevista que é lésbica, assumindo que nunca foi curada ou liberta.
Veja entrevista dela no programa "Paz e Amor" da TV Diário em Fortaleza - CE
Nesta pregação, ela no evento dos Gideões, ela afirmou que Deus havia dito a ela, que um avivamento, estava começando nas familias, atravéz de marido e mulher.
A gravação esta em sua canal do youtube oficial, e foi postado em 24 setembro de 2009, onde ela explica que após um acidente de carro, voltou a pregar.
Nota da Redação.
Os vídeos postado, estão aqui, para que o leitor(a) do JORNAL EVANGÉLICO, possa avaliar, e tirar sua própria conclusão sobre o tema.
Caso alguém queira estar se manifestando sobre o assunto, seja cristão evangélico ou não, por favor, nos envie vossa opinião pelo e-mail: jornalev@gmail.com - com o seu nome completa, igreja, e cargo na igreja caso tenha, ou se manifeste informando o vosso ponto de vista.
Não serão aceitas manifestações anônimas, nem com palavrão, ou palavras de ataques pessoal.
Policial da UPP do Morro da Coroa, no Rio, é atingido por granada durante ação contra tráfico de drogas
Rio de Janeiro- Um policial militar da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Coroa, no Catumbi, zona norte da cidade, está internado em estado grave, depois de ter sido atingido por uma granada, durante um patrulhamento, na noite de ontem (25).
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o soldado teve uma perna amputada em decorrência do explosão e corre o risco de perder a outra. Ele está internado no Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, onde recebeu, ontem, a visita do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame e do comandante da Polícia Militar, coronel Mário Sérgio Duarte.
Mais dois policiais ficaram feridos com a explosão. Um deles, depois de atendido, foi liberado pelos médicos e outro está sob observação e não corre risco de morte.
A patrulha da PM fazia uma abordagem a jovens suspeitos de integrar o tráfico de drogas, quando foram atingidos. Um quarto policial, que não se feriu com a granada, socorreu os demais.
Um adolescente de 17 anos suspeito de ter participado com mais dois jovens do ataque no Morro da Coroa foi apreendido. Durante a ação, ele foi atingido na troca de de tiros com os policiais e está internado no Hospital Souza Aguiar, no centro, sob custódia da polícia.
A Secretaria de Segurança informou que aumentou o efetivo no local e convocou o Batalhão de Operações Especiais (Bope) para reforçar o policiamento.
Fonte: Agência Brasil
Pode nevar nas próximas horas em parte de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, prevê Inmet
Curitiba – Pode nevar nas próximas horas no planalto sul de Santa Catarina e nordeste do Rio Grande do Sul. Uma intensa massa de ar polar atinge a Região Sul neste domingo (26), provocando o declínio acentuado da temperatura. Os termômetros devem oscilar entre 24 graus Célsius (°C) e 0°C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A previsão também é de pancadas de chuva no leste do Paraná, em Santa Catarina, e norte e nordeste do Rio Grande do Sul.
O Serviço de Meteorologia do Paraná (Simepar) alerta que com o rápido declínio das temperaturas há previsão de geadas em grande parte do estado, sendo esperadas geadas moderadas a fortes nas regiões oeste, sudoeste, sul e centro-sul do estado.
Chuvas fracas são registradas agora pela manhã nas regiões norte, norte pioneiro, centro, Campos Gerais e na faixa leste. Nas regiões oeste e sudoeste, o tempo fica estável em função da aproximação de uma intensa massa de ar frio e seco que se desloca pelo centro da Argentina em direção ao Sul do país. O deslocamento desta massa de ar frio ao longo do dia faz com que as temperaturas mais baixas ocorram à noite.
Boletim divulgado hoje pela Defesa Civil do Paraná informa que 4,3 mil pessoas foram afetadas pela forte chuva de granizo que atingiu os municípios de Capitão Leônidas Marques, Capanema, e Cantagalo na madrugada de ontem (25). Os estragos foram maiores na área rural desses municípios. Cerca de 1,5 mil casas foram atingidas.
Fonte: Agência Brasil
O Serviço de Meteorologia do Paraná (Simepar) alerta que com o rápido declínio das temperaturas há previsão de geadas em grande parte do estado, sendo esperadas geadas moderadas a fortes nas regiões oeste, sudoeste, sul e centro-sul do estado.
Chuvas fracas são registradas agora pela manhã nas regiões norte, norte pioneiro, centro, Campos Gerais e na faixa leste. Nas regiões oeste e sudoeste, o tempo fica estável em função da aproximação de uma intensa massa de ar frio e seco que se desloca pelo centro da Argentina em direção ao Sul do país. O deslocamento desta massa de ar frio ao longo do dia faz com que as temperaturas mais baixas ocorram à noite.
Boletim divulgado hoje pela Defesa Civil do Paraná informa que 4,3 mil pessoas foram afetadas pela forte chuva de granizo que atingiu os municípios de Capitão Leônidas Marques, Capanema, e Cantagalo na madrugada de ontem (25). Os estragos foram maiores na área rural desses municípios. Cerca de 1,5 mil casas foram atingidas.
Fonte: Agência Brasil
Pastoras de igreja para homoafetivos Lanna Holder e Rosania falam sobre a iniciativa de evangelizar durante a Parada Gay
Lanna Holder e Rosania dão entrevista à Rede TV
Em um programa que foi ao ar esta semana pela Rede TV, as pastoras Lanna Holder e Rosania, líderes da Comunidade Cidade de Refúgio, igreja de teologia “inclusiva”, isto é, voltada ao público homossexual, falaram sobre a evangelização que pretendem fazer durante a Parada Gay, evento realizado anualmente desde 1996, e queacontece hoje (26/06), na Avenida Paulista.
Lanna e Rosania são lésbicas assumidas, possuem uma ligação afetiva a 9 anos, e estão juntas como casal gay à 4 anos.
Assista ao vídeo da entrevista:
Pastora e cantora lésbica querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP
Lanna Holder e Rosania Rocha dizem que movimento perdeu o propósito. Organização diz que evento continua reivindicando direitos humanos
Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.
Em 2009 Lanna Holder após ficar sumida da mídia evangélica, concedeu entrevista para Eclésia
Seguem trechos da entrevista com Lanna Holder publicada na revista Eclésia de janeiro de 2009 feita após a sua segunda recaida e nova retomada. Ou seja, atual re-re-re-caída já é rotina. E sua atual companheira é a mesma Pastora Rosania que a mesma conheceu nos Estados Unidos, esta por sua vez, casada na época.
A volta, depois da queda
Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia
A missionária Lanna Holder, afastada do ministério de pregadora itinerante por um escândalo homossexual, está de volta aos púlpitos e se considera restaurada pelo Senhor
Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.
Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.
Lanna Holder diz que havia decidido não pregar mais. Manteve a decisão até 28 de julho de 2006, quando um acidente de carro quase lhe tirou a vida. Passou 42 dias internada e sofreu nove cirurgias. Entre os muitos ferimentos, teve o peito esmagado, perfurações nos pulmões e no fígado e hemorragias internas causadas pela fratura das costelas, além de um trauma cardíaco. O coração passou a funcionar com apenas 20% da capacidade. A previsão dos médicos não era nada boa: no mínimo, ela precisaria colocar um marca passo. Naquele momento, conta, percebeu que Deus queria chamar sua atenção. “Falei com o Senhor que faria sua vontade, e não a minha. E pedi que, caso fosse do seu agrado que eu voltasse a pregar, que meu coração se recuperasse e eu não precisasse passar pela operação. Em quatro meses, o coração estava perfeito”, conta a missionária.
A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.
Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.
Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.
Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela. Nesta entrevista, Lanna fala sobre essas mudanças e sobre seus planos para o futuro. “Sei que foi o Senhor quem me chamou. Por isso, não posso parar, mesmo com tantas críticas que venho sofrendo. Sei que a glória desse segundo momento será muito maior”, garante. Os objetivos ministeriais incluem a abertura de uma base na Europa ou nos EUA e outra no Rio de Janeiro. “Depois, começar um trabalho para auxiliar pessoas que enfrentem o mesmo problema que eu, ao da homossexualidade.” Ao lado dela, a mãe, Elizabeth Marinho, que também se define como missionária, admite as dificuldades. “Fico impressionada com tantas mulheres que vêm e dão em cima dela na cara dura”, espanta-se. “Os homens, não; são todas mulheres, até irmãs. Parece algo feito para tentá-la mesmo”, reclama.
Depois de tudo o que passou, Lanna parece mais compreensiva em relação a quem enfrenta problemas nesta área, um dos maiores tabus do segmento evangélico. “Sempre me perguntam se estou ‘curada’ de vez, como se a homossexualidade fosse alguma doença”, comenta. “Sou completamente honesta quando me indagam sobre cura ou libertação neste aspecto: estou em processo de cura. Algumas pessoas conseguem ser libertas de uma vez de tudo. Outras, não; permanecem com trejeitos e vontades, como se fosse uma compulsão que precisam vencer diariamente”, diz, numa honestidade que deixaria desconcertados muitos de seus admiradores. “É o meu caso – não me sinto mais vulnerável, mas se fosse esperar toda inclinação desaparecer completamente, nunca voltaria a ministrar.” Para ela, as lideranças das igrejas não sabem lidar com o problema e espiritualizam demais o assunto. Afinal, como pessoas batizadas no Espírito Santo podem estar endemoninhadas?”, questiona. “Mas é mais fácil ferir as pessoas e fechar as portas da graça do que abri-las”, encerra, em tom grave.
ECLÉSIA – Como você define sua situação espiritual hoje?
LANNA HOLDER – Hoje eu vejo que tudo colaborou para que eu crescesse espiritualmente e aprendesse com Deus. O que me aconteceu serviu para que eu descobrisse os verdadeiros amigos que eu tinha, para que eu conseguisse rever os meus conceitos a nível de integridade, de caráter, de valores pessoais e aquilo que realmente atraía as pessoas até mim. Quando nos estamos no alto do monte, todos são amigos – e muitos dizem que são nossos amigos mesmo sem nos conhecer, só porque temos um nome. Desci ao vale, e lá descobri os verdadeiros amigos, os verdadeiros valores, e me tornei uma pessoa melhor do que era. O Senhor transformou as maldições em bênçãos; hoje, sou uma pessoa mais madura, tenho mais consciência do que quero e estou com os pés firmados em um propósito. Eu estou vivendo à luz da Palavra e caminhando no propósito que Deus tem para a minha vida.
E qual é esse seu propósito?
O mesmo que eu tinha desde que recebi o meu chamado, após a minha conversão – o propósito de ganhar almas para o Senhor. Deus me deu o dom da palavra, é o que eu sei e faço com prazer e alegria. Pregar o Evangelho satisfaz e preenche a minha alma e alegra o meu espírito, dando-me um sentimento de satisfação espiritual. E o meu propósito é independente de qualquer coisa; eu não vou abrir mão do meu ministério, daquilo que o Senhor me concedeu. Ainda que as igrejas e os ministérios fechem suas portas para mim, vou seguir até o fim esse propósito, que é o de pregar a Palavra de Deus.
Como tem sido a recepção das pessoas quando você vai às igrejas?
Melhor do que eu poderia imaginar. Depois do que eu passei, fico meio instável acerca de como vai ser esse relacionamento. Mas a minha vinda ao Brasil me permitiu ver os verdadeiros intercessores do meu ministério – foram os pequenos, os simples, aqueles que fazem parte do povo; aqueles que, quando me vêem, choram e me abraçam, agradecendo a Deus por eu estar de volta e pregando. O amor incondicional dessas pessoas foi como uma alavanca para me manter focalizada naquilo que o Senhor tem para a minha vida. Durante o período que se seguiu ao que você mesmo define como queda, o que as pessoas lhe diziam? Particularmente, depois de eu ter passado pelo meu fracasso matrimonial resultante do processo da minha queda, eu me sentia muito atingida com comentários de irmãos e de “profetas” que se diziam mensageiros da Palavra e do juízo de Deus sobre a minha vida. Houve quem me dissesse que Deus me mataria ou me colocaria numa cadeira de rodas, ou que iria me cobrar tirando a vida do meu filho. Enfim, foram diversas palavras de desgraça, destruição; mas ao invés disso, o que vi foi Deus cuidando de mim, sarando minhas feridas.
Quando você voltou a pregar?
Em julho de 2007, exatamente um ano depois do acidente em que Deus guardou minha vida e que serviu de sinal para que eu voltasse. Foi difícil? Foi muito interessante, porque a primeira coisa que eu pensei foi que acreditava que estava no púlpito de novo, na posição de pregadora, até porque eu havia sido muito sincera quando disse para Deus que não queria voltar para o ministério. Então, quando eu me vi ali pregando a Palavra, eu tive absoluta certeza do meu processo de restauração e de que não estava ali porque eu queria, mas porque Deus o quis.
Afinal, você parou de pregar devido ao escândalo homossexual?
Depois do ocorrido, eu comuniquei ao meu marido o que aconteceu e a outra pessoa envolvida fez o mesmo com o marido dela. Então, nós duas fomos conversar com o pastor dela, Leon de Jesus, para resolver o que fazer. Só que eu já havia decidido parar de pregar, pois estava insatisfeita com minha vida pessoal e não queria viver numa farsa. Então, entreguei a minha credencial e disse que não estava mais disposta a exercer o meu ministério.
Na outra entrevista a ECLÉSIA (edição 97), você disse que foi aconselhada a agir como se nada tivesse acontecido e continuasse com o ministério. Confirma isso?
O ministério de Boston decidiu que deveríamos passar por uma disciplina, mas que a questão não fosse trazida a público para não causar um escândalo. Só que esses cuidados não eram com a minha alma, nem o de preservar o meu ministério – ou o da outra pessoa –, mas uma preocupação em evitar o escândalo que manchasse o nome da igreja. Isso era muito perceptível para mim. E eu já estava cansada de me sentir manipulada. Não falo isso especificamente em relação àquela igreja, mas de modo geral. Estava cansada de ser e fazer aquilo que as pessoas queriam que eu fosse e fizesse.
A Igreja Evangélica está preparada para tratar casos de homossexualismo entre seus membros?
Não. Aliás, quando falei sobre isso na primeira entrevista, minha fala foi usada até de maneira maldosa. Eu não disse, em 90% das igrejas por onde eu passava, como foi afirmado na matéria, as pessoas exerciam a homossexualidade ali dentro. O que eu disse foi que em 90% das igrejas por onde eu havia passado, encontrava pessoas com problemas de homossexualismo. Mas o que afirmei naquela entrevista, afirmo nesta: onde eu passo, é muito difícil que não haja pessoas que me procurem com problemas de homossexualidade, problemas que elas não sabem como resolver. Por mais que jejuem, por mais que orem, por mais que passem por processos de libertação, elas continuam sentindo as mesmas tendências, as mesmas encanações e as mesmas dificuldades. E falta confiança nos líderes, porque, se elas expõem as suas vidas, têm suas vidas expostas aos membros da igreja e a partir daí passam a sofrer discriminação, são colocadas de lado e impedidas de exercer qualquer cargo ministerial na igreja. Pessoas assim estão fadadas a morrer no último banco, porque para esses ministros e para essas igrejas elas não têm utilidade nenhuma. Então, o que eu percebo é que nós espiritualizamos demais o que precisa ser compreendido, ao invés de ser espiritualizado. Esse problema precisa ser conhecido para sabermos como pode ser tratado; mas nós fechamos a porta da graça, ao invés de abri-la.
Então, na sua opinião, qual seria a atitude correta da Igreja em relação ao homossexual ?
Não só falo da homossexualidade, mas do adultério, do vício da prostituição. Essas pessoas precisam de igrejas que as aceitem como elas são e que preguem a Palavra para elas, na expectativa e na certeza de que a libertação vai ocorrer de dentro pra fora. Não adianta pegar um homossexual e trocar suas vestes, fazendo dele uma personagem que passe a imagem de religioso, se por dentro ele está ferido, está machucado. A única coisa que a igreja pode fazer, se ela não tem respostas, é exercitar o amor. A homossexualidade não é pior do que o adultério, a prostituição ou a fornicação – para Deus, todos estão na mesma categoria.
Por que a Igreja é tão radical em relação aos pecados sexuais?
Eu te diria que é por causa dessa máscara de religiosidade. Nós condenamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga. E nos calamos também em relação à falta de união entre pastores e ministérios e à busca incessante pelo poder. Não condenamos aqueles que usam o dinheiro que vem dos dízimos e das ofertas para suas vaidades pessoais., enquanto as igrejas estão limitadas a templos pobres e sem estrutura porque o dinheiro é totalmente utilizado de forma ilícita. Também não falamos contra a disputa que existe em nosso meio: quem é o melhor pregador, quem é o melhor cantor, quem é o que mais vende em igrejas. Isso tudo se tornou normal, mas o pecado sexual, não. É a mascara da religiosidade.
Você refere-se a esta nova fase do seu ministério como uma segunda etapa. O que mudou em relação à anterior?
As pessoas que já conheciam meu ministério, quando vão me ver pregar hoje, esperam aquela pregação bombástica, aquela característica que sempre foi vinculada ao ministério Lanna Holder – aquela pregação pentecostal, aquela palavra avivada, a necessidade de ver o povo pulando, recebendo o que nós usamos como a forma taxativa de poder. Hoje eu tenho muito mais preocupação em ter consciência, uma pregação com base na Palavra, sem aquela preocupação de que precisa haver manifestação de poder. Agora, minha maior preocupação é ministrar a Palavra, na certeza de que em cada igreja, de acordo com a unção e com a disposição do coração de Deus para me usar naquela ocasião, vai haver um mover diferente. Sei que, mesmo que as pessoas não tenham pulado ou não tenham caído, elas sairão dali com a Palavra semeada em seus corações e com suas vidas mudadas. Só a Palavra pode fazer isso.
Fonte: Púlpito Cristão/ G1 / Foto: Clara Velasco do G1 / http://migre.me/57ycg / Genizah http://migre.me/57ywK
Em um programa que foi ao ar esta semana pela Rede TV, as pastoras Lanna Holder e Rosania, líderes da Comunidade Cidade de Refúgio, igreja de teologia “inclusiva”, isto é, voltada ao público homossexual, falaram sobre a evangelização que pretendem fazer durante a Parada Gay, evento realizado anualmente desde 1996, e queacontece hoje (26/06), na Avenida Paulista.
Lanna e Rosania são lésbicas assumidas, possuem uma ligação afetiva a 9 anos, e estão juntas como casal gay à 4 anos.
Assista ao vídeo da entrevista:
Pastora e cantora lésbica querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP
Lanna Holder e Rosania Rocha dizem que movimento perdeu o propósito. Organização diz que evento continua reivindicando direitos humanos
Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.
“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”
As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.
Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”
Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”
Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.
Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.
A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”
Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.
Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.
Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.
Em 2009 Lanna Holder após ficar sumida da mídia evangélica, concedeu entrevista para Eclésia
Seguem trechos da entrevista com Lanna Holder publicada na revista Eclésia de janeiro de 2009 feita após a sua segunda recaida e nova retomada. Ou seja, atual re-re-re-caída já é rotina. E sua atual companheira é a mesma Pastora Rosania que a mesma conheceu nos Estados Unidos, esta por sua vez, casada na época.
A volta, depois da queda
Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia
A missionária Lanna Holder, afastada do ministério de pregadora itinerante por um escândalo homossexual, está de volta aos púlpitos e se considera restaurada pelo Senhor
Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.
Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.
Lanna Holder diz que havia decidido não pregar mais. Manteve a decisão até 28 de julho de 2006, quando um acidente de carro quase lhe tirou a vida. Passou 42 dias internada e sofreu nove cirurgias. Entre os muitos ferimentos, teve o peito esmagado, perfurações nos pulmões e no fígado e hemorragias internas causadas pela fratura das costelas, além de um trauma cardíaco. O coração passou a funcionar com apenas 20% da capacidade. A previsão dos médicos não era nada boa: no mínimo, ela precisaria colocar um marca passo. Naquele momento, conta, percebeu que Deus queria chamar sua atenção. “Falei com o Senhor que faria sua vontade, e não a minha. E pedi que, caso fosse do seu agrado que eu voltasse a pregar, que meu coração se recuperasse e eu não precisasse passar pela operação. Em quatro meses, o coração estava perfeito”, conta a missionária.
A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.
Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.
Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.
Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela. Nesta entrevista, Lanna fala sobre essas mudanças e sobre seus planos para o futuro. “Sei que foi o Senhor quem me chamou. Por isso, não posso parar, mesmo com tantas críticas que venho sofrendo. Sei que a glória desse segundo momento será muito maior”, garante. Os objetivos ministeriais incluem a abertura de uma base na Europa ou nos EUA e outra no Rio de Janeiro. “Depois, começar um trabalho para auxiliar pessoas que enfrentem o mesmo problema que eu, ao da homossexualidade.” Ao lado dela, a mãe, Elizabeth Marinho, que também se define como missionária, admite as dificuldades. “Fico impressionada com tantas mulheres que vêm e dão em cima dela na cara dura”, espanta-se. “Os homens, não; são todas mulheres, até irmãs. Parece algo feito para tentá-la mesmo”, reclama.
Depois de tudo o que passou, Lanna parece mais compreensiva em relação a quem enfrenta problemas nesta área, um dos maiores tabus do segmento evangélico. “Sempre me perguntam se estou ‘curada’ de vez, como se a homossexualidade fosse alguma doença”, comenta. “Sou completamente honesta quando me indagam sobre cura ou libertação neste aspecto: estou em processo de cura. Algumas pessoas conseguem ser libertas de uma vez de tudo. Outras, não; permanecem com trejeitos e vontades, como se fosse uma compulsão que precisam vencer diariamente”, diz, numa honestidade que deixaria desconcertados muitos de seus admiradores. “É o meu caso – não me sinto mais vulnerável, mas se fosse esperar toda inclinação desaparecer completamente, nunca voltaria a ministrar.” Para ela, as lideranças das igrejas não sabem lidar com o problema e espiritualizam demais o assunto. Afinal, como pessoas batizadas no Espírito Santo podem estar endemoninhadas?”, questiona. “Mas é mais fácil ferir as pessoas e fechar as portas da graça do que abri-las”, encerra, em tom grave.
ECLÉSIA – Como você define sua situação espiritual hoje?
LANNA HOLDER – Hoje eu vejo que tudo colaborou para que eu crescesse espiritualmente e aprendesse com Deus. O que me aconteceu serviu para que eu descobrisse os verdadeiros amigos que eu tinha, para que eu conseguisse rever os meus conceitos a nível de integridade, de caráter, de valores pessoais e aquilo que realmente atraía as pessoas até mim. Quando nos estamos no alto do monte, todos são amigos – e muitos dizem que são nossos amigos mesmo sem nos conhecer, só porque temos um nome. Desci ao vale, e lá descobri os verdadeiros amigos, os verdadeiros valores, e me tornei uma pessoa melhor do que era. O Senhor transformou as maldições em bênçãos; hoje, sou uma pessoa mais madura, tenho mais consciência do que quero e estou com os pés firmados em um propósito. Eu estou vivendo à luz da Palavra e caminhando no propósito que Deus tem para a minha vida.
E qual é esse seu propósito?
O mesmo que eu tinha desde que recebi o meu chamado, após a minha conversão – o propósito de ganhar almas para o Senhor. Deus me deu o dom da palavra, é o que eu sei e faço com prazer e alegria. Pregar o Evangelho satisfaz e preenche a minha alma e alegra o meu espírito, dando-me um sentimento de satisfação espiritual. E o meu propósito é independente de qualquer coisa; eu não vou abrir mão do meu ministério, daquilo que o Senhor me concedeu. Ainda que as igrejas e os ministérios fechem suas portas para mim, vou seguir até o fim esse propósito, que é o de pregar a Palavra de Deus.
Como tem sido a recepção das pessoas quando você vai às igrejas?
Melhor do que eu poderia imaginar. Depois do que eu passei, fico meio instável acerca de como vai ser esse relacionamento. Mas a minha vinda ao Brasil me permitiu ver os verdadeiros intercessores do meu ministério – foram os pequenos, os simples, aqueles que fazem parte do povo; aqueles que, quando me vêem, choram e me abraçam, agradecendo a Deus por eu estar de volta e pregando. O amor incondicional dessas pessoas foi como uma alavanca para me manter focalizada naquilo que o Senhor tem para a minha vida. Durante o período que se seguiu ao que você mesmo define como queda, o que as pessoas lhe diziam? Particularmente, depois de eu ter passado pelo meu fracasso matrimonial resultante do processo da minha queda, eu me sentia muito atingida com comentários de irmãos e de “profetas” que se diziam mensageiros da Palavra e do juízo de Deus sobre a minha vida. Houve quem me dissesse que Deus me mataria ou me colocaria numa cadeira de rodas, ou que iria me cobrar tirando a vida do meu filho. Enfim, foram diversas palavras de desgraça, destruição; mas ao invés disso, o que vi foi Deus cuidando de mim, sarando minhas feridas.
Quando você voltou a pregar?
Em julho de 2007, exatamente um ano depois do acidente em que Deus guardou minha vida e que serviu de sinal para que eu voltasse. Foi difícil? Foi muito interessante, porque a primeira coisa que eu pensei foi que acreditava que estava no púlpito de novo, na posição de pregadora, até porque eu havia sido muito sincera quando disse para Deus que não queria voltar para o ministério. Então, quando eu me vi ali pregando a Palavra, eu tive absoluta certeza do meu processo de restauração e de que não estava ali porque eu queria, mas porque Deus o quis.
Afinal, você parou de pregar devido ao escândalo homossexual?
Depois do ocorrido, eu comuniquei ao meu marido o que aconteceu e a outra pessoa envolvida fez o mesmo com o marido dela. Então, nós duas fomos conversar com o pastor dela, Leon de Jesus, para resolver o que fazer. Só que eu já havia decidido parar de pregar, pois estava insatisfeita com minha vida pessoal e não queria viver numa farsa. Então, entreguei a minha credencial e disse que não estava mais disposta a exercer o meu ministério.
Na outra entrevista a ECLÉSIA (edição 97), você disse que foi aconselhada a agir como se nada tivesse acontecido e continuasse com o ministério. Confirma isso?
O ministério de Boston decidiu que deveríamos passar por uma disciplina, mas que a questão não fosse trazida a público para não causar um escândalo. Só que esses cuidados não eram com a minha alma, nem o de preservar o meu ministério – ou o da outra pessoa –, mas uma preocupação em evitar o escândalo que manchasse o nome da igreja. Isso era muito perceptível para mim. E eu já estava cansada de me sentir manipulada. Não falo isso especificamente em relação àquela igreja, mas de modo geral. Estava cansada de ser e fazer aquilo que as pessoas queriam que eu fosse e fizesse.
A Igreja Evangélica está preparada para tratar casos de homossexualismo entre seus membros?
Não. Aliás, quando falei sobre isso na primeira entrevista, minha fala foi usada até de maneira maldosa. Eu não disse, em 90% das igrejas por onde eu passava, como foi afirmado na matéria, as pessoas exerciam a homossexualidade ali dentro. O que eu disse foi que em 90% das igrejas por onde eu havia passado, encontrava pessoas com problemas de homossexualismo. Mas o que afirmei naquela entrevista, afirmo nesta: onde eu passo, é muito difícil que não haja pessoas que me procurem com problemas de homossexualidade, problemas que elas não sabem como resolver. Por mais que jejuem, por mais que orem, por mais que passem por processos de libertação, elas continuam sentindo as mesmas tendências, as mesmas encanações e as mesmas dificuldades. E falta confiança nos líderes, porque, se elas expõem as suas vidas, têm suas vidas expostas aos membros da igreja e a partir daí passam a sofrer discriminação, são colocadas de lado e impedidas de exercer qualquer cargo ministerial na igreja. Pessoas assim estão fadadas a morrer no último banco, porque para esses ministros e para essas igrejas elas não têm utilidade nenhuma. Então, o que eu percebo é que nós espiritualizamos demais o que precisa ser compreendido, ao invés de ser espiritualizado. Esse problema precisa ser conhecido para sabermos como pode ser tratado; mas nós fechamos a porta da graça, ao invés de abri-la.
Então, na sua opinião, qual seria a atitude correta da Igreja em relação ao homossexual ?
Não só falo da homossexualidade, mas do adultério, do vício da prostituição. Essas pessoas precisam de igrejas que as aceitem como elas são e que preguem a Palavra para elas, na expectativa e na certeza de que a libertação vai ocorrer de dentro pra fora. Não adianta pegar um homossexual e trocar suas vestes, fazendo dele uma personagem que passe a imagem de religioso, se por dentro ele está ferido, está machucado. A única coisa que a igreja pode fazer, se ela não tem respostas, é exercitar o amor. A homossexualidade não é pior do que o adultério, a prostituição ou a fornicação – para Deus, todos estão na mesma categoria.
Por que a Igreja é tão radical em relação aos pecados sexuais?
Eu te diria que é por causa dessa máscara de religiosidade. Nós condenamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga. E nos calamos também em relação à falta de união entre pastores e ministérios e à busca incessante pelo poder. Não condenamos aqueles que usam o dinheiro que vem dos dízimos e das ofertas para suas vaidades pessoais., enquanto as igrejas estão limitadas a templos pobres e sem estrutura porque o dinheiro é totalmente utilizado de forma ilícita. Também não falamos contra a disputa que existe em nosso meio: quem é o melhor pregador, quem é o melhor cantor, quem é o que mais vende em igrejas. Isso tudo se tornou normal, mas o pecado sexual, não. É a mascara da religiosidade.
Você refere-se a esta nova fase do seu ministério como uma segunda etapa. O que mudou em relação à anterior?
As pessoas que já conheciam meu ministério, quando vão me ver pregar hoje, esperam aquela pregação bombástica, aquela característica que sempre foi vinculada ao ministério Lanna Holder – aquela pregação pentecostal, aquela palavra avivada, a necessidade de ver o povo pulando, recebendo o que nós usamos como a forma taxativa de poder. Hoje eu tenho muito mais preocupação em ter consciência, uma pregação com base na Palavra, sem aquela preocupação de que precisa haver manifestação de poder. Agora, minha maior preocupação é ministrar a Palavra, na certeza de que em cada igreja, de acordo com a unção e com a disposição do coração de Deus para me usar naquela ocasião, vai haver um mover diferente. Sei que, mesmo que as pessoas não tenham pulado ou não tenham caído, elas sairão dali com a Palavra semeada em seus corações e com suas vidas mudadas. Só a Palavra pode fazer isso.
Fonte: Púlpito Cristão/ G1 / Foto: Clara Velasco do G1 / http://migre.me/57ycg / Genizah http://migre.me/57ywK
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