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sábado, 26 de novembro de 2016

Veja o que políticos brasileiros falaram sobre a morte de Fidel Castro

Iolando Lourenço
A morte do líder cubano Fidel Castro ocorrida na madrugada deste sábado (26), aos 90 anos de idade, repercutiu no Brasil. Políticos brasileiros se manifestaram em nota ou pelas redes sociais.

Michel Temer
Em nota à imprensa, o presidente Michel Temer disse que "Fidel Castro foi um líder de convicções. Marcou a segunda metade do século XX com a defesa firme das ideias em que acreditava".

Renan Calheiros
Em nota oficial, o presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), lamentou a morte de Fidel ressaltando que ele marcou a história mundial. “Em nome do Congresso Nacional, lamento a morte de Fidel Castro que, a despeito de suas convicções e ideologias políticas, foi um homem que marcou a história mundial. Em momentos como este, devemos nos lembrar que posições políticas diferentes, desde que respeitados valores democráticos, contribuem para enriquecer nossa história”, diz a nota.

Rodrigo Maia
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também destacou que Fidel foi uma figura marcante do século 20 "e, independentemente de crenças políticas, é preciso reconhecer sua importância para o povo de Cuba", disse em nota.

Dilma Rousseff
A ex-presidenta Dilma Rousseff lamentou a morte do líder cubano e apresentou suas condolências e solidariedade à família Castro e ao povo cubano. “Fidel foi um dos mais importantes políticos contemporâneos e um visionário que acreditou na construção de uma sociedade fraterna e justa, sem fome nem exploração, numa América Latina unida e forte. Um homem que soube unir ação e pensamento, mobilizando forças populares contra a exploração de seu povo. Foi também um ícone para milhões de jovens em todo o mundo”, diz nota de Dilma.

Lula
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte de Fidel e comparou-a como se tivesse perdido um irmão. Lula diz que Fidel foi uma voz de luta e esperança. “Seu espírito combativo e solidário animou sonhos de liberdade, soberania e igualdade. Nos piores momentos, quando ditaduras dominavam as principais nações de nossa região, a bravura de Fidel Castro e o exemplo da revolução cubana inspiravam os que resistiam à tirania”, diz trecho da nota de Lula. “Sinto sua morte como a perda de um irmão mais velho, de um companheiro insubstituível, do qual jamais me esquecerei. Será eterno seu legado de dignidade e compromisso por um mundo mais justo”, acrescenta a nota do ex-presidente.

Fernando Henrique Cardoso
Ao da morte de Fidel Castro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse em nota que a “luta simbolizada por Fidel dos "pequenos" contra os poderosos teve uma função dinamizadora na vida política no continente. "O governo brasileiro se opôs a todas as medidas de cerceamento econômico da Ilha e, desde o governo Sarney até hoje as relações econômicas e políticas entre o Brasil e Cuba fluíram com normalidade”. Em outro trecho da nota, FHC diz que a morte de Fidel “marca o fim de um ciclo, no qual, há que se dizer que, se Cuba conseguiu ampliar a inclusão social, não teve o mesmo sucesso para assegurar a tolerância política e as liberdades democráticas”. FHC também expressou no documento os votos de que a transição pela qual a Ilha passa "permita que a prosperidade aumente, mas que se preserve, num ambiente de liberdade, o sentimento de igualdade que ampliou acesso à educação e à saúde.

Francisco Dornelles
O vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, se manifestou sobre a morte do líder socialista. Em nota, Dornelles citou a capacidade de liderança de Fidel. “Fidel Castro passa para a história pela sua grande capacidade de liderança, coragem nos processos de tomada de decisão, coerência em suas ideias e seus princípios”, disse Dornelles.

Jair Bolsonaro
Em vídeo, o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) comemorou a morte de Fidel e questionou a cremação do corpo do líder cubano. “Cremar porque Raúl [Raúl Castro, presidente cubano e irmão de Fidel] se ele já está ardendo nas profundezas do inferno. Fidel Castro, um grande exterminador de liberdade e promotor da miséria no mundo todo certamente terá [...] uma estadia eterna nas profundezas do inferno”, postou Bolsonaro em seu Twitter.

Fonte: AB

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Japão reduz alerta de tsunami após terremoto

A Agência Meteorológica do Japão reduziu o alerta de tsunami após o forte terremoto que atingiu a costa oriental do país na manhã desta terça-feira (22). As informações são da agência Ansa.

Logo depois do tremor, as autoridades haviam alertado para o risco de ondas de até três metros de altura. No entanto, um aviso de cautela permanece em vigor nas zonas litorâneas das províncias de Miyagi e Fukushima.

Segundo o governo japonês, o sismo teve magnitude 7.4 na escala Richter, mas o Serviço Geológico dos Estados Unidos (Uugs) diz que o tremor foi de 6.9. Além disso, os órgãos divergem sobre a profundidade do terremoto. Para o primeiro, foi de 25 km. Para o segundo, de 10 km.

Esse foi o primeiro alerta de tsunami no país desde 2012, pouco mais de cinco anos e meio depois da tragédia de março de 2011, quando ondas levantadas por um sismo provocaram um enorme vazamento na central nuclear de Fukushima, no maior desastre desse tipo desde o de Chernobyl, em 1986.
 
Até hoje, dezenas de milhares de pessoas estão desalojadas por causa da radiação liberada após o terremoto de 2011.

Fonte: AB

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Papa diz que críticas de cardeais não tiram seu sono

Em entrevista ao maior jornal católico da Itália, o Avvenire, o papa Francisco disse que a carta que recebeu de cardeais conservadores questionando sua exortação "Amoris laetitia" (A alegria do amor, em tradução livre) não tira seu sono. A informação é da Agência Ansa.

"Quanto às opiniões, é preciso sempre distinguir o espírito com que elas são ditas. Quando não há um espírito bravo, elas também ajudam a caminhar. Outras vezes, você vê que as críticas dadas aqui e ali são para justificar uma posição já assumida, não são honestas. São feitas com um espírito bravo para fomentar a divisão", disse o pontífice.

Segundo o líder católico, os ataques à "Amoris laetitia" nascem de um certo legalismo que pode ser ideológico. "Alguns continuam a não compreender: ou é branco ou é preto, mesmo que esteja no fluxo da vida o discernimento. O Concílio disse isso, mas os historiadores dizem que um Concílio, para ser bem absorvido pelo corpo da Igreja, tem necessidade de um século. Bem, estamos na metade", ressaltou o papa lembrando o Concílio Vaticano II, realizado pela Igreja Católica entre os anos de 1962 e 1966.

Os comentários de Jorge Mario Bergoglio referem-se a uma carta enviada pelo cardeal Raymond Leo Burke, um dos mais conservadores do clero norte-americano e ferrenho defensor da interpretação rígida da doutrina católica, pelo cardeal Walter Brandmüller e pelos arcebispos eméritos Carlo Caffara e Joachim Meisner.

O documento foi enviado ao papa no dia 19 de setembro, mas Francisco não respondeu às "cinco dúvidas" sobre a exortação. Por isso, Burke decidiu tornar público o pedido de explicações nesta semana. Eles questionam situações que teriam sido contraditórios a outros textos católicos ou práticas seculares da Igreja na questão dos divorciados.

Com sua política de abertura, Bergoglio pediu que as igrejas pelo mundo não excluam os divorciados que estão em nova união porque eles "não estão excomungados", justificando que ninguém "deve ser punido para sempre". No entanto, Burke - que já se envolveu em diversas polêmicas com Francisco - diz que isso não está claro e que cada diocese tem uma prática diferente, o que vem fazendo com que a Igreja "perca muitos fiéis".

Jubileu da Misericórdia
O papa Francisco também foi questionado sobre a realização do Jubileu da Misericórdia, que já foi encerrado nas paróquias, mas terá uma celebração especial neste fim de semana. À pergunta se o evento foi planejado, o pontífice respondeu que não.

"Não fiz um plano. As coisas aconteceram. A Igreja é o Evangelho, não um caminho de ideias. Quem descobre que é muito amado, começa a sair da solidão, da separação que o leva a odiar os outros e a si mesmo. Espero que muitas pessoas tenham descoberto que são muito amadas por Jesus e se deixem abraçar por ele", disse o sucessor de Bento XVI.

Apesar de ser convocado, geralmente, a cada 25 anos, um Ano Santo pode ser chamado pelo pontífice quando ele achar necessário. Desta vez, foi uma maneira de chamar os fiéis para a Igreja e também marcar os 50 anos do Concílio Vaticano II.

Ecumenismo 
Sobre sua postura de unir os líderes religiosos de todas as crenças, o papa afirmou que está seguindo apenas um percurso já iniciado por outros sucessores de Pedro. "Vem de muito tempo, com passos dos meus antecessores. Este é o caminho da Igreja. Não sou eu. Não fiz nenhuma aceleração. Na medida em que andamos adiante, o caminho parece ser mais veloz", respondeu Bergoglio. Recentemente, ele foi o primeiro papa a ir aos eventos de celebração da Reforma Luterana, na Suécia. Além disso, recebe frequentemente líderes de muitas religiões no Vaticano.

Proselitismo 
O sucessor de Bento XVI também foi questionado sobre o atual momento da Igreja Católica e voltou a destacar sua condenação ao proselitismo (a tentativa de conversão para uma doutrina por meio de discursos).  "A Igreja não é um time que busca torcedores. A Igreja nunca cresce no proselitismo, mas por atração. O proselitismo entre cristãos é, em si mesmo, um pecado grave e contradiz a dinâmica de como a gente se torna e permanece cristão", disse ao Avvenire.

Fonte: AB

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Sinal analógico de TV será desligado nesta quinta-feira no DF e Entorno

Aline Leal 
A partir da próxima quinta-feira (17), os moradores do Distrito Federal e de nove cidades do Entorno que não adaptaram a televisão para o sinal digital ficarão sem receber a programação de todos os canais de TV. Este é o prazo final para que as 25 geradoras e retransmissoras que atuam na região desliguem o sinal analógico.

Inicialmente, a data limite era o dia 26 de outubro, mas o Grupo de Implantação da TV Digital (Gired) decidiu dar mais tempo para que as emissoras de televisão fizessem o desligamento.

Às vésperas do fim do primeiro prazo, cerca de 80 mil famílias ainda não estavam preparadas para receber o sinal digital. Amanhã (16), o grupo deve divulgar um novo balanço de adesão.

Para conseguir captar o sinal digital, os telespectadores precisam instalar uma antena apropriada, preferencialmente externa. Se o televisor for antigo, será preciso instalar um conversor de TV digital. A maioria dos modelos mais novos de TV, com tela fina (plasma, LCD, LED), já vem com o conversor de TV digital integrado.

Famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único dos programas sociais do governo federal têm direito a receber de graça um kit com antena e conversor digital.

Municípios

Além do Distrito Federal, as cidades goianas que terão o sinal analógico desligado nesta quinta-feira são Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cristalina, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás

Fonte: AB/Foto: Arquivo/Antonio Cruz/ Agência Brasil

Estudantes do ensino médio protestam contra Trump em cidades dos EUA

José Romildo
Milhares de estudantes do ensino médio participaram nesta segunda-feira (14), em Los Angeles, no estado da Califórnia; em Seattle, no estado de Washington; e em dezenas de outras cidades dos Estados Unidos de manifestações contra as políticas anunciadas pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano.

Durante as manifestações, que ocorreram também em Portland, no estado de Oregon; e em Montgomery County, em Maryland; os estudantes exibiam bandeiras americanas e mexicanas e gritavam “Trump não é meu presidente” e outros refrões contra as propostas do republicano de barrar muçulmanos nos aeroportos, expulsar imigrantes sem documento e construir um muro na fronteira com o México.

Os protestos também criticaram a escolha de Stephen Bannon como o principal estrategista da Casa Branca para a gestão Trump. Durante as manifestações, os estudantes chamavam Bannon de “racista” e defensor da implantação do nacionalismo branco nos Estados Unidos.

Em Los Angeles, cerca de 4 mil estudantes saíram das aulas de ensino médio em toda a cidade para protestar contra o presidente eleito. Servidores das escolas públicas de Seattle informaram que cerca de 5 mil alunos participaram dos protestos.

Fonte: AB

Reforma da Previdência terá de lidar com disparidade de expectativa de vida

Elaine Cruz e Mariana Branco
A reforma da Previdência é uma das principais apostas do governo federal para tentar equilibrar as contas públicas. A partir de hoje (15), a Agência Brasil inicia uma série com quatro reportagens com opiniões de especialistas, do cidadão e do governo sobre o tema.

Uma das propostas prevista na reforma é estabelecer a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem. Atualmente, o trabalhador pode pedir a aposentadoria com 30 anos de contribuição, no caso das mulheres, e 35 anos no dos homens. Para receber o benefício integral, é preciso atingir a fórmula 85 (mulheres) e 95 (homens), que é a soma da idade e o tempo de contribuição.

E um dos obstáculos da reforma do sistema previdenciário será lidar com a disparidade entre as expectativas de vida no país.

Se analisarmos por estado, existe uma diferença de 8,4 anos, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre a maior expectativa de vida, registrada em Santa Catarina, e a menor, no Maranhão.

Enquanto a esperança de vida dos catarinenses é 79 anos, para os maranhenses é 70,6 anos. A discrepância é o retrato das diferenças entre as regiões do país.

Na Região Sul, a expectativa de vida está em 77,8 anos, a maior do Brasil, no Nordeste, onde fica o Maranhão, é 73 anos, a segunda mais baixa do país.

A Região Nordeste fica atrás somente do Norte, onde o tempo médio de vida dos brasileiros é 72,2 anos. Rondônia, Roraima e Amazonas puxam o indicador para baixo, com esperanças de vida respectivamente de 71,3 anos, 71,5 anos e 71,9 anos. No Nordeste, apesar de o Maranhão ter a menor expectativa do Brasil, estados como Paraíba (73,2 anos), Bahia (73,5 anos) e Ceará e Pernambuco (73,9 anos) ajudam a melhorar o índice.

Municípios

A situação torna-se ainda mais desigual quando é avaliada a expectativa de vida por municípios. Se a idade mínima de 65 anos passasse a valer hoje, em 19 municípios do país, cuja esperança de vida é, em média, de 65 anos, os trabalhadores não iam se aposentar antes de morrer. Em outros 63 municípios, cuja expectativa de vida é, em média, 66 anos, as pessoas usufruiriam da aposentadoria por apenas cerca de um ano.

Os dados constam do Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, elaborado em 2010 e divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em 2013. O atlas é elaborado a cada dez anos, e, atualmente, é a estatística mais recente e completa disponível.

Entre as 19 cidades com esperança de vida de aproximadamente 65 anos, cinco se localizam na Paraíba, três em Alagoas, sete em Pernambuco e quatro no Maranhão, todas no Nordeste do país. Na outra ponta da tabela, com expectativa de vida ao redor de 78 anos, estão 20 municípios de Santa Catarina.


Transição demográfica
O pesquisador Fernando Albuquerque, gerente de estudos populacionais do IBGE, explica que a disparidade do Norte e Nordeste em relação ao Sul e Sudeste do país remonta à transição demográfica do campo para as cidades. Segundo ele, após a Segunda Guerra Mundial, houve melhora das condições de vida dos brasileiros e o início da migração para as grandes cidades.

Os fluxos migratórios tiveram auge na década de 1970 e a urbanização, aliada a políticas de saneamento básico, levou à queda da mortalidade. “As primeiras regiões, as mais beneficiadas, foram o Centro-Sul. Em 1980, a expectativa de vida de um brasileiro era, em média, 62,5 anos. Se ele vivesse na Região Nordeste, caía para 58,2 anos. Na Região Sul, era 66,1 anos”, informa.

De acordo com Albuquerque, a tendência é que a desigualdade entre as regiões diminua progressivamente, como já vem ocorrendo. “Em 1980, a diferença [entre as expectativas de vida] era 7,9 anos entre o Nordeste e o Sul. E agora, o diferencial entre Norte e Sul, entre a maior e menor esperança de vida, dá 5,6 anos. Então você vê que já houve uma redução”, avalia.

A pesquisadora Andréa Bolzon, coordenadora do Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil, corrobora que a esperança de vida ao nascer está em um contexto de melhora no país. “Mesmo no município de Cacimbas [pior expectativa de vida do Brasil], em 2010, a expectativa era de 65 anos, mas em 1991 era de 51 anos”, cita.

Muitos 'brasis'

Andréa Bolzon ressalta, no entanto, que o ritmo dos avanços não tem sido o adequado para garantir isonomia. “As pessoas estão vivendo mais. Mas, nesse contexto de viver mais, tem muitas faixas. Algumas pessoas saem de 60 para 80 anos e outras de 50 para 60 em um período de 20 anos”.

A pesquisadora lembra que, até mesmo dentro da mesma área urbana, há condições sociais, taxas de mortalidade e expectativas de vida diversas. “É fato que, quando você pensa no Brasil, são muitos brasis. Tem que se pensar em uma reforma da Previdência com um olhar direcionado para as populações mais vulneráveis, populações que estão em situação de extrema pobreza”, afirma.

Apesar de defender políticas públicas que respeitem a diversidade entre as regiões, o pesquisador Fernando Albuquerque admite que seria um processo complexo adaptar a reforma da Previdência às diferenças culturais, sociais e econômicas das diversas localidades do Brasil.

“A mortalidade tem diferencial por sexo, situação socioeconômica, área rural ou urbana, nível de estudo da pessoa. É uma infinidade de tábuas [gráficos] que teria que fazer para contemplar todos esses grupos específicos. É por isso que se usa a média Brasil”, destaca. Atualmente, segundo o IBGE, a expectativa de vida média do brasileiro é 75,7 anos.

Para o governo, o dado mais adequado a ser levado na hora de se pensar a reforma da Previdência é a sobrevida quando aproxima-se da idade da aposentadoria. Com isso, a disparidade entre a expectativa de vida nas diversas localidades do país deixa de ser importante.

Fonte: AB


Implante de chip na mão é “sensação” na Austrália - Assista o vídeo - Impressionante

Serviço promete que população será de "super-humanos"

A Austrália pode se tornar o primeiro país no mundo a oferecer implantes de microchip em larga escala para sua população. Desde 2010, o governo do país analisa um plano potencial de usar chips RFID para modernizar seu sistema de saúde.

Este ano, a ideia parece ter começando a se popularizar, contudo a motivação não é resultado de uma campanha do governo. Através de propagandas que tentam mostrar como os microchips implantados na pele trazem vantagens, a procura espontânea aumentou.

O NEWS.com.au publicou recentemente um artigo intitulado “Australianos abraçam a tecnologia de microchip para serem super-humanos”.

Segundo o site, um dos mais importantes do país, centenas de australianos estão querendo se beneficiar da oportunidade de abrir portas, ligar luzes e acessar computadores apenas com um aceno de mão.

A “garota propaganda” é Shanti Korporaal, de Sydney, que implantou dois chips diferentes, do tamanho de um grão de arroz, um em cada mão. Em uma delas tem o controle de portas e portões, não precisando mais de chaves e senhas para acessar o computador ou o celular.

Até sua Vespa ela adaptou para funcionar com o programa. Na outra mão, o implante funciona como um cartão de visita, além de se comunicar com o smartphone, permite a geolocalização e armazena dados médicos complexos.


Junto com o marido, ela criou o “Chip My Life”, um serviço de distribuição de implantes que pretende expandir a ideia para todas as regiões da Austrália.

Embora ainda esteja focado no nicho de mercado dos que se interessa por tecnologia de ponta, eles apostam alto. Korporaal espera que dentro de alguns anos seus microchips possam ser configurados para pagar as contas e, quem sabe, acabar com a necessidade de dinheiro e cartões de crédito.

“A ideia de super-humanos apresentada por muitas histórias de ficção já é real”, comemora. Em sua entrevista para o site australiano, Shanti, 27 anos,  afirma que sua família e amigos já estão com inveja de seu novo estilo de vida com microchip.

“Eu tive mais oposição a minhas tatuagens que em relação ao chip. Meus amigos estão com inveja”, garante.

1200 usuários até o momento

O médico Amal Graafstra, que injetou os chips em Shanti Korporaal, garante que já fez o mesmo em cerca de 1.200 australianos. Segundo ele, após anestesia local, a inclusão é feita em dois segundos.

Com preços variando entre US$ 80 a US$ 140, qualquer um pode aderir.

Essas crescentes comunidades de “biohackers”, que acreditam que podem usar tecnologia para melhorar a performance humana, não se limita à Austrália. Recentemente, uma empresa da Suécia ofereceu aos funcionários a opção de trocar seus crachás por chips que abririam portas e marcariam o “ponto”. Mais de 400 aceitaram a proposta.

Fonte: GP

Senador Magno Malta propõe redução drástica no salário de juízes, parlamentares e do presidente

O senador evangélico Magno Malta (PR-ES) propôs, na última semana, uma redução drástica no salário dos parlamentares, de funcionários do Congresso, do presidente da República e dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

No discurso, Malta diz que o ideal era que o governo estabelecesse um teto salarial para todas as esferas e sugere um valor: R$ 15 mil. “E olha que quinze conto é dinheiro, ninguém vai morrer de fome”.


“Tem que fazer um teto para os grandes salários. Nós não podemos viver com gente desempregada e o pequeno empresário não podendo investir, contratar mais uma pessoa porque da empresa dele foi subtraído, mas tem juiz ganhando 100 mil reais; porque tem funcionário do Senado que ganha 60 mil reais”, disse o senador.

Para Malta, é importante que a PEC 241, que limita os gastos do governo federal, seja aprovada, mas diz que é preciso fazer algo mais do que se propõs até agora. “Está todo mundo nessa crise”, afirmou. “Defendo um teto salarial para todos os poderes nos próximos 20 anos. Vamos reduzir salários, R$ 15 mil está bom para senadores e magistrados. O sacrifício tem que ser de todos”, acrescentou.

Assista:

Redução de despesas
A proposta de criar uma emenda à Constituição que limite os gastos do governo ao que for arrecadado com impostos, permitindo um aumento controlado dos gastos conforme a inflação do ano anterior vem recebendo apoio entre as lideranças evangélicas.

Logo após a aprovação em primeiro turno do texto da PEC 241 na Câmara dos Deputados, no final de outubro, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) comemorou a decisão, afirmando que a medida proposta pelo governo do presidente Michel Temer (PMDB) é essencial para o futuro do Brasil.

Qualquer um de nós, cidadão e trabalhador brasileiro comprometido em honrar seus compromissos, sabe que não se pode gastar mais do que se ganha. Não faz sentido mantermos o crescimento das despesas em total desencontro com o crescimento das receitas”, avaliou.

Fonte: GM

sábado, 12 de novembro de 2016

Preto no Branco prepara single inédito

Bruna Moura
Sem dúvida, o ano de 2016 foi surpreendente para o Preto no Branco. Sucesso de norte a sul do país, com agenda lotada de shows, várias canções no topo das paradas das rádios, sucesso nas redes sociais e nas plataformas digitais, músicas sendo cantadas por grandes artistas seculares, influenciadores do YouTube e celebridades da TV, tudo isso seria impensável há pouco mais de um ano.

Comemorando 100 milhões de views no canal oficial e o seu primeiro Disco de Ouro, o Preto no Branco já se prepara para o próximo ano com uma série de projetos que incluem um DVD, álbum inédito, turnê no exterior, novos vídeos e já para os próximos meses, 2 singles inéditos, que deverão ser lançados entre dezembro e janeiro de 2017. O grupo reuniu-se dias atrás em Belo Horizonte para tratar do repertório e estabelecer as prioridades do próximo ano.

"Com o sucesso e boa receptividade de nosso projeto de estréia, aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Então estamos dedicados a compor, a selecionar bastante as canções e a organizar nosso dia a dia com tantas atribuições. Os dias têm sido bem intensos!" - comentou Clóvis Pinho.

Rodrigo Ashiuchi (PR) sugere que deputados da região participem da última reunião do Condemat de 2016

Carla Fiamini

Durante reunião ordinária do consórcio, realizada na manhã desta sexta-feira (11 de novembro), prefeito eleito de Suzano-SP para o mandato 2017/2020 sugeriu que mais um encontro seja promovido pela entidade antes do fim do ano, com direito à presença de chefes do Executivo eleitos e reeleitos e todos os representantes do Alto Tietê na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e no Congresso

O prefeito eleito de Suzano-SP para o mandato 2017/2020, o engenheiro e empresário Rodrigo Ashiuchi (PR), sugeriu que o Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat) faça mais uma reunião antes do fim deste ano com todos os prefeitos eleitos e reeleitos e os deputados estaduais e federais da região. A ideia foi compartilhada pelo republicano durante o encontro promovido na manhã desta sexta-feira (11 de novembro) pela entidade, para uma espécie de "transição" entre os gestores que participam do consórcio e os que vão passar a fazer parte do mesmo a partir de 1º de janeiro. Na reunião, o atual presidente do conselho, o prefeito de Mogi das Cruzes-SP, Marco Bertaiolli (PSD), ainda apresentou um balanço dos  trabalhos empreendidos até então pelo Condemat.

O encontro foi abrigado na sede da entidade, em Mogi das Cruzes-SP, entre 9 e 11 horas. A oportunidade reuniu não apenas os atuais chefes do Executivo do Alto Tietê, mas, também, os que serão empossados para o próximo mandato, a exemplo de Ashiuchi. Após a apresentação dos gestores por parte de Bertaiolli, aos "novos prefeitos" foi aberta a possibilidade de falarem sobre suas cidades. Ashiuchi destacou que está preparado para "trabalhar muito, para superar as dificuldades, inclusive financeiras de Suzano, e reafirmou o papel do Condemat neste processo:

"Suzano, assim como outras cidades do Brasil e do Alto Tietê, tem dificuldades econômicas. O desafio é enorme. Vamos ter de economizar, cortar na carne e administrar bem o dinheiro público. Será preciso adotar uma Política moderna na cidade e, para mim, Política moderna é Política de resultados. Vou precisar, inclusive, do Condemat, que é uma entidade forte, que nos dá voz e ainda mais condições de conquistarmos recursos e melhorias para os municípios da região", considerou.

Ashiuchi ainda sugeriu que mais uma reunião seja realizada antes do fim do ano pelo conselho e que estejam presentes todos os deputados estaduais e federais eleitos no Alto Tietê. Bertaiolli lembrou que os representantes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e do Congresso sempre são convidados a participarem das reuniões, mas acolheu com otimismo a solicitação do republicano, até para que os parlamentares possam conhecer os prefeitos que vão tomar posse em 1º de janeiro e que farão, consequentemente, parte do Condemat.

Além de Bertaiolli, participaram do encontro promovido hoje em Mogi os prefeitos Paulo Tokuzumi (PSDB-Suzano), Abel Larini (PR-Arujá), Benedito Rafael da Silva (PSD-Salesópolis), padre Gabriel Bina (PSD-Santa Isabel), e Marcos Borges (PPS-Poá). Biritiba Mirim foi representada, na ocasião, por seu vice-prefeito, José Cury Andere Filho (PMDB), enquanto por Guararema participou o chefe de Gabinete, Fernando Moura, por Itaquaquecetuba, o secretário municipal de Finanças e   Saúde, Willian Harada, e por Guarulhos, a coordenadora de Relações Federativas, Roseli Ferreira.

Dos nove prefeitos eleitos no Alto Tietê para o mandato 2017/2020, estavam Ashiuchi, Marcus Melo (PSDB-Mogi), Fábia Porto (PRB-Santa Isabel), Gian Lopes (PR-Poá), José Luiz Monteiro (PMDB-Arujá) e Jarbas Ezequiel Aguiar (PV-Biritiba Mirim).

Fonte: AI / Foto: Irineu Júnior

Cristã que foi feita escrava e estuprada, engravida de militante do Estado Islâmico, mas recusa aborto

Uma mulher cristã iraquiana mantida em cativeiro e estuprada por combatentes do Estado Islâmico foi liberada após ficar grávida. Ao conseguir ajuda para retomar sua vida, ela surpreendeu dizendo que não quer abortar.

A mulher afirmou ainda que decidiu que jamais dirá a seu filho quem é o pai: “Ele é meu filho, ele não é o filho do Estado Islâmico, afirmou, em entrevista à CNN, acrescentando que a criança será tratada como parte da família, igual seus outros filhos e filhas.

Sua decisão foi tomada porque ela aprendeu, através da Bíblia, que uma criança não deve ser morta pelos pecados do pai. Ela tem 40 anos de idade e já era mãe e avó quando em 2014 o Estado Islâmico tomou o controle da cidade onde morava, localizada nas planícies de Nínive.

Os vizinhos dela apoiaram os extremistas muçulmanos, mas ela e sua família se recusaram a jurar lealdade ao grupo por causa de sua fé em Jesus Cristo. Isso os transformou em um alvo dos militantes, que muitas vezes foram à sua casa fazer ameaças. Em uma dessas “visitas”, eles atacaram sua filha.

“Eles vieram e bateram [nela]. Eles arrancaram seu véu e rasgaram suas roupas. ‘Vamos estuprá-la’, um dos criminosos disse. Mas um deles, o cara líder, o grande, não lhes permitiu. Ele disse: ‘Queremos a mãe'”.

Dias depois, eles se aproximaram dela no mercado: “Disseram-me para entrar no carro, e quando chegamos [no esconderijo] pensei que iriam me matar”, relembrou. Todavia, os extremistas muçulmanos tinham outros planos: “Você vai ser a nossa escrava”, disseram a ela.

Assim, por 18 meses, ela foi mantida em cativeiro, “como uma pessoa morta, mas eles não tinham me matado ainda”. O fim do sequestro, que incluía espancamento e estupro, só acabou quando ela engravidou.

“Eu tentei lutar, eu chorei muito. Havia um monte de dor, fui muito espancada, mas eu não podia fazer nada”, lamentou. Quando o bebê nasceu, ela decidiu batizá-lo como Mohammed, uma homenagem a seu marido.

O sofrimento dessa mulher, porém, ainda não havia acabado: logo após o nascimento da criança, seu marido foi morto no último dia 02 de novembro, durante a batalha entre o exército iraquiano e os aliados (que incluem soldados americanos e civis) contra as forças do Estado Islâmico pelo controle de Mosul, cidade que era o maior reduto de cristãos no Iraque.
“Ele me amou muito. Minha melhor lembrança dele era o quanto ele amava e me respeitava”, disse à CNN. “Sim nós somos pessoas pobres, mas fomos felizes”, acrescentou.

Ao repercutir o caso, o God Reports chamou atenção para o fato de que a escolha pró-vida dela permitiu que seu filho tenha a chance de crescer cercado pelo amor de seus meio-irmãos e irmãs, além do testemunho impressionante de como ele chegou ao mundo.

Fonte: GM

Pesquisadores descobrem fósseis de dinossauro de 320 milhões de anos no RS

Um grupo de pesquisadores apresentou na quinta-feira (10) dois novos fósseis considerados precursores dos dinossauros e encontrados entre 2009 e 2010 no sítio de Buriol, em São João do Polêsine, na região central do Rio Grande do Sul.

Batizados como Buriolestes schultzi e Ixalerpeton polesinensis, o animais pré-históricos são do período triássico, ou seja, de mais de 320 milhões de anos. Eles foram achados pelos pesquisadores da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em Canoas, Porto Alegre, e da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, segundo a Agência Ansa.

A descoberta também foi publicada na revista científica norte-americana Current Biology. "Esses fósseis brasileiros trazem um novo cenário evolucionário para o início da irradiação dos dinossauros e abrem espaço para novas e desafiadoras questões", afirmou Sérgio Furtado, professor da Ulbra.

Segundo ele, a qualidade do material fóssil é raramente encontrada e pode ser considerada um achado, já que traz informações fundamentais para o entendimento da origem e evolução dos dinossauros.
"Com esse material, é possível dizer que os dinossauros e seus precursores viveram lado a lado , e que a ascensão dos dinossauros foi mais gradual, não uma rápida explosão de diversidade, levando outros animais da época à extinção", completou Max Langer, paleontólogo da USP.

Os nomes dos fósseis são uma forma de homenagear os locais onde os animais foram descobertos e o paleontólogo gaúcho César Leandro Schultz.

Fonte: AB

Satanista enviado para destruir igreja acaba se convertendo a Cristo

“É um tremendo testemunho do poder da Palavra”, relata missionária

Um homem que fazia parte de um grupo satanista no Peru foi enviado para destruir uma igreja em Iquitos. A região é conhecida por hospedar a sede de uma seita que adora a Satanás. Pessoas de diferentes partes do mundo viajam até lá para participar do chamado “turismo espiritual”. Grupos religiosos fazem invocações enquanto ingerem uma bebida perigosa conhecida como “ayahuasca”.

De acordo com o Christian Today, a missionária Helen Williams relata que a pequena igreja evangélica de Iquitos desempenha um papel fundamental em uma cidade que parece tomada pelas trevas.

O homem, cujo nome não foi divulgado, tentou destruir o templo, mas não conseguiu. Ele interrompeu um culto, entrou correndo no templo, mas acabou caindo de joelhos e entregando sua vida a Jesus. “É um tremendo testemunho do poder da Palavra e da fidelidade daqueles que continuam a pregar e enfrentar o inimigo”, acrescentou Williams.

Embora não seja capaz de explicar em palavras o que ele sentiu, o novo convertido temia voltar para casa após ter falhado em sua missão. Ele temia por sua vida, pois afirmava que o grupo satanista não o perdoaria. Os membros da igreja ofereceram um lugar para ele ficar, bem como acompanhamento espiritual.

Turismo ocultista
Conforme foi amplamente divulgado pela imprensa, existe perto de uma centena de “centros” na região de Iquitos. Nesses lugares, milhares de turistas vindos de diferentes partes do mundo, bebem o ayahuasca, bebida preparada com um cipó alucinógeno do amazonas.
Enquanto eles entram numa espécie de transe, os curandeiros fazem invocações de espíritos. Para os turistas, essa é apenas uma questão cultural, mas algumas pessoas apresentam um comportamento que se assemelha a possessão.

O missionário Scott Doherty, que trabalha naquela área, explica que o ambiente espiritual naquela região é bem difícil. “Seja pobre ou rico, analfabeto ou graduado, jovem ou velho, quase todo mundo usa feitiçaria em algum momento … A realidade é que a bruxaria e o ocultismo estão muito presentes”, descreve Doherty.

Fonte: GM

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Larissa Ashiuchi visita Joerly Nakashima para conhecer projetos sociais de Itaquaquecetuba-SP

Carla Fiamini

Esposa do prefeito eleito de Suzano-SP esteve na vizinha cidade na tarde de ontem (9 de novembro) para se apropriar das ações beneméritas encabeçadas pelo governo de Mamoru Nakashima (PSDB); também fizeram parte da comitiva suzanense Solange Ferreira de Carvalho Pinto, mulher do vereador Walmir Pinto (PDT), vice-prefeito de Rodrigo Ashiuchi; e Gerice Leone (PR), eleita vereadora nas últimas eleições

Larissa Antoniassi dos Santos Ashiuchi, esposa do engenheiro e empresário Rodrigo Ashiuchi (PR), prefeito eleito de Suzano para o mandato 2017/2020, visitou à primeira-dama de Itaquaquecetuba-SP, Joerly Nakashima, na tarde desta quarta-feira (9 de novembro). O objetivo foi conhecer de perto os projetos sociais encabeçados pelo Fundo Social de Solidariedade e pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, ambos orquestrados pela mulher de Mamoru Nakashima (PSDB), chefe do Executivo da vizinha cidade. Na semana passada, Larissa esteve com a primeira-dama de Mogi das Cruzes-SP, Mara Bertaiolli, e, na oportunidade, também tratou sobre projetos que poderão ser implementados em Suzano em benefício da população mais carente, assim que assumir o Fundo Social local.

Acompanhada por Solange Pinto, mulher do vereador Walmir Pinto (PDT), vice-prefeito de Ashiuchi, e de Gerice Leone (PR), eleita vereadora em Suzano nas últimas eleições, Larissa chegou a Itaquá por volta das 14 horas. Joerly recepcionou a futura primeira-dama de Suzano na sede do Fundo Social, na Vila Virgínia, onde, inclusive, funciona o Polo Regional da Escola da Moda - uma parceria da Prefeitura de Itaquá com o Governo do Estado de São Paulo. No endereço, são oferecidos cursos gratuitos de corte e costura, e de modelagem. A duração é de dois a seis meses. Por semestre, Joerly forma cerca de 350 pessoas.

De lá, a comitiva suzanense partiu para a Casa Aberta, no bairro Rancho Grande. O grupo foi recebido por Luciana Aparecida Jorge, coordenadora do equipamento, que é mantido pela administração municipal em parceria com a Associação Espírita Kardecista de Itaquá. Por ano, são formados pela unidade 1,2 mil pessoas, que têm a oportunidade de frequentar cursos de maquiagem; cabeleireiro e barbearia; panificação; corte e costura; manicure; designer de sobrancelha; pintura em tela; e pintura em tecido. As aulas acontecem de manhã, à tarde e no período da noite.

Joerly e Sueli Egushi, coordenadora de Eventos do Fundo Social de Itaquá, também levaram Larissa, Solange e Gerice até o Centro de Convivência da Melhor Idade, que atende idosos, por meio de práticas esportivas, de socialização e aulas de artesanato. A esposa do prefeito eleito de Suzano não deixou de elogiar a capacidade de atendimento do Fundo Social e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento da vizinha cidade e se colocou à disposição da primeira-dama para futuras parcerias, a partir de 1º de janeiro de 2017:

"Encantada. Essa é a palavra que define à visita que fiz à Itaquá. Foi muito ensinamento, bolo e mimos. Eu e minha comitiva tivemos a oportunidade de ver de perto os serviços prestados com tanto amor e cuidado pela querida Jô (Joerly Nakashima). Itaquá é um universo incrível de políticas públicas sociais, que alcançam crianças, jovens, adultos, homens e mulheres, além de idosos. Muitos atendimentos, muitos serviços, uma infinidade de carinho e boa vontade. Inspirador. 'Parabéns' é pouco", considera Larissa.

Fonte: AI / Foto: Mara Almeida

Correios anunciam plano de demissão incentivada para evitar vazio no caixa

Andreia Verdélio 
O presidente dos Correios, Guilherme Campos, informou hoje (10) que vai apresentar aos funcionários, nos próximos dias, um plano de demissão incentivada (PDI) para evitar que o caixa da empresa chegue a zero no próximo ano. Segundo ele, a empresa aguarda a aprovação do plano pelo Ministério do Planejamento para a liberação de um empréstimo do Banco do Brasil, no valor de R$ 750 milhões, que vai ser usado para iniciar as demissões.

“Não é novidade para ninguém a situação bem grave que a empresa passa”, disse Campos, explicando que, em 2015, os Correios fecharam o ano com prejuízo de R$ 2,1 bilhões e que a previsão, para 2016, é de prejuízo de quase R$ 2 bilhões. Ele ressaltou que houve queda de receita, mas que isso não representou gasto financeiro, porque a empresa ainda tem recursos em caixa. “Mas o caixa vai apertar a partir do ano que vem, caso as mudanças não sejam aprovadas”, afirmou.

O plano de demissão incentivada dos Correios é voltado para funcionários com mais de 55 anos, aposentados ou com tempo de serviço para requerer a aposentadoria. A empresa tem pouco mais de 117 mil funcionários e em torno de 13 a 14 mil estariam elegíveis para o assinar o termo.

Apesar do custo total de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões para o PDI, que deve ser pago em até dois anos, a estimativa de economia com a folha de pagamento dos Correios é entre R$ 850 milhões e R$ 1 bilhão por ano, nos próximos 10 anos. Segundo Campos, a folha de pagamento consome dois terços do orçamento da empresa.

Termos de adesão

Para aderir ao PDI, o funcionário que pedir demissão receberá as verbas rescisórias referentes a férias e 13º salário e entrará normalmente com pedido de aposentadoria no Postalis. Campos não comentou os problemas financeiros que também afetam o fundo de pensão dos funcionários dos Correios, mas disse que haverá impacto na instituição com o plano e que não há previsão de quanto deverá ser o ajuste no Postalis.

O benefício para quem aderir ao PDI será a indenização a ser paga pela empresa. O valor seria calculado em função da média salarial dos últimos cinco anos e do tempo de serviço do funcionário na empresa, no máximo de 35 anos; esse montante seria pago mensalmente, parcelado em dez anos.

“Se tivéssemos caixa, poderia ser pago no período mais curto”, disse o presidente dos Correios, explicando que, caso não haja uma boa adesão ao PDI, “medidas mais duras terão que ser tomadas”. A expectativa da empresa é que de 6 mil a 8 mil funcionários devem aderir ao plano, que ficará aberto até abril de 2017.

Não há previsão de concurso para substituição dos funcionários que aderirem ao plano de demissão. Segundo o presidente dos Correios, o impacto será maior em setores administrativos e deverá ser compensado com realocação de funcionários, automatização de processos e tecnologia da informação.

Despesas e cortes

De acordo com Campos, uma das causas da falta de caixa da empresa foram as antecipações de dividendos, feitas entre 2007 e 2013, da ordem de R$ 6 bilhões. Como estatal, os Correios devem repassar parte do seu lucro para o Tesouro Nacional, o que, segundo Campos, foi feito“sem dinheiro disponível para tantas retiradas”. A empresa chegou a pedir um aporte de capital de R$ 840 milhões, que foi negado pelo Tesouro Nacional.

Para recompor o caixa da empresa também foram feitos cortes em diversas funções comissionadas, a realocação de funcionários em desvio de função e a constituição de uma comissão para rever o modelo de planos de saúde dos funcionários.

Campos informou que o gasto com plano de saúde chegou a R$ 1,6 bilhão em 2015. “Esse modelo está se mostrando insustentável”, disse ele, ap lembrar que a empresa arca com 93%, e o funcionário contribui com 7% do valor.

A comissão paritária deverá apresentar uma nova proposta para os planos de saúde até 30 de janeiro de 2017, com validação pelos sindicatos e federações de trabalhadores até 30 de março.

Serviços de encomendas

Outra causa dos prejuízos acumulados é a dependência das tarifas postais. Este ano, já houve uma recomposição de 8% nas tarifas e, segundo o presidente dos Correios, a empresa discute uma nova recomposição de 6%. Entretanto, isso pode ter um impacto direto no trabalho postal, que, apesar de ser monopólio dos Correios, está decaindo com o uso de tecnologias.

“Cinquenta por cento do faturamento é com atividade comercial de correspondência, principalmente boletos, e existe uma migração natural para o meio eletrônico. Cada vez que se atualizam esses valores de tarifas existe aceleração na saída dessas correspondências”, disse Campos. “Essa realidade, de menos atividade de serviços de correspondência, devia ter sido encarada há mais tempo.”

Apesar de ter o monopólio dos serviços postais, os Correios querem apostar na concorrência dos serviços de encomenda, onde há mais chance de aumentar a participação no mercado. De acordo com Campos, a empresa detém hoje de 35% a 40% do mercado de encomendas. “É onde os Correios têm a grande marca do setor, o Sedex, sinônimo de encomenda.”

Para auxiliar nessa transformação dos serviços e nas dificuldades da empresa, os Correios contrataram uma empresa de consultoria, a Accenture, que, segundo Campos, tem conhecimento internacional no mundo postal e participou dos processos de atualização de várias empresas postais em diversos países. O tempo de trabalho da Accenture será de 36 meses, ao custo de R$ 29 milhões.

Fonte: AB / Foto: Marcelo Camargo

Cármen Lúcia diz que preso custa mais que um estudante para o governo

As afirmações da ministra foram feitas pela manhã, em Goiânia, onde ela participou de uma reunião entre secretários de Segurança Pública dos estados para debater o Plano Nacional de Segurança, que está em discussão pelo governo federal.

Segundo Cármen Lúcia, o combate à violência exige ações em conjunto entre os estados e a União. “Darcy Ribeiro fez em 1982 uma conferência dizendo que, se os governadores não construíssem escolas, em 20 anos faltaria dinheiro para construir presídios. O fato se cumpriu. Estamos aqui reunidos diante de uma situação urgente, de um descaso feito lá atrás", disse a ministra.

Na semana passada, a ministra, que também preside o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fez uma visita surpresa ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Durante a inspeção, onde observou no local os mesmos problemas que atingem a maioria dos presídios brasileiros, como superlotação, carência de servidores e prestação precária de serviços.

Fonte: Ab / Foto: Marcelo Camargo


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Fundador do PSC pede a Lava Jato que investigue pastor Everaldo

Em petição ao juiz Sérgio Moro, Vitor Abdala Nósseis pede que se investigue o próprio partido

Um dos fundadores do Partido Social Cristão (PSC), Vitor Abdala Nósseis, fez uma denúncia curiosa. Enviou uma petição ao juiz federal Sérgio Moro, pedindo que a força-tarefa sediada  em Curitiba, investigue o presidente da sigla, pastor Everaldo Dias Pereira e o secretário-geral do PSC, Antônio Oliboni.

Nósseis ofereceu como ‘provas’ os comprovantes de doações ao PSC registradas na Justiça Eleitoral e também ao candidato à Presidência pelo partido em 2014. O denunciante requer que sejam bloqueados os bens de Everaldo e Oliboni. Afirma ainda que ambos receberam ‘vultosas quantias de dinheiro’ de empresas investigadas na operação. Destacou no processo que há ‘indício de prática de crime de lavagem de capitais e organização criminosa’.

O fundador do PSC insiste que “esses repasses eram periódicos e aconteciam à medida que o esquema criminoso se desenvolvia, confiantes na impunidade, protegidos por parlamentares e membros do Executivo, mentores de todo o esquema criminoso”. O partido foi aliado de Dilma no primeiro mandato da presidente.

A atitude de Nósseis, que presidiu o PSC por 30 anos, surpreende por que, até agora nenhum representante partidário admitia que as doações recebidas pela agremiação eram propinas do esquema de corrupção na Petrobras. Uma das linhas de investigação da Lava Jato é justamente  que as doações oficiais seriam uma forma de lavar dinheiro de corrupção.

PSC se defende
Os investigadores da Lava Jato informaram que receberam a denúncia feita por Nósseis e que irão analisar o caso. Contudo, o pedido do denunciante de ser cadastrado aos autos do processo não foi aceito.

Segundo a força-tarefa, o fundador do PSC não atende aos ‘requisitos mínimos’ para isso, pois   “embora os fatos narrados possam se inserir no âmbito do esquema criminoso investigado na Operação Lava Jato… Everaldo Dias Pereira e Antônio Oliboni não são partes e não trabalharam para as empresas investigadas nos autos em consideração, não apresentando, em uma análise prévia, conexão com os fatos que fundamentam as investigações neles promovidas”, assinalam os
procuradores da Lava Jato.

Um dos motivos para Nósseis fazer a denúncia é o fato dele ter perdido a presidência do PSC para Everaldo na convenção do partido, em julho do ano passado. Inconformado com o resultado da eleição – que classifica como ‘fraudulenta’ – busca um recurso na Justiça para reverter a decisão.

A nota emitida pelo departamento jurídico do Partido Social Cristão lembra dessa diferença entre o ex e o atual presidente do PSC, classifica a denúncia como parte de “uma série de ataques infundados” aos citados e “lamenta que a Operação Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção já realizada no país, esteja sendo usada como objeto de disputa pessoal por um dos seus quadros.”

Fonte: GP / Com informações de Estadão

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Redação do ENEM propõe discussão sobre intolerância religiosa e líderes elogiam iniciativa

A redação do ENEM 2016 tinha como tema “Caminhos Para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil”, e diversas lideranças religiosas e até representantes de grupos ateus elogiaram a proposta, uma vez que as diferenças vêm sendo mais noticiadas do que a convivência pacífica.

O pastor Silas Malafaia comentou a escolha do tema e afirmou considerar contextualizado com o atual momento do país, observando que há vítimas de intolerância em todos os segmentos, incluindo os evangélicos. “Se tem algum evangélico, espírita ou católico intolerante, ele não representa o pensamento das religiões, menos ainda suas lideranças. As práticas de uns não podem ser espalhadas para o todo”, afirmou, criticando o extremismo, em declaração dada ao Extra.

O bispo Pedro Luiz Stringhini, responsável pela diocese de Mogi das Cruzes (SP), a intolerância religiosa deve ser combatida através da conscientização, para que a sociedade possa amadurecer: “É um tema interessante. Colocar o assunto na redação é importante porque na sociedade tem que ter lugar para tudo e para todos. Para tudo que é bom e vai para o caminho da liberdade, da expressão da fé. A intolerância atrapalha muito a vida democrática e é importante que a sociedade saiba aceitar as religiões diferentes”, afirmou.

De acordo com o líder católico, é dever do Estado respeitar e proteger as religiões: “Esses jovens que estão fazendo a prova são jovens que professam a fé católica, a fé evangélica e outras crenças, jovens que não têm religião… Há uma pluralidade na juventude, então se essa reflexão estimular o pensamento livre, o pensamento bom, é uma reflexão interessante”, acrescentou.

O xeque Jihad Hammadh, líder da comunidade islâmica no Brasil, também considerou positivo: “Toda discussão dos problemas da sociedade é válida, contando que tenha parâmetros e seja feita de forma estruturada”, opinou, lembrando que o país é um dos menos afeitos ao extremismo, já que no mundo existe uma escalada de violência em nome da fé.

“O temor é que isso se multiplique e aí teremos sim um problema de convívio. Por isso é importante discutir o tema”, disse, antes de lançar uma dúvida: “Que tipo de respostas são esperadas, como elas serão avaliadas, por quem e quais as crenças dos avaliadores?”.

O ateu Daniel Sottomaior, presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA), elogiou a escolha, já que enxerga que a intolerância religiosa no Brasil atinge também aos ateus, em forma de preconceito: “Já passou da hora de discutirmos esse tema e, infelizmente, as poucas abordagens que existem têm deixado passar questões importantes, como o fato de que o grupo mais discriminado no país é o dos ateus”, afirmou, em entrevista ao G1.

Fonte: GM

Alunos do Colégio Brasilis estudaram tema da redação do Enem em sala de aula

Julia Guimarães

A intolerância religiosa foi tema das aulas da disciplina de redação no Ensino Médio. Mesma temática foi abordada na prova do Enem

O Exame Nacional do Ensino Medio (Enem) de 2016, cujas provas foram realizadas no último fim de semana, abordou a intolerância religiosa na redação. Os alunos do Colégio Brasilis estavam muito bem preparados para fazer a prova! No segundo semestre de 2015, quando cursaram o 2º ano do Ensino Médio, eles estudaram exatamente o mesmo tema em sala da aula. O assunto foi desenvolvido pela professora Fabiana Koba, para a disciplina de Redação.

Os alunos do Colégio Brasilis estudaram a intolerância no meio religioso, de forma que pudessem aprofundar suas argumentações para desenvolvimento do tema. Posteriormente, eles fizeram a prova elaborada pela professora Fabiana Koba. Na avaliação, os alunos leram uma charge e diversas notícias reais com casos sobre a intolerância religiosa. A partir dos textos, eles elaboraram as suas redações.

Fabiana Koba destaca que o fato de já terem estudado o mesmo tema da redação do Enem em sala de aula, deu aos alunos do Colégio Brasilis a vantagem de estarem bem preparados para a prova. A professora explica ainda que a escolha dos temas vistos nas aulas ocorre a partir de análise criteriosa de assuntos com maior evidência no país. “É fruto de muita pesquisa e trabalho”, revela.  

A diretora pedagógica do Colégio Brasilis, Heloisa Melo, ressalta que a escola tem preocupação constante de dar aos alunos do Ensino Médio uma boa base para realização das provas do Enem e dos maiores vestibulares do país. "Os professores são estimulados a manterem-se atualizados, acompanhando a proposta pedagógica do Sistema Etapa, de forma que possam desenvolver métodos eficientes de aprendizado do conteúdo".

Iraque libera mil pessoas de prisão subterrânea do Estado Islâmico

As forças iraquianas libertaram cerca de mil homens que eram mantidos em uma prisão subterrânea pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI) na região de Mossul. De acordo com a imprensa internacional, a prisão ficava em Shura, a 35 quilômetros ao sul de Mossul, e foi encontrada por soldados que analisavam o solo em busca de explosivos. As informações são da agência Ansa.

"Muitos prisioneiros são ex-soldados ou agentes da polícia", disse Hussam al Abbar, conselheiro da província de Ninive, da qual Mossul é a capital. Os mil homens foram libertados.

Desde o dia 17 de outubro, as forças iraquianas tentam reconquistar Mossul, que é a capital do califado do Estado Islâmico.
Com o apoio da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, os iraquianos já chegaram ao município e enfrentam os jihadistas do EI em uma série de confrontos.

Fonte: AB