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domingo, 26 de junho de 2011

Pastoras de igreja para homoafetivos Lanna Holder e Rosania falam sobre a iniciativa de evangelizar durante a Parada Gay

Lanna Holder e Rosania dão entrevista à Rede TV


Em um programa que foi ao ar esta semana pela Rede TV, as pastoras Lanna Holder e Rosania, líderes da Comunidade Cidade de Refúgio, igreja de teologia “inclusiva”, isto é, voltada ao público homossexual, falaram sobre a evangelização que pretendem fazer durante a Parada Gay, evento realizado anualmente desde 1996, e queacontece hoje (26/06), na Avenida Paulista.

Lanna e Rosania são lésbicas assumidas, possuem uma ligação afetiva a 9 anos, e estão juntas como casal gay à 4 anos.

Assista ao vídeo da entrevista:




Pastora e cantora lésbica querem fazer 'evangelização' na Parada Gay de SP
Lanna Holder e Rosania Rocha dizem que movimento perdeu o propósito. Organização diz que evento continua reivindicando direitos humanos

Três semanas depois de inaugurar uma igreja inclusiva e voltada para acolher homossexuais no Centro de São Paulo, o casal de pastoras Lanna Holder e Rosania Rocha pretende participar da Parada Gay de São Paulo, em 26 de junho, para "evangelizar" os participantes. Estudantes de assuntos ligados à teologia e a questões sexuais, as mulheres encaram a Parada Gay como um movimento que deixou de lado o propósito de sua origem: o de lutar pelos direitos dos homossexuais.

“A história da Parada Gay é muito bonita, mas perdeu seu motivo original”, diz Lanna Holder. Para a pastora, há no movimento promiscuidade e uso excessivo de drogas. “A maior concepção dos homossexuais que estão fora da igreja é que, se Deus não me aceita, já estou no inferno e vou acabar com minha vida. Então ele cheira, se prostitui, se droga porque já se sente perdido. A gente quer mostrar o contrário, que eles têm algo maravilhoso para fazer da vida deles. Ser gay não é ser promíscuo.”

As duas pastoras vão se juntar a fiéis da igreja e a integrantes de outras instituições religiosas para conversar com os participantes da parada e falar sobre a união da religião e da homossexualidade. Mas Lanna diz que a evangelização só deve ocorrer no início do evento. “Durante [a parada] e no final, por causa das bebidas e drogas, as pessoas não têm condição de serem evangelizadas, então temos o intuito de evangelizar no início para que essas pessoas sejam alcançadas”, diz.

Leandro Rodrigues, de 24 anos, um dos organizadores da Parada Gay, diz que o evento “jamais perdeu o viés político ao longo dos anos”. “O fato de reunir 3 milhões de pessoas já é um ato político por si só. A parada nunca deixou de ser um ato de reivindicação pelos direitos humanos. As conquistas dos últimos anos mostram isso.”

Segundo ele, existem, de fato, alguns excessos. “Mas não é maioria que exagera nas drogas, bebidas. Isso quem faz é uma minoria, assim como acontece em outros grandes eventos. A parada é aberta, e a gente não coíbe nenhuma manifestação individual. Por isso, essas pastoras também não sofrerão nenhum tipo de reação contrária. A única coisa é que o discurso tem que ser respeitoso.”

Negação e aceitação da sexualidade
As duas mulheres, juntas há quase 9 anos, chegaram a participar de sessões de descarrego e de regressão por causa das inclinações sexuais de ambas. “Tudo que a igreja evangélica poderia fazer para mudar a minha orientação sexual foi feito”, afirma Lanna. “E nós tentamos mudar de verdade, mergulhamos na ideia”, diz Rosania. As duas eram casadas na época em que se envolveram pela primeira vez.

Sempre que se fala em homossexualidade na religião, fala-se de inferno. Ou seja, você tem duas opções: ou deixa de ser gay ou deixa de ser gay, porque senão você vai para o inferno. E ninguém quer ir para lá”, diz Lanna.

A pastora afirma que assumir a homossexualidade foi uma descoberta gradual. “Conforme fomos passando por essas curas das quais não víamos resultado, das quais esperávamos e ansiávamos por um resultado, percebemos que isso não é opção, é definitivamente uma orientação. Está intrínseco em nós, faz parte da nossa natureza.”


Igreja Cidade de Refúgio
Segundo as duas mulheres, após a aceitação, surgiu a ideia de fundar uma igreja inclusiva, que aceita as pessoas com histórias semelhantes as delas. “Nosso objetivo é o de acolher aqueles que durante tanto tempo sofreram preconceito, foram excluídos e colocados à margem da sociedade, sejam homossexuais, transexuais, simpatizantes”, diz Lanna.

Assim, a Comunidade Cidade de Refúgio foi inaugurada no dia 3 de junho na Avenida São João, no Centro de São Paulo. Segundo as pastoras, em menos de 2 semanas o número aumentou de 20 fiéis para quase 50. Mas o casal ressalta que o local não é exclusivo para homossexuais. “Nós recebemos fiéis heterossexuais também, inclusive famílias”, diz Rosania.

Apesar do aumento de fiéis, as duas não deixaram de destacar as retaliações que têm recebido de outras igrejas através de e-mails, telefonemas e programas de rádio e televisão. “A gente não se espanta, pois desde quando eu e a pastora Rosania tivemos o nosso envolvimento inicial, em vez de essa estrutura chamada igreja nos ajudar, foi onde fomos mais apontadas e julgadas. Mas não estamos preocupadas, não. Viemos preparadas para isso”, afirma Lanna.




Em 2009 Lanna Holder após ficar sumida da mídia evangélica, concedeu entrevista para Eclésia
Seguem trechos da entrevista com Lanna Holder publicada na revista Eclésia de janeiro de 2009 feita após a sua segunda recaida e nova retomada. Ou seja, atual re-re-re-caída já é rotina. E sua atual companheira é a mesma Pastora Rosania que a mesma conheceu nos Estados Unidos, esta por sua vez, casada na época.


A volta, depois da queda
Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia

A missionária Lanna Holder, afastada do ministério de pregadora itinerante por um escândalo homossexual, está de volta aos púlpitos e se considera restaurada pelo Senhor

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.

Lanna Holder diz que havia decidido não pregar mais. Manteve a decisão até 28 de julho de 2006, quando um acidente de carro quase lhe tirou a vida. Passou 42 dias internada e sofreu nove cirurgias. Entre os muitos ferimentos, teve o peito esmagado, perfurações nos pulmões e no fígado e hemorragias internas causadas pela fratura das costelas, além de um trauma cardíaco. O coração passou a funcionar com apenas 20% da capacidade. A previsão dos médicos não era nada boa: no mínimo, ela precisaria colocar um marca passo. Naquele momento, conta, percebeu que Deus queria chamar sua atenção. “Falei com o Senhor que faria sua vontade, e não a minha. E pedi que, caso fosse do seu agrado que eu voltasse a pregar, que meu coração se recuperasse e eu não precisasse passar pela operação. Em quatro meses, o coração estava perfeito”, conta a missionária.

A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.

Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela. Nesta entrevista, Lanna fala sobre essas mudanças e sobre seus planos para o futuro. “Sei que foi o Senhor quem me chamou. Por isso, não posso parar, mesmo com tantas críticas que venho sofrendo. Sei que a glória desse segundo momento será muito maior”, garante. Os objetivos ministeriais incluem a abertura de uma base na Europa ou nos EUA e outra no Rio de Janeiro. “Depois, começar um trabalho para auxiliar pessoas que enfrentem o mesmo problema que eu, ao da homossexualidade.” Ao lado dela, a mãe, Elizabeth Marinho, que também se define como missionária, admite as dificuldades. “Fico impressionada com tantas mulheres que vêm e dão em cima dela na cara dura”, espanta-se. “Os homens, não; são todas mulheres, até irmãs. Parece algo feito para tentá-la mesmo”, reclama.

Depois de tudo o que passou, Lanna parece mais compreensiva em relação a quem enfrenta problemas nesta área, um dos maiores tabus do segmento evangélico. “Sempre me perguntam se estou ‘curada’ de vez, como se a homossexualidade fosse alguma doença”, comenta. “Sou completamente honesta quando me indagam sobre cura ou libertação neste aspecto: estou em processo de cura. Algumas pessoas conseguem ser libertas de uma vez de tudo. Outras, não; permanecem com trejeitos e vontades, como se fosse uma compulsão que precisam vencer diariamente”, diz, numa honestidade que deixaria desconcertados muitos de seus admiradores. “É o meu caso – não me sinto mais vulnerável, mas se fosse esperar toda inclinação desaparecer completamente, nunca voltaria a ministrar.” Para ela, as lideranças das igrejas não sabem lidar com o problema e espiritualizam demais o assunto. Afinal, como pessoas batizadas no Espírito Santo podem estar endemoninhadas?”, questiona. “Mas é mais fácil ferir as pessoas e fechar as portas da graça do que abri-las”, encerra, em tom grave.

ECLÉSIA – Como você define sua situação espiritual hoje?

LANNA HOLDER – Hoje eu vejo que tudo colaborou para que eu crescesse espiritualmente e aprendesse com Deus. O que me aconteceu serviu para que eu descobrisse os verdadeiros amigos que eu tinha, para que eu conseguisse rever os meus conceitos a nível de integridade, de caráter, de valores pessoais e aquilo que realmente atraía as pessoas até mim. Quando nos estamos no alto do monte, todos são amigos – e muitos dizem que são nossos amigos mesmo sem nos conhecer, só porque temos um nome. Desci ao vale, e lá descobri os verdadeiros amigos, os verdadeiros valores, e me tornei uma pessoa melhor do que era. O Senhor transformou as maldições em bênçãos; hoje, sou uma pessoa mais madura, tenho mais consciência do que quero e estou com os pés firmados em um propósito. Eu estou vivendo à luz da Palavra e caminhando no propósito que Deus tem para a minha vida.

E qual é esse seu propósito?
O mesmo que eu tinha desde que recebi o meu chamado, após a minha conversão – o propósito de ganhar almas para o Senhor. Deus me deu o dom da palavra, é o que eu sei e faço com prazer e alegria. Pregar o Evangelho satisfaz e preenche a minha alma e alegra o meu espírito, dando-me um sentimento de satisfação espiritual. E o meu propósito é independente de qualquer coisa; eu não vou abrir mão do meu ministério, daquilo que o Senhor me concedeu. Ainda que as igrejas e os ministérios fechem suas portas para mim, vou seguir até o fim esse propósito, que é o de pregar a Palavra de Deus.

Como tem sido a recepção das pessoas quando você vai às igrejas?
Melhor do que eu poderia imaginar. Depois do que eu passei, fico meio instável acerca de como vai ser esse relacionamento. Mas a minha vinda ao Brasil me permitiu ver os verdadeiros intercessores do meu ministério – foram os pequenos, os simples, aqueles que fazem parte do povo; aqueles que, quando me vêem, choram e me abraçam, agradecendo a Deus por eu estar de volta e pregando. O amor incondicional dessas pessoas foi como uma alavanca para me manter focalizada naquilo que o Senhor tem para a minha vida. Durante o período que se seguiu ao que você mesmo define como queda, o que as pessoas lhe diziam? Particularmente, depois de eu ter passado pelo meu fracasso matrimonial resultante do processo da minha queda, eu me sentia muito atingida com comentários de irmãos e de “profetas” que se diziam mensageiros da Palavra e do juízo de Deus sobre a minha vida. Houve quem me dissesse que Deus me mataria ou me colocaria numa cadeira de rodas, ou que iria me cobrar tirando a vida do meu filho. Enfim, foram diversas palavras de desgraça, destruição; mas ao invés disso, o que vi foi Deus cuidando de mim, sarando minhas feridas.

Quando você voltou a pregar?
Em julho de 2007, exatamente um ano depois do acidente em que Deus guardou minha vida e que serviu de sinal para que eu voltasse. Foi difícil? Foi muito interessante, porque a primeira coisa que eu pensei foi que acreditava que estava no púlpito de novo, na posição de pregadora, até porque eu havia sido muito sincera quando disse para Deus que não queria voltar para o ministério. Então, quando eu me vi ali pregando a Palavra, eu tive absoluta certeza do meu processo de restauração e de que não estava ali porque eu queria, mas porque Deus o quis.

Afinal, você parou de pregar devido ao escândalo homossexual?

Depois do ocorrido, eu comuniquei ao meu marido o que aconteceu e a outra pessoa envolvida fez o mesmo com o marido dela. Então, nós duas fomos conversar com o pastor dela, Leon de Jesus, para resolver o que fazer. Só que eu já havia decidido parar de pregar, pois estava insatisfeita com minha vida pessoal e não queria viver numa farsa. Então, entreguei a minha credencial e disse que não estava mais disposta a exercer o meu ministério.

Na outra entrevista a ECLÉSIA (edição 97), você disse que foi aconselhada a agir como se nada tivesse acontecido e continuasse com o ministério. Confirma isso?
O ministério de Boston decidiu que deveríamos passar por uma disciplina, mas que a questão não fosse trazida a público para não causar um escândalo. Só que esses cuidados não eram com a minha alma, nem o de preservar o meu ministério – ou o da outra pessoa –, mas uma preocupação em evitar o escândalo que manchasse o nome da igreja. Isso era muito perceptível para mim. E eu já estava cansada de me sentir manipulada. Não falo isso especificamente em relação àquela igreja, mas de modo geral. Estava cansada de ser e fazer aquilo que as pessoas queriam que eu fosse e fizesse.

A Igreja Evangélica está preparada para tratar casos de homossexualismo entre seus membros?
Não. Aliás, quando falei sobre isso na primeira entrevista, minha fala foi usada até de maneira maldosa. Eu não disse, em 90% das igrejas por onde eu passava, como foi afirmado na matéria, as pessoas exerciam a homossexualidade ali dentro. O que eu disse foi que em 90% das igrejas por onde eu havia passado, encontrava pessoas com problemas de homossexualismo. Mas o que afirmei naquela entrevista, afirmo nesta: onde eu passo, é muito difícil que não haja pessoas que me procurem com problemas de homossexualidade, problemas que elas não sabem como resolver. Por mais que jejuem, por mais que orem, por mais que passem por processos de libertação, elas continuam sentindo as mesmas tendências, as mesmas encanações e as mesmas dificuldades. E falta confiança nos líderes, porque, se elas expõem as suas vidas, têm suas vidas expostas aos membros da igreja e a partir daí passam a sofrer discriminação, são colocadas de lado e impedidas de exercer qualquer cargo ministerial na igreja. Pessoas assim estão fadadas a morrer no último banco, porque para esses ministros e para essas igrejas elas não têm utilidade nenhuma. Então, o que eu percebo é que nós espiritualizamos demais o que precisa ser compreendido, ao invés de ser espiritualizado. Esse problema precisa ser conhecido para sabermos como pode ser tratado; mas nós fechamos a porta da graça, ao invés de abri-la.

Então, na sua opinião, qual seria a atitude correta da Igreja em relação ao homossexual ?
Não só falo da homossexualidade, mas do adultério, do vício da prostituição. Essas pessoas precisam de igrejas que as aceitem como elas são e que preguem a Palavra para elas, na expectativa e na certeza de que a libertação vai ocorrer de dentro pra fora. Não adianta pegar um homossexual e trocar suas vestes, fazendo dele uma personagem que passe a imagem de religioso, se por dentro ele está ferido, está machucado. A única coisa que a igreja pode fazer, se ela não tem respostas, é exercitar o amor. A homossexualidade não é pior do que o adultério, a prostituição ou a fornicação – para Deus, todos estão na mesma categoria.

Por que a Igreja é tão radical em relação aos pecados sexuais?
Eu te diria que é por causa dessa máscara de religiosidade. Nós condenamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga. E nos calamos também em relação à falta de união entre pastores e ministérios e à busca incessante pelo poder. Não condenamos aqueles que usam o dinheiro que vem dos dízimos e das ofertas para suas vaidades pessoais., enquanto as igrejas estão limitadas a templos pobres e sem estrutura porque o dinheiro é totalmente utilizado de forma ilícita. Também não falamos contra a disputa que existe em nosso meio: quem é o melhor pregador, quem é o melhor cantor, quem é o que mais vende em igrejas. Isso tudo se tornou normal, mas o pecado sexual, não. É a mascara da religiosidade.

Você refere-se a esta nova fase do seu ministério como uma segunda etapa. O que mudou em relação à anterior?
As pessoas que já conheciam meu ministério, quando vão me ver pregar hoje, esperam aquela pregação bombástica, aquela característica que sempre foi vinculada ao ministério Lanna Holder – aquela pregação pentecostal, aquela palavra avivada, a necessidade de ver o povo pulando, recebendo o que nós usamos como a forma taxativa de poder. Hoje eu tenho muito mais preocupação em ter consciência, uma pregação com base na Palavra, sem aquela preocupação de que precisa haver manifestação de poder. Agora, minha maior preocupação é ministrar a Palavra, na certeza de que em cada igreja, de acordo com a unção e com a disposição do coração de Deus para me usar naquela ocasião, vai haver um mover diferente. Sei que, mesmo que as pessoas não tenham pulado ou não tenham caído, elas sairão dali com a Palavra semeada em seus corações e com suas vidas mudadas. Só a Palavra pode fazer isso.

Fonte: Púlpito Cristão/ G1 / Foto: Clara Velasco do G1 / http://migre.me/57ycg / Genizah http://migre.me/57ywK

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Manifesto contra a Marcha Para Jesus 2011 em São Paulo - Manifestantes foram roubados e agredidos


Dias atrás, o Paulo teve um sonho: éramos agredidos na Marcha para Jesus, e para nos defender nos colocávamos de joelhos e começávamos a louvar.

Hoje parte do sonho se tornou realidade.


Tudo começou, como sempre, com o pessoal se encontrando na saída do metrô Tiradentes. Era o Paulo, o Nei, o Alex, o Julio, o Josef, o Thiago Mafra, o Morelo e eu. 

Levamos seis faixas, cinco dos anos anteriores e uma feita especialmente para essa marcha:

Dividimo-nos em dois grupos: metade ficou no início da marcha, e metade se postou mais adiante, onde aguardaria a chegada dos trios. 

Por volta de dez horas, como sempre, a metade que ficou se aproximou do primeiro trio-elétrico, onde estavam os astros gospel casal Hernandes, Silas Malafaia, Jabes de Alencar, Samuel Ferreira, Marcelo Crivella, entre outros. 

E estendemos nossa primeira faixa.
Eu segurava uma faixa ainda enrolada, quando a agarraram e a arrancaram dos meus braços, chegando a me machucar. 

Era um homem forte, um segurança do evento, que saiu no meio da multidão. Comecei a gritar “fui roubada”, sob o olhar assustado dos fiéis que presenciavam a cena. 

Outros seguranças se aproximaram e tentaram levar outra faixa, essa já aberta, e eu e os meninos “grudamos” na faixa, enquanto gritava “socorro” repetidas vezes, na ânsia de chamar a atenção de todos e não sermos agredidos. 

Deu certo, havia uma base policial próxima e os policiais foram ao nosso socorro. Resultado: os policiais apreenderam duas faixas e nos aconselharam a ficar ali, para nossa segurança.

Porém, fui tomada de enorme ira santa, e confesso que fui bastante imprudente (só agora vejo isso).

Deixei a base e fui me esgueirando na multidão, a fim de chegar na frente do trio dos astros gospel. Foi bem difícil caminhar contra a multidão, mas enfim cheguei e fiquei cara-a-cara com a pastorada famosa.

Sem as faixas, sem ter como comunicar minha mensagem, fiz o que estava ao meu alcance: aquele gesto, com um polegar em pé na outra mão, e os demais dedos fazendo um semi-círculo (para bom entendedor…). Fiquei de costas para a multidão, e de frente com o trio.

 A bispa Sonia até se fez de piedosa, e fez um coração com as mãos, estilo Wagner Love, para mim. E eu, fazendo incessantemente aquele gesto peculiar. Os demais astros viam minha manifestação, mas fingiam nada ver.

Enquanto fazia o gesto e andava de costas, ou melhor, era empurrada de costas pelo cordão humano de brutamontes do evento, ainda por cima o brutamontes que estava na minha frente resolveu me retaliar à sua maneira. 

A cada passo, ele levantava propositalmente seu joelho, que parava nada delicadamente na minha coxa. E, ao pisar, seu pezinho de fada despencava em cima do meu. 

Porém, o gostinho de ver aqueles astros gospel tendo que aturar meu gesto me fez perder totalmente a noção de dor. 

Uma hora até tentei revidar, levantando também meu joelho e atingindo-o com a mesma ignorância, mas aí ele gritou: “você está querendo se machucar”. 

Entendi o recado, parei de “joelhar”, mas continuei sendo “joelhada” e “pisada”.

Mas não apenas os astros gospel puderam ver meu singelo gesto. Uma repórter se aproximou e perguntou se eu estava protestando. Disse que sim, e ela disse que queria depois falar comigo. 

Então me deu um bloco, onde escrevi meu celular. Na mesma hora, um brutamontes surgiu do além e arrancou a folha da repórter. 

Do jeito que ele fez, e no ângulo em que eu estava, achei que ele a tivesse agredido, então por instinto agarrei o braço dele e gritei para ele soltar ela. 

Quando ele se virou, achei mesmo que ia levar uns sopapos. Mas Deus me livrou.

Continuei no meu gestual básico, e então outro brutamontes ainda maior chegou gritando: “pára de fazer esse gesto, senão você vai ser presa”. Continuei o gesto e o cara veio para cima, me agarrou pelo braço com pouco afeto, me arrastou para fora da pista e voltou para o seu lugar. “Ué, você não ia me prender?”

Como não estava presa, voltei com muita dificuldade para a frente do trio, e depois para o outro lado da pista, já que não tinha mais o que fazer ali. Por sorte (ou providência divina), estava justamente onde parte do nosso grupo estava, no caso o Josef, e com ele estavam as outras três faixas. 

Subimos num canteiro e estendemos a faixa de 2 Pedro 2.3:

Aí aquela repórter se aproximou de mim e perguntou sobre o porquê de estarmos ali. Falamos um pouco, e do nada apareceram os brutamontes de novo, e arrancaram a faixa das nossas mãos.

Na ânsia e na violência, acabaram atingindo um deles mesmos com a vara da faixa, e segundo palavras do Josef, parecia o Pedrão dando uma espadada na orelha do soldado. 

Assim, nossas três outras faixas foram roubadas, porém ainda tínhamos os panfletos que o Alex fez. Então passamos a distribui-los na multidão.

Depois disso, voltamos para a base policial. Os policiais, diga-se de passagem, foram muito cuidadosos para conosco. Eles nos levaram e nos trouxeram ao 2º. DP, onde não pode ser feito o B.O. por não haver identificação dos agressores. 

Pela primeira vez, andei de camburão.

Então, de volta à Marcha, encontramos o Thiago Mafra com sacos de lixo, recolhendo o entulho largado pela multidão.

Pegamos um saco e resolvemos ajudar também, e conseguimos lotar um saco em muito pouco tempo, tamanha a quantidade de papéis, garrafas plásticas e sacos de salgadinhos que encontramos pelo caminho.

E então fomos embora.

Sem dúvidas, o tratamento que recebemos foi premeditado, planejado pela organização do evento gospel. 

Nossas faixas não ficaram abertas nem dez minutos, antes de serem brutalmente arrancadas de nossas mãos. 

Não tiveram medo de agredir mulheres, nem na frente dos fiéis que marchavam. Só não fizeram coisa pior porque a polícia estava ali, presente.

O que relatei acima foi o que aconteceu comigo, e fatos nos quais eu estava presente. Cada participante teve suas próprias experiências (por exemplo, o Julio conversou cara-a-cara com o Malafaia e o Jabes), e por isso é importante visitar todos os blogs e ler todos os relatos. 

Em todos, porém, uma característica básica: a intolerância, que gera a violência.

E violência entre pessoas que dizem estar ali para marchar para Jesus!

No final, sobraram as duas faixas, aquelas que foram apreendidas no início pelos policiais. As demais, devem estar queimando em alguma fogueira santa gospel, com nossos nomes nas bocas de sapo ungidas.

Porém, se não deixaram que a multidão lesse as faixas, pelo menos alguns tiveram acesso aos nossos panfletos, fora os que puderam assistir às cenas de violência. 

Nossa oração é para que Deus possa usar tudo isso para que o Espírito Santo abra os olhos de alguns para a busca do Verdadeiro Evangelho, que é puro e simples como Jesus vivia.

E, se tivermos que apanhar no ano que vem, sem problemas. O importante é que nós diminuamos, e que Cristo cresça.
VOLTEMOS AO EVANGELHO PURO E SIMPLES
O $HOW TEM QUE PARAR!

Fonte: http://estrangeira.wordpress.com/

Tarifa Social de Energia Elétrica: EDP Bandeirante prorroga até 1º de agosto prazo para cadastro de famílias de baixa renda


Para obter benefício, família deve estar inscrita no CadÚnico. Cadastramento é feito em Suzano nos Centros de Referência de Assistência Social.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prorrogou até o dia 1º de agosto o prazo para as famílias de baixa renda se cadastrarem na EDP Bandeirante, distribuidora de energia elétrica do Grupo EDP, a fim de receberem o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica, que garante os descontos na conta de luz.

A Tarifa Social de Energia Elétrica é um desconto na conta de energia concedido para os primeiros 220 kW/h consumidos mensalmente por clientes residenciais, classificados na subclasse baixa renda. O benefício será aplicado somente a uma unidade consumidora por família.

As pessoas que já recebem o desconto na conta de luz devem efetuar o recadastramento também até o dia 1º de agosto. Até o ano passado, pelas regras, o benefício era conferido automaticamente para quem consumia até 80 KW/h por mês e as famílias que consumiam até 220 KW/h precisavam comprovar renda de até R$ 120 por pessoa.

A partir deste ano, o limite de gasto mensal está fixo em 220 KW/h e a remuneração familiar passou a ser requisito obrigatório para todos. É imprescindível que o rendimento familiar não ultrapasse meio salário mínimo por pessoa.

Para obter o benefício da tarifa social de energia elétrica, cada família deve estar inscrita no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Em Suzano, o cadastramento é feito nas quatro unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), mantidos pela Prefeitura no Boa Vista, Casa Branca, Centro e Palmeiras (confira endereços abaixo).

Somente poderão inscrever-se no CadÚnico família com renda mensal, por pessoa, menor ou igual a meio salário mínimo nacional.

Para ter o beneficio da Tarifa Social, após fazer o CadÚnico, o consumidor deverá se dirigir à loja de atendimento da EDP Bandeirante munido dos documentos necessários. A concessão do benefício é imediata, entretanto, futuramente, a continuidade ao auxílio estará sujeita a validação do cadastro pela Aneel, que avaliará a situação de cada unidade consumidora.

O benefício passa a valer também para a ligação residencial bifásica e trifásica.
Não haverá mais concessão automática do benefício para clientes com o consumo médio dos últimos 12 meses de até 80 kWh/mês: todos devem apresentar o CadÚnico/NIS (Número de Identificação Social) ou número de benefício de Benefício de Prestação Continuada (BPC) da Assistência Social para o cadastramento na EDP.

Serviço:
Quem pode receber o benefício:
·        Família inscrita no CadÚnico para Programas Sociais do Governo Federal, com renda familiar mensal per capita comprovadamente menor ou igual a meio salário mínimo nacional;
·        Clientes que recebem Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social – BPC;
·        Família inscrita no CadÚnico com renda mensal de até 3 (três) salários mínimos, que tenha portador da doença ou patologia cujo tratamento ou procedimento médico requeira uso continuado de aparelhos, equipamentos ou instrumentos que dependam do consumo de energia elétrica;
·         Famílias indígenas ou quilombolas inscritas no CadÚnico, terão 100% de desconto nos primeiros 50 kWh/mês consumidos (as demais faixas de consumo terão os mesmos percentuais de desconto acima).

Documentos necessários para o cadastramento:
·        Nome do beneficiário;
·        Número de Identificação Social (NIS, obtido na prefeitura municipal);
·        CPF (Cadastro de Pessoa Física);
·        Carteira de Identidade (ou outro documento de identificação social com foto) ou apenas Registro Administrativo de Nascimento Indígena (RANI);
·        Informar se a família é indígena ou quilombola, ou se há integrante na família que receba o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BCP). Nesse caso, é preciso informar Número do Benefício (NB) ou o Número de Identificação do Trabalhador (NIT).

Endereços e telefones dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) em Suzano:
Cras Boa Vista
Rua Katsutoshi Naito, 955, Sesc
Telefone: 4749-4325

Cras Casa Branca
Rua Getúlio Moreira de Souza, 30, Parque Residencial Casa Branca
Telefone: 4759-4864

Cras Centro
Rua Portugal Freixo, 283 – Centro
Telefone: 4744- 5500

Cras Palmeiras
Rua Reno Cardoso, 171, Vila Rica
Telefone: 4743-9730

Fonte: Secretaria de Comunicação de Suzano

Trabalhadoras domésticas e patroas divergem sobre novas regras da OIT


Trabalhadoras domésticas e patroas divergem em relação à eficácia e aos benefícios das novas regras sobre o trabalho doméstico estabelecidas pela convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para Maria do Rosário, 43 anos, empregada doméstica, o conjunto de normas pode melhorar a vida das trabalhadoras.

“Fiquei muito feliz, não por mim, mas por todas as minhas colegas de profissão. Aqui eu já tenho carteira assinada e sempre que preciso de qualquer coisa sei que posso contar com a minha patroa. Agora, espero que a população dê mais valor às empregadas domésticas porque eu já trabalhei em casas em que eu era muito mal tratada”, disse.

Maria do Rosário trabalha há mais de dez anos na casa da advogada Fernanda Soares, 52. Para a advogada, as novas medidas são boas e podem beneficiar um grande número de trabalhadoras.

“Elas são trabalhadoras, como qualquer outro profissional, saem cedo de casa, muitas vezes, deixam de cuidar de sua própria casa ou dos seus filhos para cuidar dos nossos, por isso, sou muito compreensiva com ela, e sei que, infelizmente, essa compreensão não ocorre em todas as casas.”

Já a doméstica Lucimara da Silva, 37 anos, acredita que as novas regras não vão mudar o dia a dia das trabalhadoras uma vez que muitas delas têm medo de cobrar seus direitos.   “Acho válido a disposição em melhorar as condições de trabalho, mas não acredito que vá afetar muitas pessoas não porque as empregadas, muitas vezes, têm medo de cobrar essas coisas dos patrões.”

Sua patroa, a aposentada Isadora Martins, 67, discorda de medidas como a hora-extra.  “A gente trabalha o dia todo e não tem como controlar se realmente não deu tempo de realizar todo o serviço. Já tive várias empregadas. Muitas delas ficavam enrolando no serviço e, depois, faziam tudo correndo para ir embora logo”, afirmou.

Ela disse ainda que apoia medidas como assinar a carteira e acredita que as trabalhadoras devam receber um salário justo, entretanto, critica algumas trabalhadoras que, segundo ela, se aproveitam da boa-fé das patroas. “Elas também têm que ter bom senso. Muitas se aproveitam da falta de pessoas no mercado para abusar da nossa paciência. Hoje, eu tenho uma pessoa de extrema confiança há mais de três anos, mas foi difícil encontrar alguém que realmente quer trabalhar”, disse a aposentada.

A convenção da OIT sobre trabalhadoras domésticas foi aprovada na última semana e, para ter validade, é preciso que dois países a ratifiquem.

Fonte: Agência Brasil

Guarda Civil de Suzano recebe moção de aplauso da Câmara


A Guarda Civil Municipal de Suzano (SP) recebeu uma Moção de Aplauso da Câmara “pelos brilhantes serviços prestados ao município”. A homenagem, de autoria do presidente do Legislativo suzanense, José Izaqueu Rangel, e aprovada em 30 de maio, foi lida à corporação numa reunião realizada na noite de quarta-feira (22/6), na sede da Secretaria Municipal de Defesa Social e Prevenção à Violência.

“O trabalho da Guarda Municipal merece ser enaltecido, pois temos conhecimento do quanto os funcionários que ali prestam seus serviços se dedicam todos os dias em defesa dos cidadãos”, escreveu o presidente da Câmara.

Para o secretário municipal de Defesa Social e Prevenção à Violência, Hamilton Luiz da Silva, a moção é um dos frutos que vêm sendo colhidos pelo trabalho desenvolvido pela Guarda Municipal: “O trabalho da GCM vem fazendo a diferença, e isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade”, disse.

Na reunião do dia 22/6, Silva também homenageou os guardas municipais que representaram o município na 4ª Olimpíada das Guardas Civis, realizada em Bertioga nos meses de abril, maio e junho, com a participação de 20 cidades. A delegação de Suzano ficou em oitavo na classificação geral e em segundo entre as cidades do Alto Tietê, trazendo para casa 25 medalhas e dois troféus.

Com uma delegação de 33 atletas, a GCM de Suzano competiu no atletismo feminino (4º lugar) e masculino (6º lugar), no futsal masculino (7º lugar), no futebol society masculino (3º lugar), no cabo de guerra feminino (6º lugar) e masculino (5º lugar), no truco masculino (1º, 4º e 6º lugares), no tiro ao alvo masculino (7º lugar) e no supino masculino (7º lugar).

“Este tipo de atividade é fundamental para unir o grupo e mostrar que a GCM de Suzano tem um time de primeira”, disse o secretário, garantindo o apoio da Prefeitura para as próximas edições das Olimpíadas.

Fonte: Secretaria de Comunicação

Mau tempo fecha aeroporto e provoca atrasos e cancelamentos em São Paulo

Os aeroportos brasileiros registram o cancelamento de 16,5% dos voos que deveriam ter saído entre a meia-noite de ontem (23) e as 9h da manhã de hoje (24). Segundo informações atualizadas da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o total de voos previstos para esse período era de 703, dos quais 116 foram cancelados, 60 atrasaram ao longo da madrugada e 24 ainda permaneciam atrasados entre as 8h e as 9h.

O maior número de atrasos e cancelamentos se deu nos aeroportos de São Paulo – Congonhas, Guarulhos e Viracopos – e em Porto Alegre. Na capital paulista, em função do mau tempo, o Aeroporto de Congonhas não iniciou as operações normalmente às 6h, como previsto. Até as 7h30, o terminal oscilou entre aberturas e fechamento de pistas para decolagens e teve problemas com aterrissagens até as 8h40. Lá, 34% dos voos foram cancelados e 10% atrasaram até as 9h.

Em Guarulhos, apesar de não haver problemas climáticos, 29,1% dos voos foram cancelados e 18,2% saíram atrasados entre a meia-noite e as 9h. Em Campinas, no interior do estado, 14 dos 34 voos previstos foram cancelados, totalizando 41%.

O mesmo ocorreu em Porto Alegre, que não tinha problemas de tempo e temperatura que impedissem as operações. Segundo a Infraero, o índice de cancelamento chegou a 32%.

Nos outros aeroportos de grande porte a situação é mais tranquila. Em Brasília, apenas um voo foi cancelado e quatro dos 26 previstos para sair até as 9h estavam atrasados. O Rio de Janeiro também teve apenas um cancelamento. Entre as capitais do Nordeste, Salvador teve o maior número de voos cancelados – nove dos 29 previstos. Em Recife foram registrados quatro cancelamentos entre os 27 voos previstos para sair hoje de manhã.

Fonte: Agência Brasil

Malafaia critica STF: ‘Agora poderá haver marcha a favor da pedofilia’ – assista

O pastor Silas Malafaia (foto), da Assembleia de Deus, subdenominação Vitória em Cristo, disse hoje durante a Marcha para Jesus, em São Paulo, que o STF (Supremo Tribunal Federal) rasgou a Constituição ao aprovar a união estável entre gays e liberar a Marcha da Maconha.
“Se amanhã alguém quiser fazer a marcha a favor da pedofilia, vai pode fazer”, afirmou.

Malafaia tem liderado a reação dos evangélicos mais conservadores contra os gays em sua campanha por direitos de igualdade.

Em maio de 2010, durante uma audiência pública, o pastor afirmou que, se o STF aprovasse a união gay, “tudo o que se imagina” poderá ter o respaldo da lei, incluindo a “relação [sexual] com cachorro.” O Ministério Público abriu inquérito para verificar se ele teve intenção homofóbica ao fazer essas afirmações.

Hoje, Malafaia disse que “nós [religiosos] estamos querendo fundar o Estado evangélico.” Mas disse que os evangélicos vão continuar votando contra “governador, prefeito e presidente que forem contra a família”.

A bispa Sônia, da Igreja Renascer, também presente na Marcha para Jesus, fez alusão ao poder divino. “Meu Deus é o dono do ouro e da prata. Enquanto meu Deus age, ninguém pode impedir.”

Assista o vídeo:




Fonte: Paulopes / Via: Portal Padom

quinta-feira, 23 de junho de 2011

SUS tem 223 mamógrafos parados por falta de assistência técnica e de pessoal para operá-los

Brasília – Cerca de 15% dos mamógrafos do Sistema Único de Saúde (SUS) estão sem uso, segundo auditoria inédita feita pelo Ministério da Saúde. Dos equipamentos em funcionamento, 44% ficam em unidades de saúde dos estados da Região Sudeste.
No total, o SUS conta com 1.514 equipamentos de mamografia. Desses, 223 estão parados, 111 têm baixa produtividade, 85 apresentam defeitos e 27 estão em embalagens.


O governo federal constatou que os equipamentos não são usados ou têm baixa produtividade por falta de assistência técnica e de pessoal qualificado para operá-los. “Em alguns locais, o mamógrafo só é operado pela manhã e fica ocioso depois”, disse o diretor do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus), Adalberto Fulgêncio, que coordenou a auditoria, feita durante dois meses.

A vistoria identificou que o Acre dispõe de três aparelhos, mas somente um é usado. Os outros dois ainda estão na caixa, a maior proporção de equipamentos sem uso em todo o país, o equivalente a 66,7% .

A Região Sudeste tem 669 dos mamógrafos disponíveis no SUS, sendo que o estado de São Paulo é responsável por 335 (309 em funcionamento). Em Minas Gerais, dos 211 aparelhos, 36 estão inoperantes – o maior número absoluto de equipamentos fora de operação em todo o país.

Conforme o levantamento, o Norte é a região com o menor número de equipamentos e também com o maior percentual de aparelhos sem uso. Dos 86 mamógrafos existentes, 20 estão parados (23,3%), sendo 14 por causa de defeitos. Roraima (dois) e Santa Catarina (64) são os únicos estados em que todos os mamógrafos estão funcionando.

Segundo o Ministério da Saúde, o total de mamógrafos no SUS é suficiente para atender mulheres de 40 a 59 anos. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) recomenda um aparelho para cada 240 mil habitantes. A oferta universal do exame não ocorre devido à concentração dos aparelhos em regiões metropolitanas e a baixa produtividade, conforme o ministério.

Os auditores identificaram que 28% dos estabelecimentos do SUS não tem informações atualizadas sobre serviço de mamografia.

Diante dos resultados, o ministério pretende, junto com estados e municípios, instalar mamógrafos em locais que não tenham o equipamento. A pasta pretende ainda equipar unidades móveis com o aparelho para que atendem às mulheres nos municípios do interior.

O ministério também deve fazer acordo com os fornecedores para que prestem assistência técnica aos mamógrafos. Está prevista a capacitação de 25 mil técnicos em radiologia até 2015. “Queremos dobrar o número de exames por ano [ de 3 para 6 milhões]”, afirmou Fulgêncio.

A mamografia é um exame fundamental para identificar o câncer precoce na mama - a maior causa de mortes de mulheres no Brasil.
 
Fonte: Agência Brasil

América do Sul é a maior produtora de cocaína; consumo na região também começa a se destacar, diz Unodc

A América do Sul permanece conhecida pela produção e pelo tráfico de cocaína em larga escala, mas o consumo de drogas, sobretudo em países do Cone Sul, também tem se tornado significativo. É o que aponta o Relatório Mundial sobre Drogas 2011, divulgado hoje (23) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc).

De acordo com a publicação, a produção ilícita de drogas continua significativa em três países andinos – Colômbia, Peru e Bolívia, responsáveis por praticamente100% da produção global da folha de coca, matéria prima para a fabricação da cocaína.

Em 2010, a coca foi cultivada em 149 mil hectares distribuídos pela América do Sul. A produção de cocaína em laboratórios clandestinos também foi registrada na região. Dados indicam, entretanto, que a produção da droga tem demonstrado tendência de declínio, com uma queda de um sexto no período de 2007 a 2010.

A maioria dos países da América do Sul, da América Central e do Caribe, segundo o Unodc, registra também níveis significativos de produção de maconha. Em 2009, 70% das apreensões globais da droga ocorreram na região, sendo três quartos desse total na América do Sul.

Os fluxos do tráfico são principalmente direcionados a partir dos países produtores de cocaína na região dos Andes rumo a América do Norte; ou diretamente para o México e, em seguida, para os Estados Unidos; ou via América Central para o México; ou via Caribe para os Estados Unidos. Os fluxos para a Europa ocorrem de forma direta, partindo da região andina; via países vizinhos; via região do Caribe; ou via países da África Ocidental.

As maiores apreensões registradas na América do Sul, em termos de volume, são as de folha de coca. Entretanto, as apreensões da droga diminuíram no período de 2007 a 2009 em cerca de 25%, refletindo em parte um declínio na produção.

Já as apreensões de cocaína em países da América do Sul, da América Central e do Caribe somaram 74% do total mundial, indicando um aumento de 27% no mesmo período.

O relatório alerta que a prevalência do uso de cocaína na região está acima da média mundial – entre 0,9% e 1% da população de 15 a 64 anos, o equivalente a cerca de 3 milhões de pessoas ou 17% da população mundial consumidora de cocaína. A droga representa cerca de 50% de todas as demandas por tratamento para dependentes na América do Sul, na América Central e no Caribe.
 
Fonte: Agência Brasil

América do Norte é maior mercado de drogas do mundo; cocaína e remédios sem prescrição preocupam

A América do Norte, em particular os Estados Unidos, continua a ser o maior mercado de drogas do mundo, de acordo com documento divulgado hoje (23) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc).

Dados do Relatório Mundial sobre Drogas 2011 indicam que o tráfico permanece direcionado em primeiro lugar para a região, onde a produção de drogas ilícitas está majoritariamente relacionada à maconha, aos estimulantes tipo anfetamina e aos opiáceos.

O documento mostra que as apreensões de cocaína na América do Norte diminuíram 43% entre 2005 e 2009, mas, no mesmo período, houve aumento das apreensões de anfetaminas (87%), ecstasy (32%), maconha (71%) e heroína (19%).

A taxa de prevalência de consumo de maconha na população entre 15 e 64 anos chega a 10,7% – bem acima da média mundial (7%). A região abriga cerca de um quinto de todos os usuários da droga no mundo.

Entretanto, segundo o Unodc, a droga de maior importância relativa na América do Norte é a cocaína, uma vez que 37% dos usuários em todo o mundo vivem na região. A taxa de prevalência da droga entre a população de 15 a 64 anos é de 1,9%, enquanto a média global é de 0,4%.

Outro problema avaliado pelo relatório como significativo trata do uso sem prescrição de medicamentos, principalmente analgésicos (4,9%) e tranquilizantes (2,2%). A taxa anual de prevalência entre a população com 12 anos ou mais é de 6,4% e perde apenas para a maconha.

Entre os novos usuários de drogas nos Estados Unidos, cerca de 2,2 milhões começaram o consumo por meio de analgésicos. Em 2006, a estimativa é que 38,4 mil pessoas tenham morrido no país em decorrência do uso de drogas, com uma taxa de mortalidade de 182 óbitos para cada milhão de habitantes entre 15 e 64 anos.
 
Fonte: Agência Brasil

Senador evangélico Magno Malta recebe apoio de transexual

Senador Magno Malta
O senador evangélico Magno Malta (PR), depois de ter anunciado renunciar caso o PL 122 fosse aprovado, recebeu o apoio do vereador transexual do mesmo partido Moacir Selia.
Na semana passada, o senador Magno Malta (PR) anunciou que abriria mão do mandato caso “a criação de um terceiro sexo” fosse aprovada. Malta fez essa afirmação em referência ao projeto de lei 122, que criminaliza a discriminação motivada só pela orientação sexual ou identidade de gênero.

No material disponibilizado no site do senador encontra-se a seguinte declaração: “Em defesa dos valores agregados no coração da família brasileira, renunciarei meu mandato se o PL 122 for aprovada”.

Apesar de ser uma posição radical que incomodou a muitos, principalmente do grupo de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (LGBT), o vereador transexual “Moa”, como é chamado, saiu em defesa do colega partidário.

“Ele me respeita como eu sou. A forma que ele tem de ver o mundo é uma, a minha é outra, mas a convivência é feita com muito respeito”, afirmou ele segundo a Gazeta.

De acordo com a publicação, Moa, além de afirmar que as declarações de Magno não são ofensivas, disse também que o senador republicano é vítima de preconceito da sociedade e, principalmente, da comunidade LGBT.

“Os movimentos o discriminam muito mais. Apesar de estar na luta desde 1980 com minha transexualidade assumida, sofro discriminação dentro do grupo LGBT, só pelo fato de eu ser filiada ao PR”, disse Moa.

Magno Malta, através de sua assessoria de imprensa, declarou que Moa “é um travesti de muito respeito”. O vereador, que tem seu comportamento assumido há três anos, falou ainda que “ele [Magno Malta] já esteve” em sua casa e que “teve a oportunidade de conhecer um lar comandado por uma transexual”.

Na mesma entrevista Moa, o único transexual do Espírito Santo, criticou a decisão presidente Dilma Rousseff (PT) de cancelamento dos Kits contra homofobia nas escolas.

“Se a presidente Dilma tivesse vetado antes do caso Palocci, mostrando fundamentos, a comunidade LGBT teria ficado ao lado dela. Da forma com que aconteceu, vejo que Dilma virou as costas e ‘deu um tapa’ na cara de toda a categoria. Como ela só viu que havia algo errado agora?”

Alguns colegas de partido do senador Magno Malta apoiaram sua atitude, enquanto outros alegam que sua atitude foi somente porque ele, durante as articulações, já teria recebido algum sinal de que o projeto de lei não sairá do papel.

“Talvez o senador tenha tanta certeza de que esse projeto não será aprovado que fez essa proposta. Para dizer uma coisa dessas, é preciso ter muita certeza de que a coisa não vai dar certo”, sugeriu o deputado estadual José Esmeraldo (PR).

O Paulo Antenor, primeiro suplente de Magno, saiu em defesa do senador. “Serei o primeiro a defender que Magno não renuncie. Quero muito ser senador, mas não deste modo”, finalizou.

Fonte: The Christian Post / Folha Gospel / Via O Verbo

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Saiba tudo sobre a Marcha para Jesus 2011: Shows, concentração, trajeto, transporte, horários e mais

A 19ª edição da Marcha para Jesus promete reunir milhões de pessoas nas ruas de São Paulo no dia 23 de junho. Considerado o maior evento cristão e popular do mundo, neste ano o tema será “A Marcha da Fé”.

A marcha sairá do Metrô Tiradentes, às 10h, e seguirá em direção à Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, onde acontecem os shows.

No local, será montada uma megaestrutura para a apresentação de 35 bandas e grupos de música gospel, como Renascer Praise, Cassiane, André Valadão, Thalles Roberto, Soraya Moraes, Fernanda Brum, Marcelo Aguiar, Irmão Lazaro, entre outros. Os shows devem prosseguir até às 21h30.

Presidida pelo apóstolo Estevam Hernandes, a Marcha Para Jesus é um evento pacífico que reúne todas as igrejas cristãs e é aberta a toda a população. “A verdade da Marcha é que ela representa a união, a comunhão de todos aqueles que acreditam em Jesus Cristo como filho de Deus e nosso desejo de expressar essa fé”, afirma o apóstolo.

Todos os anos, pessoas de todas as idades e lugares do Brasil, e até de outros países, participam do evento em São Paulo. Nesta edição, cerca de 200 caravanas e dezenas de trios elétricos de várias denominações evangélicas estão inscritos.

Evento oficial
A Marcha para Jesus faz parte do calendário oficial do País desde setembro de 2009, quando a Lei Federal 12.025 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em São Paulo, o evento conta com o apoio da prefeitura de São Paulo, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), SPTrans, São Paulo Turismo e Policia Militar.

A organização também disponibiliza um ambulatório com mais de 200 profissionais da área da saúde, divididos entre médicos e enfermeiros, que ficarão de plantão durante todo o evento.

Além disso, haverá um local exclusivo para pessoas com deficiências físicas e auditivas.

Breve história da Marcha para Jesus
A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987, em Londres (Inglaterra), e foi organizada pelo pastor Roger Foster, além dos compositores Graham Kendrick, Gerald Coates e Lynn Green. O propósito inicial era tirar a igreja cristã de dentro de “quatro paredes” e mostrar que estava viva e presente na sociedade.

Em 1989, mas de 45 cidades marcharam em todo o Reino Unido e também em Belfast (capital da Irlanda), onde seis mil católicos e protestantes se reuniram em um sinal visível da força do nome de Jesus Cristo. Naquele dia, 200 mil cristãos estiveram unidos em toda a nação, fato que voltou a se repetir em 1990 e 1991.

Em 1992, a Marcha para Jesus tornou-se um evento mundial de louvor e adoração a Deus, chegando à América Latina, Ásia e África. No ano de 1993, chegou ao Brasil, quando aconteceu a primeira edição do evento em São Paulo. Naquele ano, a Marcha saiu da Avenida Paulista, desceu a Avenida Brigadeiro Luís Antônio e chegou ao Anhangabaú para a concentração.

Seis anos depois, cerca de 10 milhões de pessoas de mais de 170 países marcharam para celebrar o nome de Jesus Cristo. Cidadãos de diversas religiões, idade e raças saíram às ruas em países como Argentina, Canadá, Colômbia, Cuba, EUA, Finlândia, França, Itália, Japão, Moçambique, Rússia, entre outros.

Agenda:
Marcha Para Jesus 2011
Data: 23 de junho
Local: Saída do Metrô Tiradentes
Concentração: Praça Heróis da FEB
Início: 10h
Previsão de término: 21h30

Mais informações no site: www.marchaparajesus.com.br

Orientações gerais

•Ponto de encontro: de preferência não deve ser na porta do metrô para não atrapalhar a passagem das pessoas;
•Identificar crianças com crachá contendo nome, endereço e 2 telefones celular de acompanhantes.
•Não levar objetos cortantes;
•Tenha uma alimentação saudável antes do percurso;
•Caso não se sinta bem, dirija-se ao ambulatório;
•Use roupas calçados confortáveis;
•Se perder algo, vá até o setor de achados e perdidos, que ficará próximo ao ambulatório;
•Orientamos os idosos a Marcharem na frente, juntamente com a Marcha Kids que inicia as 9h45.
•A SPTrans vai disponibilizar a Van Atende para transportar os deficientes fisicos até a concetração. A Van começa a rodar a partir das 10 horas do metrô Tiete

Informações sobre trânsito e transporte
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai interditar vias do Bom Retiro e de Santana das 21h de quarta-feira (22/06) às 03h de sexta-feira (24/06) para realização da “Marcha para Jesus 2011″. O evento tem início previsto para 06h da quinta-feira (23/06) e contará com 15 carros de som, caminhada, shows musicais e pregações religiosas.

Localização e Horários
•Concentração: Praça da Luz, junto a Av. Tiradentes (sentido Centro, entre as ruas dos Bandeirantes e Mauá), das 06h às 10h de quinta-feira (23/06);
•Percurso: avenidas Tiradentes e Santos Dumont, e Praça Campos de Bagatelle, das 10h às 14h de quinta-feira (23/06);
•Show: Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileiras e Av. Santos Dumont (entre a Praça Heróis da FEB e Avenida General Pedro Leon Schneider), das 14h às 20h30 de quinta-feira (23/06).

Bloqueios
•A Avenida Tiradentes (entre a Avenida do Estado e o Túnel Tom Jobim, sentido Aeroporto) terá sua pista local interditada a partir das 06h, e a expressa a partir das 09h;
•A Praça Campos de Bagatelle será interditada das 06h às 23h de quinta-feira (23/06);
•A Avenida Olavo Fontoura (entre a Praça Campos de Bagatelle e a Rua Professor Milton Rodrigues) será bloqueada das 09h30 às 15h de quinta-feira (23/06);
•A Praça Heróis da FEB e a Avenida Santos Dumont, ambos os sentidos, serão bloqueadas no trecho correspondente entre a Avenida Brás Leme e a Rua Santa Eulália das 22h00 de quarta-feira (22/06) às 23h de quinta-feira (23/06).

Desvios
•O tráfego no sentido Norte-Sul será desviado pela Avenida Brás Leme, seguindo pelas avenidas Rudge, Rio Branco e Rótula Central, ou para quem se destina à Zona Sul, pelas avenidas Abraão Ribeiro e Pacaembu;
•No sentido Sul-Norte, o motorista deve seguir pela pista local do eixo, até a Avenida Tiradentes, Rua Pedro Vicente e Avenida Cruzeiro do Sul;
•A Pista Central da Avenida Santos Dumont, sentido Praça Campos de Bagatelle, terá seu trânsito desviado em direção à Marginal Tietê (sentido Ayrton Senna).

O Terminal Armênia será desativado no quinta-feira (23/06) das 10h às 14h, e as linhas de ônibus serão desviadas para a Ponte da Vila Guilherme, seguindo pela Avenida Bom Jardim, ruas Araguaia, Canindé, Olarias e Pedro Vicente, e Avenida Cruzeiro do Sul.

A engenharia de campo da CET irá monitorar o evento, orientando os motoristas e pedestres sobre rotas e bloqueios operacionais.

Acompanhe ao vivo a transmissão pela Rede Gospel pelo link abaixo
http://www.igospel.org.br/br/playertv.php


Fonte: Assessoria de Imprensa

Usuários do Metro de SP poderão receber informações sobre situações das linhas via SMS no celular


Desde o dia 6 de junho, os usuários do Metrô de São Paulo poderão se cadastrar no site do Metrô para receberem informações sobre a situação das linhas pelo celular via torpedo. A previsão é que o serviço de mensagens comece a operar em junho.

O sistema faz parte do serviço “Direto do Metrô”, disponível no site da companhia (inclusive na versão mobile) desde o dia 21 de março e que fornece informações em tempo real de forma simples e rápida sobre a operação das linhas metroviárias.

No momento em que fizer o cadastro, o usuário pode escolher até três linhas que mais utiliza e até três faixas horárias (de duas horas cada) ao longo da operação comercial. Também é possível selecionar os dias da semana. Dessa forma, só serão enviadas mensagens sobre as linhas, dias da semana e horários escolhidos pelo cadastrado.

O “Direto do Metrô” aponta interferências que afetam uma linha em sua totalidade, sendo que falhas pontuais e breves não são exibidas pelo sistema. São informados os “incidentes notáveis”, ou seja, fatos que causem transtorno aos usuários e interferências na oferta de trens programada para determinado horário.

O site mostra uma tabela na sua página inicial, composta por três colunas: a primeira mostra o nome da linha, a segunda como está a operação por meio de sinal que muda de cor, e a última, uma breve descrição sobre a situação do momento. A coluna central faz uma analogia aos semáforos: quando o círculo aparecer em verde, a operação está normal, em amarelo, restrição e em vermelho, paralisação ou um problema de grande interferência. As mensagens serão geradas e enviadas para os celulares cadastrados toda vez que ocorrer mudança na cor (status).

SMS Denúncia
O Metrô também oferece aos usuários o SMS-Denúncia, que visa combater o vandalismo, o comércio irregular, a mendicância e crimes dentro do sistema metroviário. Desde 26 de janeiro, quando foi lançado, o programa já recebeu 10.700 mensagens. Com esse canal de comunicação, o usuário escreve uma mensagem com as características do possível infrator, a próxima estação em que o trem irá chegar, o número do vagão em que está e envia o texto para o número (11) 7333-2252.

O Metrô garante o sigilo absoluto às denúncias.

Fonte: Metro

Vitória evangélica e da campanha do Pastor Silas Malafaia: PEC 23/2007 foi rejeitada por um voto na Alerj

A PEC 23/2007 que “visa acrescentar orientação sexual no rol das vedações a discriminação da Constituição do Estado do Rio de Janeiro” foi rejeitada por volta das 22 horas desta terça na Alerj. A pauta foi taxada de “PLC 122 carioca” e recebeu grande recusa dos seguidores do Pastor Silas Malafaia, que fez intensa campanha contra a proposta.

A PEC obteve apenas 38 votos a favor e 39 de contra vetando a proposta, mesmo assim precisaria de 42 votos a favor para ter quorum e ser aprovada. O presidente da Alerj, deputado Paulo Mello, também vetou a proposta de voltar a pauta de votações e discussões da casa neste ano.

O plenário recebeu durante todo o dia diversos manifestantes e lideranças evangélicas que protestaram contra a proposta. Dentre os presentes estavam o pastor Marcos Gregório, do Ministério Apascentar de Nova Iguaçu, e representantes do Pastor Silas Malafaia. Os manifestantes recebiam com fortes vaias os discursos a favor da PEC e saldavam cada palavra a favor.

Também esteve presente diversos manifestantes pró-gays que queriam a PEC 23/2007 aprovada. Ao final da votação os presentes tiveram que ser contidos por uma sirene pois devido aos protestos de ambas as partes iniciaram um pequeno tumulto.

Os deputados que votaram a favor falaram em preconceito, homofobia e estado laico após a rejeição, já os deputados que votaram contra agradeceram ao presidente da casa e ao criador do projeto, deputado Gilberto Palmares (PT-RJ), pela cordialidade do debate. No total 29 deputados não votaram ou não estavam presentes no momento da votação.

Esta foi a segunda vez que a PEC 23/2007 entrou em pauta na Alerj, na primeira foi aprovada pela grande maioria dos deputados tendo apenas dois votos contra. Entre os que haviam votado a favor estavam diversos políticos evangélicos como o filho do Missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça, e o irmão do Pastor Silas Malafaia que alegou não ter prestado a devida atenção no que seria a pauta quando votou a favor e nesta terça discursou contra a mesma.

Fonte: Gospel Mais

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terça-feira, 21 de junho de 2011

Adriana Ferreira inicia a pré-produção do CD “Mulher de Fé”


Neste final de semana, Adriana Ferreira entrou em estúdio para iniciar a pré-produção do CD “Mulher de Fé”. Acompanhada pelo esposo, o pastor Daniel Silva; o Diretor Executivo da Line Records, Sergio Lima; e o produtor Melk Carvalhedo, a cantora colocou voz guia em algumas das belíssimas canções que integram o novo trabalho.

“Este CD é como um filho que está sendo gerado. Trata-se de um projeto mais maduro e moderno, com muita unção de Deus. Tenho me preparado muito espiritualmente para este lançamento, com jejuns, orações, propósitos e visitas ao monte”, ressalta Adriana.

No repertório de “Mulher de Fé”, destaque para o estilo Pentecostal, com muita música de fogo e reteté. Para agradar aos mais diversos gostos, o álbum ainda conta com faixas no estilo sertanejo universitário, louvores e uma canção romântica. Entre os temas, estão fé, perseverança, prosperidade, cura e vitória.

Fonte: Assessoria de Imprensa Line Record

Após diversas brigas e polêmicas, igreja-mãe da Assembléia de Deus e conveniadas se filiam a CGADB de José Wellington


A Convenção da igreja-Mãe das Assembleias de Deus no Brasil (CIMADB) firmou acordo com a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) no dia 16 de junho de 2011. O documento credencia a CIMADB e seus membros.

Esse acordo sela a paz entre as duas convenções que estavam dividas por questões políticas.

Muito se falou sobre a divisão entre as AD, rumores que só aumentaram com a organização de duas festas em Belém do Pará para comemorar o Centenário. A CGADB realizou dois dias de evento uma semana antes do programado pela CIMADB.

Apesar disso o pastor Samuel Câmara compareceu na festa da CGADB e o pastor José Wellington Bezerra também esteve presente nos dias de festividade da CIMADB.





Fonte: Gospel Mais




segunda-feira, 20 de junho de 2011

Missionária Lanna Holder, hoje pastora gay, afirma: “estou apta para exercer o ministério de Deus”


A polêmica em torno da ex-missionária e hoje pastora gay Lanna Holder não termina. Famosa por seu testemunho sobre como venceu o lesbianismo e por suas polêmicas com recaídas e casos durante seu ministério, Lanna voltou recentemente a público ao assumir abertamente seu homossexualismo e fundar uma “igreja inclusiva” em São Paulo, a Comunidade Cidade do Refúgio.

(Veja aqui as publicações e entenda mais o assunto)
http://jornalevangelicoje.blogspot.com/2011/06/famosa-missionaria-assume.html

http://jornalevangelicoje.blogspot.com/2011/06/missionaria-lana-houder-e-companheira.html

Para Lana Holder e sua companheira, a também pastora, Rosania Rocha, a semana foi atribulada, foram inúmeras entrevistas para grandes veículos de imprensa como Globo e Folha, além de mídias evangélicas variadas. Quando questionada sobre as pregações e testemunhos que dava contra o homossexualismo que se contrasta com a realidade de hoje a pastora reconhece que “tudo aquilo que eu preguei não correspondia à verdade” e completa: “minha sexualidade não mudou. Mas, mesmo assim, me acho apta para exercer o ministério de Deus na minha vida”, acredita. Lanna afirma que agora volta aos púlpitos sem usar máscaras: “Eu sempre aprendi que o homossexualismo era possessão demoníaca e, mesmo depois de convertida, não entendia porque mesmo sendo usada com o dom da Palavra eu ainda continuava sentindo desejos homossexuais”, disse.

Sobre a denominação que fundou, Lanna garante não ser apenas uma igreja para “todos os que foram escorraçados pela intolerância”, como afirma à Folha, mas também uma igreja aberta a qualquer um: “Quando falamos sobre homossexualismo, prostituição e drogas a nossa abordagem é diferente. Iremos acolher uma prostituta, alcoólotra ou drogado, vamos tentar que eles mudem sua conduta de vida”, defende.

A líder da Cidade de Refúgio critica às igrejas evangélicas por se oporem ao homossexualismo, “o Evangelho não é nada disso que está se pregando, não é essa aversão, essa exclusão”, acredita. “Eles [pastores] dizem que não concordam com a gente, não entendem nosso ministério, mas que não sabem como ajudar os homossexuais e que vão mandá-los para a nossa igreja” afirma. Segundo ela os gays se sentem discriminados pelos cristãos e por isso são hesitantes e agressivos quando evangelizados. Lanna diz que muitos versículos bíblicos são mal utilizados para abominar o homossexualismo: “Existe um contexto em que não posso retirar um texto para fazer um pretexto”, enfatiza.

Apesar da ex-missionária acreditar que a homossexualidade não é um opção de cada pessoa, mas sim uma orientação que pode ser de nascença, Lanna afirma que o homossexualismo pode sim ser revertido em alguns casos e revela: “Se eu pudesse escolher, jamais seria lésbica”, disse a líder gay que em breve estará também na TV falando sobre sua crença e opinião.

Fonte: Gospel Mais

Criança desaparecida do Jardim São José em Poá foi encontrada morta no bairro ontem, e o corpo será enterrado direto

Por Adilson Santos - Via blog pessoal: adilsonsantosfotografo.blogspot.com
O garoto Nicolas Alexandre Ribeiro, que estava desaparecido desde o dia 5 deste mês, foi encontrado morto hoje por volta das 11 horas da manhã, em um terreno na avenida José Luiz dos Santos sem número, no bairro do Jardim São José, em Poá (SP). As crianças R.M.S. e W.A.P.R. que empinavam pipas no local, derrepente viram em um monte de entulho com uma perna de criança para fora, avisaram os vizinhos, onde foi chamada a Polícia Militar, que quando chegou já havia diversas pessoas no local, inclusive o padastro da criança.

Alex Sandro Fonseca, o padastro da criança, reconheceu de imediato a vítima, que estava com as vestimentas sendo uma camiseta branca, blusa soft de cor azul claro e calça de moletom de cor azul escuro, que informou as autoridades presentes no local, que era sem dúvida, a criança que estava desaparecida desde o dia 5, do B.O. 1868/2011.

O delegado que atendeu a ocorrência Cleverson A. Omena, esteve no local, junto com a perícia técnica, que foi acionada a qual a priori observou que não havia aparentemente eventuais indícios de perfuração de arma branca ou de fogo. O corpo da criança foi encaminhada para exames necroscópicos, para que possa ter um resultado lógico da causa morte. 

A cidade desde ontem esta de luto, pois diversas pessoas que acompanhavam pelas redes sociais, torciam para que a criança fosse encontrada com vida, mas a notícia de que o corpo foi encontrado, para alguns foi um alívio, pois parte do caso foi elucidado. Já para outros, a grande maioria, foi motivo de muita dor, pois tinham esperaça da criança ser encontrada com vida.

Conversando a pouco com um policial, o mesmo quando questionei o motivo de não ter sido encontrado o corpo antes, ele comentou que o corpo foi encontrado na posição decúpito fetal, ou seja, a criança quando morreu, estava com as mãos e pés amarrados, posição que ela fica encolhida com as mãos, cabeça e braços concentrados no meio do corpo. Mas somente a perícia irá precisar a causa da morte.


Talvez o criminoso é alguém que conhecia o hábito da criança, onde pode ser, em uma das linhas de investigação, que no dia ou dias que aconteceu o desaparecimento, a criança podia não estar no terreno, mas em poder de quem cometeu o homicídio. Pios segundo informações foi feita buscas nos terrenos das imediações no dia do desaparecimento. Sendo que o corpo da criança, pode ter sido levado ao local, após isto, pois o homicida encontrou o momento oportuno para levar o corpo ao local. Mas ele queria mesmo, era sumir com o corpo, pois foi encontrado em um monte de entulhos, com as pernas para fora, onde não deu para cobrir completamente.

Para este policial, toda e qualquer informações agora, são importantes para a elucidação do caso, qualquer suspeita é bem vinda para poder ser feita uma investigação e conclusão deste lamentável fato.

A ocorrência foi avisa a Polícia Militar às 11:12 pelo Copom, e apresentado na delegacia às 17:22 com B.O. 2030/2011

Poá de Luto
Já conversei com diversos amigos da internet, o qual estão tristes, tanto quanto este blogueiro, que é ser humano e pai de família, pois desde quando foi anunciado neste blog (http://adilsonsantosfotografo.blogspot.com/2011/06/utilidade-publica-crianca-do-jardim-sao.html) onde a informação foi repassada para outros blogueiros e mídias da região, tínhamos a esperança de encontrar a o Nicolas Alexandre Ribeiro com vida.

Resta nos pedir a DEUS, que conforte a vida dos pais, familiares e amigos. Mas Poá esta de Luto.


Criança não será velada
Segundo informação divulgada a pouco pela jornalista Carla Fiamini, enviou a seguinte nota:
Ao que tudo indica, o menino foi estrangulado e por conta do avançado estado de composição do corpo, a mãe e o padastro da criança optaram por sepultá-lo hoje (20/06), logo após a liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Suzano, sem a realização de velório.